Möbius. Amar é uma demanda narcísica. Quando a idealização cai e o outro se revela superficial, o afeto não vira indiferença: ele capota no mesmo trilho, direto para a fúria. Um ódio com o exato mesmo alvo.
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O corpo deixou de ser conceito e virou matéria asfixiada. 🫁 Enquanto eu escrevia sobre Foucault e "tempo crip", minha própria carne travou a máquina.
Novo ensaio autoficcional sobre a asfixia, a insolvência e a topia implacável do corpo.
🔗 https://t.co/LxkHR2DCuy #Foucault
Há dias em que a tentativa de organizar o caos pelos livros se desintegra no suor e na memória de quem não está mais aqui. "Teoria, Abjeção e Memória Infectada". Autoficção, Teoria Crip e corpos que recusam conserto. 🔗https://t.co/YKQWCXr9sZ
A gente jura que vai amar em rede, criar contra-públicos queer e destruir o ciúme. Mas na carne a teoria sangra. Escrevi um texto sobre o delírio do "relacionamento leve", a privatização da intimidade e o preço de tentar rasgar o roteiro da norma. https://t.co/p2Hgmj83ht
A gente jura que vai amar em rede, criar contra-públicos queer e destruir o ciúme. Mas na carne a teoria sangra. Escrevi um texto sobre o delírio do "relacionamento leve", a privatização da intimidade e o preço de tentar rasgar o roteiro da norma. https://t.co/p2Hgmj83ht
Eles nos viciaram na falta. Transformamos o outro em fast food existencial pra anestesiar o tédio e terceirizamos a intimidade pro livre mercado dos apps. Meu novo ensaio: "A carne, o colapso neuroqueer e a esquiza". Leia no Substack: https://t.co/j8kbUeLcoE
O neoliberalismo engoliu nosso desejo. Desconstruímos a monogamia só pra transformar o afeto em fast food existencial e fugir da inconveniência real do outro. Lacan, Lauren Berlant e esquizoanálise no novo diário clínico.
Leia: https://t.co/9qCcQfuJGP
Escrevi sobre o luto que me atravessa com o fim de um relacionamento, a recusa em continuar no modo fawn (agradar) e a chamada "neotenia autista". Um diário de sobrevivência regado a chopp derramado, Guillaume Dustan e o otimismo cruel de Lauren Berlant.
https://t.co/bsn7dnLsxt
Rompo porque não aceito ser o "plano B" para quando os romances de duas semanas naufragarem. A pior parte do fim é quando tentam patologizar sua dor, te chamando de "paranoico" ou "histriônico" por ler os sinais com clareza.
Leia o texto completo aqui: https://t.co/R99i0IyYTN