A decisão do presidente do Vasco não prejudica apenas o clube que ele lidera. Vai muito além disso. O impacto dessa escolha afeta diretamente o Rio de Janeiro como um todo, minando um dos últimos resquícios de convivência pacífica entre torcidas no futebol brasileiro.
O Vasco, ao insistir nesse tipo de manobra, não só abre mão de receitas financeiras significativas, mas também presta um grande desserviço à cidade. Em um cenário nacional onde a violência nos estádios e no seu entorno cresce de forma alarmante, o Rio de Janeiro ainda consegue manter viva a tradição da torcida mista, algo que já foi extinto em outros grandes centros do país. Não sem dificuldades, é verdade. Mas conseguiu.
Ao propor torcida única, o presidente do Vasco transmite uma mensagem perigosa às autoridades, ao Ministério Público, à Justiça e às forças de segurança: a de que o Rio deve seguir o mesmo caminho de outras cidades e adotar a segregação como solução. Mas todos sabemos que esse não é o caminho. Torcida única não é um remédio, é a confissão de um fracasso. E esse fracasso não pode ser naturalizado.
O futebol carioca, com toda a sua história, sua cultura e sua importância no cenário nacional, não pode se render a essa lógica excludente. Preservar a festa das arquibancadas, com as cores e a paixão dos dois lados, não é apenas uma questão esportiva. É uma questão de identidade do Rio de Janeiro.
A decisão do presidente do Vasco não prejudica apenas o clube que ele lidera. Vai muito além disso. O impacto dessa escolha afeta diretamente o Rio de Janeiro como um todo, minando um dos últimos resquícios de convivência pacífica entre torcidas no futebol brasileiro.
O Vasco, ao insistir nesse tipo de manobra, não só abre mão de receitas financeiras significativas, mas também presta um grande desserviço à cidade. Em um cenário nacional onde a violência nos estádios e no seu entorno cresce de forma alarmante, o Rio de Janeiro ainda consegue manter viva a tradição da torcida mista, algo que já foi extinto em outros grandes centros do país. Não sem dificuldades, é verdade. Mas conseguiu.
Ao propor torcida única, o presidente do Vasco transmite uma mensagem perigosa às autoridades, ao Ministério Público, à Justiça e às forças de segurança: a de que o Rio deve seguir o mesmo caminho de outras cidades e adotar a segregação como solução. Mas todos sabemos que esse não é o caminho. Torcida única não é um remédio, é a confissão de um fracasso. E esse fracasso não pode ser naturalizado.
O futebol carioca, com toda a sua história, sua cultura e sua importância no cenário nacional, não pode se render a essa lógica excludente. Preservar a festa das arquibancadas, com as cores e a paixão dos dois lados, não é apenas uma questão esportiva. É uma questão de identidade do Rio de Janeiro.
@matheusdavasco9 Existe pessoas sem caráter , segundo ela já foi traída por que não largou e continuou seguindo a vida dela ? Depôs do acontecimento do acidente do rapaz casou cuidou dele e a própria traiu ! Um erro não justifica o outro ficou com máluco pq quis safada pilantra sem caráter !!!!!