« Je suis favorable à la création d'un État palestinien libre et souverain. Puisse cet État palestinien vivre en harmonie avec l’État d’Israël. Ce que fait le gouvernement israélien n’est pas une guerre, c’est un génocide.» @lulaoficial
Merci, président, pour votre soutien ! 🇵🇸
@TV5MONDEINFO Orgueil d’être à côté du président @lulaoficial depuis mon premier vote ! Nous sommes fiers d’être brésiliens et d’avoir un président vraiment humain. 🇧🇷💜🇫🇷✊🏻
Orgueil d’être à côté du président @LulaOficial depuis mon premier vote ! Nous sommes fiers d’être brésiliens et d’avoir un président vraiment humain. 🇧🇷💜🇫🇷✊🏻
@realDonaldTrump@EmmanuelMacron
🇧🇷 Droits de douane : le président brésilien Lula lance un appel à son homologue américain Donald Trump. "Je plante de la nourriture, pas de la violence ni de la haine".👇
Minhas amigas e meus amigos. É com grande orgulho e imensa alegria que informo: O Brasil está fora do mapa da fome, mais uma vez.
O anúncio foi feito hoje (28) pela FAO/ONU. Isso significa que reduzimos a insegurança alimentar grave e a subnutrição para menos de 2,5% da população. Uma conquista histórica que mostra que com políticas públicas sérias e compromisso com o povo, é possível combater a fome e construir um país mais justo e solidário.
Artigo do Presidente Lula publicado em 10 de julho no Le Monde 🇫🇷, El País 🇪🇸, The Guardian 🇬🇧, Der Spiegel 🇩🇪, Corriere della Sera 🇮🇹, Yomiuri Shimbun 🇯🇵, China Daily 🇨🇳, Clarín 🇦🇷 e La Jornada 🇲🇽.
📰 NÃO HÁ ALTERNATIVA AO MULTILATERALISMO
O ano de 2025 deveria ser um momento de celebração dedicado às oito décadas de existência da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas pode entrar para a história como o ano em que a ordem internacional construída a partir de 1945 desmoronou.
As rachaduras já estavam visíveis. Desde a invasão do Iraque e do Afeganistão, a intervenção na Líbia e a guerra na Ucrânia, alguns membros permanentes do Conselho de Segurança banalizaram o uso ilegal da força. A omissão frente ao genocídio em Gaza é a negação dos valores mais basilares da humanidade. A incapacidade de superar diferenças fomenta nova escalada da violência no Oriente Médio, cujo capítulo mais recente inclui o ataque ao Irã.
A lei do mais forte também ameaça o sistema multilateral de comércio. Tarifaços desorganizam cadeias de valor e lançam a economia mundial em uma espiral de preços altos e estagnação. A Organização Mundial do Comércio foi esvaziada e ninguém se recorda da Rodada de Desenvolvimento de Doha.
O colapso financeiro de 2008 evidenciou o fracasso da globalização neoliberal, mas o mundo permaneceu preso ao receituário da austeridade. A opção de socorrer super-ricos e grandes corporações às custas de cidadãos comuns e pequenos negócios aprofundou desigualdades. Nos últimos 10 anos, os US$ 33,9 trilhões acumulados pelo 1% mais rico do planeta é equivalente a 22 vezes os recursos necessários para erradicar a pobreza no mundo.
O estrangulamento da capacidade de ação do Estado redundou no descrédito das instituições. A insatisfação tornou-se terreno fértil para as narrativas extremistas que ameaçam a democracia e fomentam o ódio como projeto político.
Muitos países cortaram programas de cooperação em vez de redobrar esforços para implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030. Os recursos são insuficientes, seu custo é elevado, o acesso é burocrático e as condições impostas não respeitam as realidades locais.
Não se trata de fazer caridade, mas de corrigir disparidades que têm raízes em séculos de exploração, ingerência e violência contra povos da América Latina e do Caribe, da África e da Ásia. Em um mundo com um PIB combinado de mais de 100 trilhões de dólares, é inaceitável que mais de 700 milhões de pessoas continuem passando fome e vivam sem eletricidade e água.
Os países ricos são os maiores responsáveis históricos pelas emissões de carbono, mas serão os mais pobres quem mais sofrerão com a mudança do clima. O ano de 2024 foi o mais quente da história, mostrando que a realidade está se movendo mais rápido do que o Acordo de Paris. As obrigações vinculantes do Protocolo de Quioto foram substituídas por compromissos voluntários e as promessas de financiamento assumidas na COP15 de Copenhague, que prenunciavam cem bilhões de dólares anuais, nunca se concretizaram. O recente aumento de gastos militares anunciado pela OTAN torna essa possibilidade ainda mais remota.
Os ataques às instituições internacionais ignoram os benefícios concretos trazidos pelo sistema multilateral à vida das pessoas. Se hoje a varíola está erradicada, a camada de ozônio está preservada e os direitos dos trabalhadores ainda estão assegurados em boa parte do mundo, é graças ao esforço dessas instituições.
Em tempos de crescente polarização, expressões como “desglobalização” se tornaram corriqueiras. Mas é impossível “desplanetizar” nossa vida em comum. Não existem muros altos o bastante para manter ilhas de paz e prosperidade cercadas de violência e miséria.
O mundo de hoje é muito diferente do de 1945. Novas forças emergiram e novos desafios se impuseram. Se as organizações internacionais parecem ineficazes, é porque sua estrutura não reflete a atualidade. Ações unilaterais e excludentes são agravadas pelo vácuo de liderança coletiva. A solução para a crise do multilateralismo não é abandoná-lo, mas refundá-lo sob bases mais justas e inclusivas.
É este entendimento que o Brasil – cuja vocação sempre será a de contribuir pela colaboração entre as nações – mostrou na presidência no G20, no ano passado, e segue mostrando nas presidências do BRICS e da COP30, neste ano: o de que é possível encontrar convergências mesmo em cenários adversos.
É urgente insistir na diplomacia e refundar as estruturas de um verdadeiro multilateralismo, capaz de atender aos clamores de uma humanidade que teme pelo seu futuro. Apenas assim deixaremos de assistir, passivos, ao aumento da desigualdade, à insensatez das guerras e à própria destruição de nosso planeta.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República do Brasil
Vocês viram a declaração do Mbappé? Ele convocou o povo francês a não permitir que os fascistas, nazistas e a extrema direita governem a França. Porque ele sabe os problemas de ter extremistas no poder. Também teve a declaração do Raí que eu vi hoje. Essa é a importância das decisões políticas que garantem a democracia.
C’est inadmissible ce que c’est passé à Rafah ce matin.
On peut pas accepter que l’état d’Israël continue à commettre ce genocide. Benjamin Netanyahu @netanyahu et Yoav Gallant @yoavgallant doivent aller en prison immédiatement !
🇵🇸🤍
#StopGazaGenocide#StopBombingGaza
Indigné par les frappes israéliennes qui ont fait de nombreuses victimes parmi les déplacés à Rafah.
Ces opérations doivent cesser. Il n'y a pas de zones sûres à Rafah pour les civils palestiniens.
J'appelle au plein respect du droit international et au cessez-le-feu immédiat.
I am disturbed & distressed by the renewed military activity in Rafah by the Israeli Defence Forces.
I urge the Government of Israel to stop any escalation, and engage constructively in the ongoing diplomatic talks.