Conselho de vida subestimado: seja uma pessoa fácil de lidar. Chegue no horário. Faça o que você disse que faria. Traga soluções, não problemas. Nunca crie drama. Seja responsivo. Seja emocionalmente constante. Seja gentil. As pessoas sempre vão querer apoiar alguém que simplesmente torna a vida delas mais fácil.♟️
Depois do circo de hj, sair do Brasil virou causa de paz e saúde mental.
Ou vc desliga das “notícias” e vive estoicamente, ou Sai.
Não tem coluna do meio.
Uma repórter me mandou algumas perguntas sobre o q está acontecendo no STF, para "o sr nos dar um posicionamento até as 14h"... Eu: Amiga, sou um simples juiz de 1ª instância do Norte, não é salutar nem saudável me manifestar sobre td isso agora... só tenho esse emprego 😬
🚨 Mulher se mudou para os EUA e diz que a comida de lá é um veneno.
"Eu cresci na Suíça e ninguém acredita em mim quando digo que o sistema alimentar americano é manipulado. Eu costumava comer macarrão, pizza, tudo - e eu era magra e em forma e eu parecia ótima. Ok, então eu me mudei para a América. Tornei-me tão ativo, tornei-me corredor, comecei a comer sem glúten, literalmente contei minhas calorias e ganhei 30 quilos."
"Não é o estilo de vida europeu, é o alimento em si. A comida na Europa é nutritiva. Como se você comesse pizza e é realmente nutritivo para você por causa dos grãos. Mas então você vem aqui para a América e você tem farinha e é literalmente água sanitária. Você está comendo água sanitária."
"Não deveríamos ter que viver assim."
um motorista de uber me perguntou o que eu faço semana passada.
“eu cuido das redes sociais de empresas.”
“tipo instagram?”
“mais o X. twitter.”
ele ficou quieto por um segundo.
“minha filha faz alguma coisa com twitter.”
“é? ela é criadora de conteúdo?”
“não sei direito o que ela faz. ela tem 24 anos. largou a faculdade. minha esposa ficou puta. mas mês passado ela quitou o carro e acabou de comprar um apartamento.”
“com twitter?”
“ela escreve tweets pra outras pessoas. não entendo direito. mas ano passado ela ganhou mais do que eu, e eu dirijo há 11 anos.”
pedi o @ dela.
fui procurar quando cheguei em casa.
1.400 seguidores.
nenhum post viral. nenhum curso. nenhuma newsletter.
só um tweet fixado que dizia “eu escrevo tweets para founders. me chama na DM.”
mandei mensagem.
“seu pai me contou que você tá indo bem. como funciona seu esquema?”
“tenho 9 clientes. R$ 7.500 cada. escrevo 3 tweets por dia pra cada um. leva umas 4 horas no total.”
“R$ 67.500/mês escrevendo 27 tweets por dia?”
“eles não me pagam pra escrever tweets. eles me pagam pra soar como eles e economizar 2 horas por dia. os tweets são só a entrega.”
“como você conseguiu os clientes?”
“mandei DM pra 200 founders com tweets ruins e ofereci reescrever os últimos 5 posts de graça. 14 aceitaram. 9 viraram clientes.”
R$ 67.500/mês.
1.400 seguidores.
4 horas de trabalho por dia.
sem audiência. sem funil. sem marca pessoal.
só um serviço que as pessoas precisam e DMs pra quem precisa dele.
você aí tentando construir 50 mil seguidores antes de “lançar.”
ela pulou a audiência e foi direto pro dinheiro.
seguidores são métrica de vaidade.
clientes são conta bancária.
ela entendeu o jogo.
CARTA ABERTA AOS FLAMENGUISTAS DE SÃO PAULO
Eu sou flamenguista e moro em São Paulo desde 2015. Escrevo esta carta agora, em 2025, ano em que o Flamengo se consagrou tetracampeão da Libertadores, justamente contra o Palmeiras, numa reedição da final de 2021. Para mim, e acredito que para muitos que vivem aqui na capital paulista, essa conquista não foi apenas um título: foi o fechamento de um ciclo emocional que começou naquele 28 de novembro de 2021, data que, aos que me conhecem, sabem que foi um dos piores dias da minha vida, excluindo apenas aqueles em que perdi pessoas que amava. Não foi só uma derrota. Foi o que veio depois dela.
As brincadeiras naturais entre torcidas, essas eu esperava. Sempre existiram, sempre fizeram parte. O que me surpreendeu foi a avalanche de palavras que vieram carregadas de um tom que nunca tinha sentido na pele: “soberba”, “prepotência”, “arrogância”. Não eram provocações sobre um jogo. Eram adjetivos sobre caráter. E isso, confesso, doeu. Doeu porque não me reconheci em nada daquilo. Nunca me vi como soberbo. Nunca achei que o Flamengo fosse isso. E, de repente, percebi que muitos aqui nos enxergavam assim — e pior, com uma raiva que parecia vir de antes do jogo, antes da final, antes até do erro que decidiu aquela partida. Passei anos engolindo aquilo, tentando entender. Passei quatro anos — e sei que não fui o único — baixando a cabeça em ambientes onde, mesmo seguidas vitórias nos encontros dos dois times, o ambiente parecia sempre carregado de um ressentimento que nada aplacava. Não era sobre futebol. Era sobre identidade. Sobre o que representamos. Sobre o orgulho de andar com a cabeça erguida.
