🚨🇺🇸 Departamento de Guerra autoriza divulgação de informações sobre UAPs.
A medida permite que militares, ex-militares, funcionários e contratados compartilhem informações sobre fenômenos anômalos com o PURSUE, inclusive dados antes protegidos por acordos de confidencialidade.
Menção ao Brasil na atualização de JP. Missions Jorge Pabon (militar aposentado dos EUA, porém ainda ativo em missões sigilosas classificadas dos EUA, já esteve no espaço, já esteve no mundo intraterreno e ele é um denunciante).
"No final de seu relato, enquanto envia saudações e agradecimentos para diversos países e apoiadores de seu trabalho de divulgação, JP faz uma menção direta e calorosa ao Brasil. E isso foi a poucos dias. JP trouxe uma profecia, provavelmente uma informação privilegiada dos militares dos EUA. Ele declara expressamente:
"Shout out to Brazil! I can't forget about Brazil. I love you Brasil and soon something is going to happen over there that's going to shocka lot of people okay".
"Um alô para o Brasil! Eu não posso esquecer do Brasil, eu amo o Brasil e em breve algo vai acontecer por lá que vai chocar muitas pessoas, ok."
JP prometeu que algo grande, disruptivo irá acontecer em nosso território e não vai demorar. Lembrando que JP tem acesso a informações privilegiadas dos Chapéus Brancos.
Então, aguardem! Pq parece que essa transformação JP, já está acontecendo em nosso país e pelo seu prognóstico, ou melhor, a sua informação privilegiada, parece que vai ter algo ainda muito maior, que só é o começo. Tudo isso que está acontecendo, esses escândalos envolvendo ministros, tudo isso é apenas a ponta do iceberg.
Apesar de lançar esse aviso impactante, JP não revela ou detalha nas fontes o que seria esse acontecimento específico que chocará o país, no caso o Brasil."
Demis Viana
🚨👽 A LUA NÃO SERIA NATURAL? — AS DECLARAÇÕES DE ALEX COLLIER
Alex Collier apresentou uma versão extremamente controversa sobre a origem e a história da Lua, baseada, segundo ele, em informações recebidas dos Andromedanos.
🌌 UMA LUA MAIS ANTIGA QUE A TERRA
Segundo Collier, a Lua teria aproximadamente 6,2 bilhões de anos, sendo mais antiga que a própria Terra.
Ele afirma que ela teria se originado em um sistema localizado na região de Ursa Minor (Ursa Menor), onde teria sido uma das quatro luas de um planeta que fazia parte de um sistema com 21 planetas.
Segundo essa narrativa, a Lua teria sido utilizada como um posto militar e de observação do Grupo de Órion.
👽 UMA LUA HABITADA
Collier afirma que a Lua teria sido habitada periodicamente durante aproximadamente 1,8 milhão de anos.
Em determinado período, ela teria abrigado até 5 milhões de habitantes, incluindo seres reptilianos, humanoides e híbridos.
Ele descreve:
• cidades subterrâneas
• estruturas abobadadas na superfície
• lagos subterrâneos
• vegetação
• hangares
• depósitos de alimentos
• equipamentos de fabricação
• antigas tecnologias extraterrestres
BASES NO LADO OCULTO
Segundo Collier, existiriam enormes instalações subterrâneas no lado oculto da Lua.
Ele chegou a afirmar que um desses complexos teria aproximadamente o tamanho do estado de Nova York.
Entre os supostos acessos estariam regiões próximas às crateras Jules Verne, Archimedes e às montanhas Taurus.
UMA GUERRA NA LUA
Em uma palestra de 1996, Collier afirmou que teria ocorrido uma grande guerra lunar aproximadamente 9.600 anos atrás, envolvendo o Grupo de Órion e os Pleiadianos.
Ele também relaciona a destruição de antigas estruturas lunares às chamadas Guerras de Órion, que, em sua narrativa, teriam durado cerca de 600 mil anos.
Segundo ele, crateras e estruturas encontradas na superfície seriam, na realidade, restos de antigas bases destruídas durante esses conflitos.
A LUA TERIA SIDO TRAZIDA PARA CÁ
Uma das alegações mais extraordinárias de Collier é que a Lua não teria se formado junto com a Terra.
Ele afirma que ela teria sido transportada para o nosso Sistema Solar dentro ou associada a um grande corpo semelhante a um asteroide, chegando à região da Terra há aproximadamente 11 mil anos.
Em outra palestra, ele menciona 11.213 anos.
Segundo ele, os responsáveis pelo transporte seriam grupos ligados a Órion.
UMA “LUA ARTIFICIAL”
Collier utiliza o termo “satélite artificial”, mas com uma definição própria: segundo ele, seria um corpo capaz de ser movimentado e alterar sua órbita através de tecnologia.
