Talvez a beleza nĂŁo esteja apenas no fato de acabar nem apenas na tentativa de eternizar.
Talvez esteja no encontro entre os dois:
Saber que algo nĂŁo vai durar para sempre e, ainda assim, amĂĄ-lo o suficiente para querer carregĂĄ-lo dentro de si, quando acabar.
Hoje eu não sei exatamente quem estou me tornando. Mas percebo que jå não sou quem fui. E, enquanto caminho, vou conhecer essa nova versão de mim do mesmo jeito que conheço qualquer pessoa: convivendo com ela todos os dias.