@CaioAugstOR Acho que mais 90% do pessoal que trabalha no mercado financeiro não sabe bosta nenhuma de economia. São bons vendedores de uma mercadoria, como um vendedor de sapato. Poucos fazem projeções, analise, algo serio mesmo. Alem dos outros, que copia tudo de um economista a, b, c falam
O Tribunal de Contas do Paraná fez um levantamento sobre shows contratados por prefeituras do estado desde a pandemia.
E TODOS os 60 artistas que mais ganharam dinheiro com cachê são do sertanejo. Várias duplas fazem um show por mês paga com dinheiro público no estado.
É um sistema que se retroalimenta: só os sertanejos são contratados e são divulgados pelas prefeituras. Logo, só eles ampliam mercado e ganham novos fãs, para quem promovem candidatos e valores dos políticos de direita, que chegam ao poder e os contratam com verbas públicas....
https://t.co/g4xKkCIWAp
@jcaetanoleite Cleitinho não é apenas ruim. Não há, na língua portuguesa, adjetivo capaz de descrevê-lo. Adjetivo como ruim e péssimo ainda são insuficientes para representá-lo.
Alexandre de Moraes diz que modelo eleitoral brasileiro faliu e defende migração para o voto distrital misto > https://t.co/hFzjZF8gwh
Ministro do STF também critica atuação das big techs e afirma que algoritmos passaram a explorar características do eleitorado
Esse debate foi um dos melhores que vi nos últimos meses. Duas pessoas com q mesma escola em economia, mas com divergência em alguns pontos. Muito bacana
BRASIL 2027 | E se as eleições do Legislativo fossem separadas do Executivo? Eduardo Giannetti, economista e filósofo, e Samuel Pessôa, pesquisador do FGV Ibre, discutem melhorias na governabilidade do Brasil em 2027.
Veja como foi o programa completo, que ainda teve participação do pesquisador do FGV Ibre Samuel Pessôa, no site do Estadão → https://t.co/PdO2b0ensm
@goescarlos Sempre vejo esses tipos de questionamentos, lembro do texto do Arida “A história do pensamento econômico como teoria e retórica”. Acho que ele resume bem toda a questão……
🇧🇷⚖️🦷 @danuzioneto | O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) anulou uma resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que reconhecia a harmonização orofacial como especialidade odontológica e permitia a dentistas realizar determinados procedimentos estéticos na face.
A decisão foi tomada pela 8ª Turma do TRF1 e atingiu a Resolução CFO 198/2019, que estava em vigor desde 2019. Entre os procedimentos autorizados estavam aplicação de toxina botulínica, preenchimentos faciais, estímulo de colágeno, laserterapia, intradermoterapia e lipoplastia facial.
O tribunal entendeu que o Conselho Federal de Odontologia ultrapassou suas atribuições ao ampliar, por meio de resolução administrativa, as competências profissionais dos dentistas. Segundo o entendimento adotado, os limites de atuação de cada profissão devem ser definidos por lei federal.
A ação foi apresentada pelo Conselho Federal de Medicina e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, que questionavam a autorização para procedimentos estéticos em toda a face.
A decisão passa a produzir efeitos após a publicação do acórdão, mas ainda cabe recurso. O CFO informou que pretende recorrer.
A young person asked me today for a few papers that would be great to read early on in one’s career. Here is a list I came up with (I posted a shorter list earlier in reply to a comment). There are many other great papers (and I apologize if I didn’t include yours), but my goal was to focus on papers that a 21-year-old undergrad would enjoy a lot. A paper on the asymptotic properties of the bootstrap or on some subtle point about New Keynesian models, as important as it might be, is not what I am looking for. Also, of course, the list reflects my deeply biased taste. So, feel free to add in the comment section other papers you love!
Philippe Aghion and Peter Howitt (1992), “A Model of Growth Through Creative Destruction,” Econometrica.
George A. Akerlof (1970), “The Market for ‘Lemons’: Quality Uncertainty and the Market Mechanism,” Quarterly Journal of Economics.
Armen A. Alchian (1950), “Uncertainty, Evolution, and Economic Theory,” Journal of Political Economy.
William J. Baumol (1967), “Macroeconomics of Unbalanced Growth: The Anatomy of Urban Crisis,” American Economic Review.
Gary S. Becker (1973), “A Theory of Marriage: Part I,” Journal of Political Economy.
Douglas W. Diamond and Philip H. Dybvig (1983), “Bank Runs, Deposit Insurance, and Liquidity,” Journal of Political Economy.
Xavier Gabaix (1999), “Zipf’s Law for Cities: An Explanation,” Quarterly Journal of Economics.
Xavier Gabaix and Augustin Landier (2008), “Why Has CEO Pay Increased So Much?,” Quarterly Journal of Economics.
Luis Garicano (2000), “Hierarchies and the Organization of Knowledge in Production,” Journal of Political Economy.
Edward L. Glaeser, Bruce Sacerdote and José A. Scheinkman (1996), “Crime and Social Interactions,” Quarterly Journal of Economics.
Sanford J. Grossman and Joseph E. Stiglitz (1980), “On the Impossibility of Informationally Efficient Markets,” American Economic Review.
Oliver Hart and John Moore (1990), “Property Rights and the Nature of the Firm,” Journal of Political Economy.
Friedrich A. Hayek (1945), “The Use of Knowledge in Society, American Economic Review.
Bengt Holmström (1979), “Moral Hazard and Observability,” Bell Journal of Economics.
Charles I. Jones (1995), “R&D-Based Models of Economic Growth,” Journal of Political Economy.
Charles I. Jones (2005), “The Shape of Production Functions and the Direction of Technical Change,” Quarterly Journal of Economics.
Michael Kremer (1993), “Population Growth and Technological Change: One Million B.C. to 1990,” Quarterly Journal of Economics.
Michael Kremer (1993), “The O-Ring Theory of Economic Development,” Quarterly Journal of Economics.
Paul Krugman (1991), “Increasing Returns and Economic Geography,” Journal of Political Economy.
Robert E. Lucas, Jr. (1978), “On the Size Distribution of Business Firms,” Bell Journal of Economics.
Kevin M. Murphy, Andrei Shleifer and Robert W. Vishny (1989), “Industrialization and the Big Push,” Journal of Political Economy.
Paul M. Romer (1990), “Endogenous Technological Change,” Journal of Political Economy.
Sherwin Rosen (1981), “The Economics of Superstars,” American Economic Review.
Alvin E. Roth (2007), “Repugnance as a Constraint on Markets,” Journal of Economic Perspectives.
Thomas C. Schelling (1971), “Dynamic Models of Segregation,” Journal of Mathematical Sociology.
Andrei Shleifer and Robert W. Vishny (1993), “Corruption,” Quarterly Journal of Economics.
Michael Spence (1973), “Job Market Signaling,” Quarterly Journal of Economics.
Robert M. Townsend (1979), “Optimal Contracts and Competitive Markets with Costly State Verification,” Journal of Economic Theory.
Martin L. Weitzman (1974), “Prices vs. Quantities,” Review of Economic Studies.
PVC sobre Pelé: "Sabe o que é ser Rei?
Ser coroado aos 17 anos e passar os 70 anos seguintes ouvindo que você é o melhor.
Apenas assistam esse vídeo e aprendam a ser brasileiro e respeitem o nosso Rei.
Hiperestimulação tecnológica pode acelerar perda gradual de habilidades cognitivas
A compulsividade digital está associada a sintomas de ansiedade, depressão, inadequação e isolamento social
https://t.co/smwMzhbEcw