Ele chegou a afirmar que a Lua teria sido modificada para manter sua orientação atual e que estruturas semelhantes a pesos magnéticos teriam sido colocadas em seu interior.
👽 GREYS E ÓRION
Segundo Collier, em determinado período a Lua estaria sob controle de Greys e grupos de Órion.
Ele também afirma que existiriam instalações humanas secretas na Lua, utilizadas para atividades científicas e militares.
Em uma de suas apresentações, chegou a alegar que 53 naves construídas na Terra estariam estacionadas na Lua.
O LADO OCULTO
Para Collier, o chamado “lado oculto” da Lua seria uma das partes mais importantes dessa história.
Ele afirma que antigas instalações teriam sido descobertas ali e que parte delas teria sido posteriormente utilizada por programas secretos terrestres.
Collier também alegou que astronautas norte-americanos e soviéticos teriam encontrado evidências dessas estruturas, mas que as informações teriam sido ocultadas.
🚨 E SE HOUVESSE UM CONFLITO?
Em uma palestra de 1995, Collier afirmou algo ainda mais extraordinário:
caso fosse necessário, os Andromedanos poderiam utilizar uma espécie de “tractor beam” para deslocar a Lua em direção a Júpiter.
Segundo ele, isso aconteceria caso a Lua se tornasse uma ameaça durante um eventual conflito com os grupos de Órion.
🚨URGENTE - Coordenador de Lula diz que o presidente tem que convocar o conselho da república após crise no STF
Conselho da República é um órgão superior de consulta do presidente da República, criado para decidir sobre intervenção federal, estado de defesa e estado de sítio.
✨Parece que o calor acabou de aumentar.
Em dois dias, Trump soltou três imagens, e elas não caem como o circo habitual de campanha.
Primeira: o uniforme de gala da próxima geração da Força Espacial. Túnica cinza, gola alta, cinto preto, botas, boné de pico, deltas por toda parte. E a parte mais engraçada — a legenda nem disfarça. Inspirado no uniforme de Starship Troopers. Eles estão te dizendo de onde vem o visual.
Depois o pôster: A Lua é nossa. Bandeira dos EUA sobre as crateras.
E por cima disso — ele em uma ponte orbital, flashes piscando na Terra lá embaixo.
Se você assistir como um meme do Trump, você tem um meme. Se você se lembrar de Elena Danaan, você tem um quadro completamente diferente.
Ela vem dizendo a mesma coisa há anos. A Aliança da Terra não é “elfos espaciais em macacões brilhantes”. É o exército da Terra — em primeiro lugar a Marinha dos EUA e o Solar Warden — trabalhando com a Federação Galáctica de Mundos. O pessoal da Terra apelidou a estação XLR6 de Excelsior.
E sim, ela descreveu o uniforme. Não uma segunda pele pleiadiana. Uma túnica azul-escura, botões na lateral, um boné plano com viseira, um emblema com asas e uma estrela vermelha. Soldados da Terra andando pelos corredores de uma estação da Federação com roupas da Terra. Na iluminação da estação, o azul-escuro parece quase preto. O que eles agora vendem como o corte futuro da Força Espacial fica mais próximo disso do que de um macacão inteligente alienígena.
A Lua também não é poesia. Fevereiro de 2021: o satélite é liberado pela Federação e pela Aliança. Depois disso, humanos podem voltar a circular abertamente. Agora o chefe do país que criou a Força Espacial escreve: a lua é nossa. Você pode rir. Você pode não rir.
A imagem orbital com flashes na Terra é a mais ambígua. Na linha do tempo dela, a Aliança não lutou só no espaço. Subterrâneo. DUMBs. Antártica. Então a imagem de “comandante acima de tudo” se encaixa nisso também.
E é aí que Starship Troopers para de ser uma piada. Livro: 1959. Filme: 1997. Na versão dela, o Solar Warden começa depois do acordo de 1954. Ou Hollywood desenhou, anos antes, o que já estava sendo usado atrás de uma porta fechada — ou a estética vazou do jeito que essas coisas sempre vazam. Quase não há terceira opção. A rima é velha demais e apertada demais.
Isso não é “divulgação amanhã, estoure o champanhe”. Isso não é prova. É o momento em que arte oficial, um filme antigo e o testemunho de uma contactee começam a falar a mesma língua. Qualquer um que queira pode descartar como IA e RP. Qualquer um que tenha seguido a linha da Aliança nos últimos anos pode ver que não sobrou muita coincidência nesse conjunto.
O calor não é que Trump postou um uniforme afiado.
O calor é que o uniforme, a Lua e a ponte orbital saíram como um pacote.