E foi aí que comecei a me fazer uma pergunta que nunca tinha me feito antes: quem somos nós aos olhos deles? E, ao mesmo tempo, quem somos nós de verdade? Com o tempo, e com a convivência diária nesta cidade, entendi algo que hoje me parece óbvio: paulistas e cariocas (e todos os flameguistas do resto do Brasil) enxergam o futebol de formas distintas — não melhores ou piores, apenas diferentes. O paulista olha o futebol pela lente do perfeccionismo, da disciplina, da lógica de que vence quem erra menos. O carioca olha pela lente do coração, do batuque, do improviso, da poesia. Para eles, dia de jogo é guerra. Para nós, dia de jogo é baile. Para eles, cada derrota é culpa, cada vitória é uma afirmação moral. Para nós, cada jogo é um capítulo da nossa própria existência afetiva. É cultura. É ritmo. É rua. É vida.
E ali, naquele pós-2021, percebi que eles não são pessimistas, assim como nós não somos soberbos. Somos apenas frutos de histórias diferentes, criados em atmosferas diferentes, moldados por cidades que respiram de jeitos opostos. Mas se 2021 parecia ser o ano da dor, acabou sendo o ano do aprendizado. Talvez tenhamos aprendido a fazer menos oba-oba, a tratar jogos importantes com mais concentração. Mas o verdadeiro legado foi outro: foi o despertar do orgulho de sermos quem somos, mesmo quando isso nos colocava no centro das piadas e julgamentos. O orgulho de ser um flamenguista vivendo em São Paulo. O orgulho de ser Flamengo em uma cidade que muitas vezes tenta te enquadrar, te tornar discreto, te ajustar ao padrão.
E foi justamente aqui, nessa cidade que me acolhe, que aprendi a andar de chinelo sem pedir autorização cultural, a vestir o manto no parque, na Faria Lima, na Paulista, a falar do Flamengo no almoço com colegas, a gritar gol na janela mesmo sabendo que alguém vai olhar torto. Ser Flamengo em São Paulo é ser estrangeiro dentro da própria pátria — e ainda assim nunca perder o sotaque. Nunca perder o brilho. Nunca perder o improviso.
Por isso digo, com toda sinceridade: se 2025 foi o ano da redenção para muitos rubro-negros, para nós, flameguistas do Brasil todo que vivem em São Paulo, foi o ano da libertação. O ano em que entendemos que não precisamos pedir desculpas por sermos como somos. Que não precisamos nos podar, nos diminuir, nos ajustar. Que nossa identidade não é defeito — é força. É raízes. É história.
E dizem por aí que “ninguém morre nos devendo”. Talvez. Mas eu, pessoalmente, passo a ter uma dívida com cada palmeirense. Devo a vocês o reencontro com o meu próprio orgulho de ser rubro-negro nesta cidade. Devo a vocês a redescoberta de quem somos — não pelo que ganhamos ou perdemos, mas pelo que carregamos.
E a verdade é que ser Flamengo em São Paulo é viver permanentemente em travessia: é caminhar entre arranha-céus carregando o mar dentro do peito; é enfrentar a sisudez da metrópole levando um tamborim invisível na alma; é ser minoria barulhenta, desalinhada, afetiva, quente. Aqui, cada gol tem gosto de resistência; cada título tem gosto de retorno; cada provocação tem gosto de pertencimento.
E hoje, depois do tetracampeonato, sinto que algo se fechou dentro de mim. Como se o silêncio de 2021 finalmente tivesse encontrado palavra. Como se a ferida tivesse finalmente encontrado cicatriz. Como se, depois de anos tentando explicar quem somos, bastasse olhar no espelho e aceitar: somos rubro-negros. Somos do Brasil todo, mesmo quando estamos longe. Somos festa, mesmo atravessando a seriedade do concreto. Somos Flamengo — e isso nunca coube, e talvez nunca vá caber, nas medidas de São Paulo.
Mas é justamente por isso que brilha tanto. Enquanto houver um de nós caminhando por essas ruas, o Flamengo nunca estará sozinho nesta cidade.
Porque o Flamengo é isso: um coração que não aceita ser domado. E aqui, mesmo longe do Maracanã, ele bate tão forte que parece empurrar o mundo.
Saudações rubro-negras — de alguém que aprendeu que, em São Paulo, ser Flamengo é mais do que torcer: é sobreviver, é resistir, é amar e… jamais deixar de pulsar.
Fomos, somos e seremos!
Meu filho joga Roblox com alguns amigos, alguns deles daqui da cidade, um roubou tudo dele e o baniu do servidor. Ele Veio chorando me contar.
Peguei o whatsapp do moleque, e falei. "DEVOLVA TUDO AGORA, OU VOU NA SUA CASA CONTAR A SUA MAE QUE VOCE É UM LADRÃOZINHO!"
" AGORA! TE DOU 5 MINUTOS".
Pronto. Devolveu tudo.
Depois olhei pro Arthur e disse, olha só! Quando algo muito ruim acontecer, primeiro a gente resolve, depois a gente chora. Não é vergonha chorar, mas desespero não ajuda a pensar numa solução. Ele me abraçou, agradeceu e bloqueou o amiguinho. Eles tem 9 anos.
Uns tem índole boa, outros não.. E começa de cedo! Fiquem atentos aos seus filhos!