Para ajudar a Lis, por favor, leia:
A Lis voltou à prostituição para tratar a fibromialgia, uma doença crônica que causa dores intensas ao ponto de impedir até movimentos simples. Ela anda sendo negligenciada pelo SUS onde ela vive, por falta de profissionais aptos. Já tem quase 8 meses que ela espera na fila para iniciar o tratamento adequado.
Infelizmente, o acontecimento de terça-feira que levou à internação dela só foi piorado porque a Lis teve uma crise de fibromialgia durante o programa e não conseguiu reagir à agressão.
Durante o atendimento no hospital aqui no Rio (ela mora em Minas), um médico nos informou que o atendimento seria mais facilitado se ela morasse na cidade. Além disso, quase toda a rede de apoio dela vive aqui, o que é importante durante todo o tratamento.
Só que, para isso, a Lis precisa de dinheiro para conseguir se mudar. Em fevereiro, ela criou uma vaquinha que não conseguiu ser batida com esse propósito (além de custear o tratamento por vias privadas), mas agora ela vai precisar permanecer afastada da prostituição até se recuperar psicologicamente e precisa de ajuda mais do que nunca.
Para ajudar a Lis, é possível:
- Ajudar a divulgar a vaquinha dela. O link está disponível na bio.
- Doar diretamente para o PIX/Paypal: [email protected]
- Indicá-la para trabalhos de revisão, preparação e tradução. Lis trabalha com ficção, RPG e jogos de tabuleiro em especial. O portfólio está no site oficial dela. Ela já trabalhou em projetos com nomes como Junji Ito e editoras como DarkSide, HarperCollins, Jambô e Lost in Cult. Contato por e-mail.
- Apoiá-la pela criação de conteúdo pela newsletter (link na bio).
- Se for de interesse, apoiá-la pela criação de conteúdo adulto (@transafada).
- Contatar a mim, namorada da Lis, na minha conta pessoal (@8th_sunset), caso exista qualquer outro tipo de ajuda possível.
- Divulgar esse texto entre amigos, colegas e familiares, para alcançar o máximo de pessoas possíveis.
Toda e qualquer ajuda é bem-vinda. Por favor, me ajudem a mobilizar o máximo de pessoas possíveis e ajudar minha namorada. Vocês não têm ideia do quão preciosa ela é, do quanto ela se esforça pelos outros e pela própria comunidade LGBTQIAPN+, e o quanto ela merece uma vida minimamente estável. Eu só quero tornar isso possível, mas, agora, precisamos de ajuda.
Obrigada a quem leu até aqui.
ATENÇÃO TROPA! Esse vídeo aqui tem que BATER recorde de COMPARTILHAMENTO! Aqui está tudo que a extrema direita esconde do povo. Isso aqui deveria ser muito mais compartilhado do que os vídeos do Nikolas! QUE VÍDEO BOM!
🚨 Vitor Hugo Simonin, um dos presos pelo estupro coletivo de uma menina de 17 anos no Rio, usou uma camiseta que diz "Não se arrependa de nada".
Além do horror da frase em si, ela é ligada ao movimento "red pill". O movimento prega que homens têm direito de estup*ar mulheres, entre outros horrores.
E a frase é especificamente ligada a Andrew Tate, uma liderança red pill que responde a processos por estupro, tráfico humano e exploração sexual infantil na Europa.
É esse tipo de gente que está nas redes sociais aliciando outros jovens e tentando manipular o discurso político. É esse tipo de gente que está cada dia mais próxima de lideranças de Brasília.
Lideranças essas que se articulam, junto com as big techs, contra a regulamentação das redes sociais e acham que um movimento organizado que prega o estup*o de mulheres e meninas é "liberdade de expressão".
É por isso que, desde o ano passado, meu mandato está lutando para extirpar esse discurso misógino das redes sociais e, por meio de um Projeto de Lei, propus ainda em dezembro que qualquer conteúdo com teor red pill seja desmonetizado.
E vale lembrar: Vitor Hugo Simonin é filho de José Carlos Costa Simonin.
José Carlos Costa Simonin era, até semana passada, o subsecretário de Governança do governador Claudio Castro. Ele também já advogou pelo atual deputado Marcelo Crivella.
Nenhum trabalhador cujos filhos são criados sob distância é consultado pela mídia sobre o fim da escala 6x1.
Nenhuma trabalhadora sem tempo de ir ao médico para uma consulta de rotina é ouvida pela mídia.
Nenhum passageiro espremido horas a fio em ônibus e metrô seis dias na semana tem voz no noticiário.
Nenhuma criança, adolescente ou jovem sem lazer com os pais prisioneiros da 6x1 fala sobre o impacto da escala.
Não há espaço para ouvir a família, mensurar o benefício à cultura, avaliar o ganho psíquico, afetivo, doméstico, comunitário da presença.
Nada - só quem tem vez, voz e púlpito são patrões, associações patronais, economistas pró-patrões, analistas a favor da exploração.
As pesquisas, as estatísticas, os dados e as projeções têm só um lado: dos patrões, a favor da escala opressiva, contra o trabalhador.
O noticiário montou campanha no coro à chefia e no silêncio aos empregados, projeta terror nos números e oculta o valor da vida.
E estigmatiza.
Empresário vira vítima, explorador se torna alvo - e o trabalhador, sinônimo de preguiça, vagabundagem, improdutividade.
Tanto quanto os jornalistas calados a serviço dessa engrenagem de imoralidade.
Lula REVOGOU o decreto 12.600/25, que privatizava três rios amazônicos.
Isso não aconteceu porque o governo “percebeu”, de repente, que a privatização era errada.
Foi fruto da LUTA.
Por mais de um mês, povos indígenas ocuparam a fábrica da Cargill em Santarém. Enfrentaram parte da própria esquerda dizendo que "não é hora de criticar o governo". Enfrentaram o Judiciário, que declarou a ocupação ilegal.
Mesmo assim, seguiram. Se queremos preservar o meio ambiente e derrotar a extrema direita (que é financiada pelo agronegócio), precisamos lutar.
A luta indígena nos ensina que as conquistas só vêm com muita luta; não são fruto da benevolência de político algum. São fruto da organização coletiva✊🏽
a gente precisa falar sobre o gênero musical METAL MANDRAKE !!!!!!!!!
esses caras são surreais de foda, somzera absurda, batida de funk e pancadão de guitarra vsffff que mistura BR incrível*@&#*!& fica mais do que a recomendação aí
uma parte muito grande da transfobia contra transmasculinos é justamente a aparência. quando a gente faz qualquer modificação corporal, a gente deixa de ter a aparência de menina que os homens heteros gostam de assediar e +