Three displaced persons were killed and more than 10 others wounded after Israeli bombing had targeted their tents in Khan Younis, south of the Gaza Strip
Uma das coisas mais perturbadoras sobre os estupros no caso da Flotilha é que os sobreviventes estão tendo que tomar, por 28 dias, medicamentos para prevenir uma possível infecção pelo HIV em razão da violência praticada pelos soldados.
As mulheres, além disso, tiveram que tomar pílulas do dia seguinte e torcer para que fossem efetivas.
Isso mostra que a violência de Israel não termina quando os sequestrados são libertados. Ela continua no corpo, no medo, na espera por exames, nos efeitos colaterais dos medicamentos, na angústia de quem ainda precisa lidar com as consequências de uma agressão cometida sob custódia de um Estado.
A libertação não apaga a tortura. Não apaga a violência sexual. Não apaga o trauma produzido por um sequestro ilegal e por práticas que deveriam ser tratadas como crimes internacionais.
As violências de Israel continuam acontecendo e produzindo efeitos físicos, psicológicos, políticos e humanos muito depois do fim do sequestro.
💥Horrible MASSACRE
SIX people have been killed and several others injured in Israeli airstrike targeted a group of people in Al Maghazi area, the Middle Area of the Gaza Strip
Est-ce que vous vous rendez compte qu’on est entrain de voir un État pratiquer des doubles frappes sur des ambulanciers depuis une éternité dans le mutisme le plus totale des médias et de la communauté internationale ?