TRUMP: Posta imagem retratando Trump comandando operações da Força Espacial da órbita
TRUMP: Afirma que a Lua pertence aos Estados Unidos
TRUMP: Posta imagem do uniforme de gala da próxima geração da Força Espacial dos Estados Unidos
H/T Sam Mast
🚨Outra imagem estranha foi encontrada nos arquivos da NASA, e alguns acreditam que ela possa ser uma evidência de vida inteligente se deslocando pela superfície de Marte.
Daily Mail
Another strange image has been unearthed in the NASA archives which some believe is evidence of intelligent life driving along the surface of Mars. 🔗 https://t.co/dON9Sm3RgY
Eu já sentia isso há semanas. Não foi só pressentimento. Foi aviso. Foi download. E agora está acontecendo.
Há mais de uma semana eu venho falando — inclusive em live — sobre os acordos. Sobre o famoso Tratado de Greada. Porque acordo existiu. Encontro existiu. O que não vingou foi o primeiro entendimento com Eisenhower, em 1954.
Existe testemunho ocular. Existe a carta de Gerald Light. Se quiserem, eu posto ela inteira. Ele descreve uma comitiva extraterrestre: cinco naves diferentes, vários tipos de seres — e também entidades interdimensionais que ele mesmo chamou de etéreos, os etereanos. O pedido foi claro: encerrar os programas nucleares e começar a revelar, de forma progressiva, as tecnologias e iniciar o intercâmbio galáctico.
Não vingou.
Eisenhower queria anunciar o encontro publicamente. Foi impedido pelo Majestic 12. Na sequência, plantaram desinformação. O próprio Dr. Greer já previa que isso poderia suceder. E está sucedendo.
O chamado “segundo acordo”, o da Base de Holloman, é um emaranhado contraditório. Primeiro: eles não acertam nem o ano. Foi 1955? 1956? 1957? 1964? Uma discrepância absurda. Se não acertam a data, imagine o conteúdo.
O encontro que de fato se encaixa no histórico é o de 1964. O cineasta Dan Farah já revelou o que muitos fingem não ouvir: o filme foi encomendado pela Marinha dos Estados Unidos, pelos militares. Na última hora, cancelaram. Sobrou um pontinho de oito segundos no céu — material que qualquer um explica com a desculpa prosaica que quiser — dentro de um vídeo de quinze minutos. O restante foi retirado, suspenso, arquivado. Não chegou ao documentário dos anos 70.
O encontro foi em 1964. O teor, quase certamente, foi o mesmo de sempre: a mesma reivindicação, em sequência. Encontros benevolentes.
Do outro lado, testemunhas de segunda mão. Relatos que depois se desfazem. Gente que admitiu mentir a serviço da inteligência. John Lear, ex-CIA, empurrando a tese de que todos os extraterrestres são hostis, malvados, terríveis. Conveniente. Anos depois, Phil Schneider — credibilidade zero, narrativa plantada — para empurrar a história da falsa invasão.
E agora Ross Coulthart.
Ele pegou a declaração de David Grusch e subverteu. Grusch foi claro: o acordo girava em torno de armas nucleares. Isso confirma o histórico que já conhecemos. Coulthart omitiu. Descartou o fato empírico e empurrou especulação: pacto de abduções em troca de tecnologia, sem fundamento. Jornalista não pode fazer isso. Isso é sensacionalismo. Isso vende. Satélites, rostos, pacto sombrio. Enquanto o testemunho de primeira mão — Gerald Light — nem é citado.
Qual é o pulo do gato?
É simples. A inteligência vai aparecer e dizer: “Fomos intimidados por extraterrestres maus. Para evitar um mal maior, aceitamos o contrato. Somos os bonzinhos. Deixamos abduzir para impedir uma invasão. Mas agora saiu do controle. Eles vão invadir.”
Jogar o maduro para colher o verde. Essa semente foi plantada décadas atrás. É armadilha. É arapuca. E dói ver canais inteiros repetindo essa mentira.
Eu mesmo, no passado, acreditei. Por isso estudei. Por isso fiquei indignado. Tenho compromisso com a verdade. Não posso deixar as pessoas caírem nesse engodo.
Por isso Trump tem duas missões — e uma só não basta. Robert Bigelow já chegou nele em fevereiro com o recado: não entregue a narrativa das entidades não humanas para os outros. Além de anunciar, é preciso controlar a narrativa e refutar os mentirosos. Só anunciar não adianta nada.
Estão compreendendo, meus queridos? Esse é o tempo que estamos vivendo.
Vigilância. Discernimento. Vibração alta. Frequência. Coerência cardíaca. Coração aberto e mente lúcida ao mesmo tempo.
Gratitude infinita. Demis Viana .
https://t.co/NHTFefDrgk