@alerosenfeld Tengo una porq el banco no catalogo los plazos fijo como tales y ahora es fisca por exlusion... Anda a cobrar a un mt una fisca asi lo q realme te valr. Es una pérdida de tiempo
Hay algo que no cierra.
Cuando arrancó el ciclo N10, muchos de los jugadores que hoy son “Caros” o “No se pueden sostener” eran ignotos (Fran Alvarez, Lozano, Molina) o despreciados por sus clubes (Fattori, el mismo Riquelme que estaba en Los Andes).
Cómo es posible que desde Julio 2025 hasta hoy vendimos al Chino (9 millones), Alan (4 millones), Tucu (3 millones), Lozano (3.5 millones), Tobías (3.5 millones), Perello (1.5 millones), Gamarra (1.2 millones) =25 millones de dólares.
Y aún así nos falta plata?? Entiendo que hubo renovaciones y actualizaciones merecidas para ciertos jugadores, pero también sueldos extraordinarios sin sentido alguno (Enzo Pérez, Leandro Fernández).
Yo banco totalmente el proyecto de la dirigencia en general, pero me parece que hacen falta explicaciones más claras para el socio de #AAAJ
🚨 #ULTIMAHORA preocupación por el estado de salud mental de Edward Norton. Se le ha visto desorientado hablando solo durante el USA-Turquía en el estadio de los Ángeles.
Há uns anos vi a Argentina trocar cinco passes curtos junto à linha, talvez contra a Croácia, talvez contra a Holanda ou até antes, e tive a sensação estranha de reconhecer uma coisa que o futebol moderno se tinha esforçado por nos convencer que já não existia. A bola não avançava ainda. Ficava ali, presa a dois ou três corpos, num pequeno atraso deliberado, como se recusasse a obrigação contemporânea de se tornar logo progressão, métrica, vantagem territorial.
É a Argentina de Menotti, da Scaloneta, de Aimar e Manna, de Messi, do toco y me voy, da pausa, do corta-luz. É a magia do enganche e dos criativos contra o império da força, da velocidade, dos dados e da optimização. O húngaro @Jozsef_Bozsik
chamou-lhe, com razão, “a última equipa de futebol”, numa era em que, como nos profetiza, evocando Mark Fisher, o bom velho @stirling_j , parece ser mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do sistema posicional.
A globalização futebolística operou uma arrepiante desterritorialização do modelo de jogo, desde a academia até ao campo. Neste Mundial isso está evidente. Todos parecem ter aprendido a falar com o mesmo sotaque neutro: a mesma educação da jogada, a mesma saída a três, o mesmo duplo pivô, os mesmos extremos fixos, os mesmos laterais por dentro, as mesmas zonas ocupadas com zelo, os mesmos mapas, os mesmos relatórios. Sentamo-nos à frente da televisão e vemos a mesma gramática limpa e abstracta aplicada a corpos, histórias e culturas diferentes, com a bola a passar por estações previstas e o jogador a cumprir, muito direitinho, a pequena liturgia da posição.
A Argentina promoveu um retorno às suas raízes, a um modo de jogo que começa no potrero, no bairro, na cumplicidade dos jogadores que aprendem a reconhecer-se antes de obedecerem ao desenho. E fê-lo sem fingir que o presente não existe: a análise, o vídeo e a preparação estão lá, mas não chegam para confiscar o instante. O jogador aproxima-se, espera, toca e oferece-se, infere o tempo do outro antes de consentir a ordem do campo. A bola deixa de ser apenas uma circulação temporizada entre espaços para voltar a tornar-se numa conversa entre jogadores.
Há então um nostos rumo a um entendimento histórico e sociocultural da bola, relocalizando as relações afectivas entre os jogadores no seu devido contexto. A equipa não aparece como soma de funções, mas como comunidade de gestos, memórias e cumplicidades. Uma forma de jogar que ainda reconhece o improviso, a pausa, a hesitação, a parede, a diagonal e o encontro como parte essencial do jogo.
O tempo canonizou o atleta impecável; convém aqui distinguir o milagre da ginástica. Há uma santidade de ginásio, vontade e penitência que encanta multidões e vende mais suplementos. Mede-se a fome, vigia-se o sono, educa-se o músculo, corrige-se a alma ao espelho e entra-se em campo com a compostura de quem vai disputar um Mister Olympia contra Ronnie Coleman. Bonito, edificante, exemplar. Uma monotonia com jejum intermitente.
O futebol começa noutro sítio, longe da perfeição: no instante em que a bola descobre um corpo mais disponível ao assombro. O jogador torna-se protagonista e vemos que joga, como nas palavras do grande Eduardo Galeano, “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
E sim, Messi é levado ao colo. Por Deus.
Con mis amigos estábamos convencidos de que el mejor plan para reconquistar las Islas Malvinas era armar un recital del Indio Solari allá y generar una invasión de ricoteros tan masiva e incontrolable que a los ingleses no les quedara otra opción que abandonar la isla
En el velorio de Micaela García el Indio llamo a sus papás y nos regaló a todos esos pibes un ratito de consuelo con sus palabras. Y una última despedida para Mica con su canción. Gracias Indio 🤍
🔴 "Buen viaje mi querido amigo, hasta siempre"
🔻 El mensaje que publicó Skay Beilinson para despedir al Indio Solari.
📝 "Te llevo en cada recuerdo,
en cada canción de ayer.
Con un inmenso dolor.
Buen viaje mi querido amigo, hasta siempre.
Ahora sos la luz que viaja entre nosotros y para siempre.
Hoy es un día muy triste".
@CieloDahy Desafío prof y guita jaja lo q pasa q se agota.
Si probé cowork, de hecho voy cada tanto, pero no sentí que fuera lo mismo que espacios de trabajo. Será cuestión de seguir probando