Bonnie Blue can suck 1,000 guys off on camera and not a word from “progressives”.
Only fans has countless young girls entering porn. Not a word from progressives
Tons of fat and not very conventionally attractive people naked in woke adds for 5 year. Not a word from progressives
Body positivity, body autonomy and protecting sex workers were all celebrated by progressives.
Then, an attractive white women with big boobs they don’t like decided to make a sexy naked commercial and “progressives” lost their minds
I guess I should be saying “thank you” because everyday “progressives” prove they are dishonest, hypocritical spoiled crybullies who project their misery onto everything they touch.
Fala-se que a extrema-direita está tomando a Alemanha. Mas não é exatamente isso que está acontecendo. O problema é mais complexo. A polarização (ou a divisão) entre direita populista (AfD) x esquerda populista (Linke) está implodindo o sistema democrático na Alemanha. Como escreveu ontem Yascha Mounk:
"O Linke (Esquerda), grande vencedor de mais uma eleição realizada hoje na cidade-estado de Berlim, descende do Partido Socialista Unificado (SED), que governou a Alemanha Oriental com mão de ferro. Nos primeiros anos após a reunificação, o partido se dirigia principalmente a eleitores mais velhos, nostálgicos da segurança proporcionada pelo regime comunista. Nos últimos anos, o partido se remodelou à imagem da esquerda iliberal global.
[...]
Durante a recente campanha eleitoral em Berlim, alguns de seus apoiadores foram filmados gritando “Yalla, Yalla Intifada!”. Na noite da eleição, o chefe de um notório clã criminoso visitou a festa de campanha do Linke, declarando com entusiasmo à imprensa seu sentimento de afinidade com o partido.
Nem a Esquerda nem a AfD são capazes de resolver os problemas muito reais que a Alemanha enfrenta atualmente. Aliás, apesar de todas as suas enormes diferenças, ambas apresentam algumas semelhanças notáveis — desde suas aproximações com Moscou até sua persistente incapacidade de expulsar os antissemitas de suas fileiras" .
COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER :
VAZA TOGA 2: QUEM É CRISTINA YUKIKO KUSAHARA?
Cristina é chefe de gabinete de Alexandre de Moraes. E segundo mensagens vazadas, é ela quem organiza, orienta e executa os bastidores da máquina repressiva do STF.
👤 Cristina criou e comandou um grupo de WhatsApp que determinava, em tempo real, quem seria mantido preso ou solto após o 8 de janeiro, com base em “checagens” de redes sociais. Prisões em massa foram feitas sem laudos, sem defesa, sem contraditório.
📁 Em áudios vazados, Cristina recomenda alterar os timbres dos relatórios (de STF para TSE), pra esconder que as ordens partiam do gabinete de Moraes, e evitar o que ela mesma chamou de “uso descarado do Judiciário”.
📌 Ou seja: ela ajudou a montar uma estrutura paralela, sem base legal, sem controle externo, operando como Estado dentro do Estado.
🎖 Por tudo isso, foi premiada em 2023 com a Medalha do Pacificador pelo Exército, entregue por Moraes e pelo Ministro da Defesa. Premiada por silenciar vozes?
🎓 Tem diploma em História e Direito, especialização em Direito Civil, e é hoje mestranda em Políticas Públicas.
Mas sua “especialidade real” parece ser repressão institucional disfarçada de legalidade.
Vera Magalhães tem razão: existe preconceito de classe contra Lula. E eu diria mais: é um preconceito perfeitamente legítimo.
A obscenidade está em fingir que a classe em questão ainda é a do retirante, do torneiro mecânico, do trabalhador pobre que chegou ao Planalto. Essa biografia continua sendo usada como salvo-conduto moral muito depois de ter deixado de descrever a realidade material do personagem.
Lula declarou ao TSE, em 2026, patrimônio de cerca de R$ 4,7 milhões. É um milionário. O preconceito de classe contra o universo ao qual ele pertence não é o horror do rico diante do pobre que entrou no aeroporto.
É o asco de uma classe média que paga boleto, plano de saúde, escola, supermercado e imposto em cima de imposto diante de uma elite progressista que transformou a pobreza dos outros em certificado de superioridade moral.
É uma elite que precisa ajudar o pobre para sentir-se virtuosa, mas não suporta perder o pobre como personagem. Precisa dele dependente, objeto da própria generosidade, porque sua identidade moral depende disso.
Mobilidade de verdade é perigosa: o pobre que sobe, ganha independência e começa a escolher sozinho já não serve tão bem como adereço da bondade alheia. O ideal é ajudá-lo o bastante para exibir compaixão e conservá-lo por perto para continuar exibindo compaixão.
Lula é a encarnação perfeita dessa contradição. Fala em nome dos de baixo a partir de um mundo ao qual eles jamais terão acesso. A superioridade moral exige que sua origem continue sendo apresentada como sua classe atual, como se décadas de poder, patrimônio, privilégios presidenciais e convivência com a elite econômica fossem acidentes biográficos. O operário virou milionário, mas a mitologia exige que continue entrando em cena de macacão.
E então chegamos ao detalhe delicioso: essa elite dos pobres adora luxo. Nos primeiros sete meses do terceiro mandato, as despesas do cartão corporativo presidencial chegaram perto de R$ 8 milhões e registraram média superior, em valores corrigidos, à dos mesmos períodos iniciais de Bolsonaro, Temer e Dilma.
Na coroação de Charles III, Lula e Janja ficaram no Marriott Grosvenor House, onde a suíte presidencial podia chegar a £ 5.900 por noite; a viagem custou cerca de R$ 3 milhões, metade em hospedagem. É a velha esquerda brasileira realizando seu sonho histórico: combater a aristocracia hospedada como aristocracia.
Dilma já tinha oferecido a versão anterior dessa comédia. Em Nova York, durante viagem à ONU, ficou no St. Regis; reportagens da época registraram a hospedagem na suíte Tiffany, então anunciada a US$ 10 mil por noite. Socialismo, no Brasil, sempre teve uma relação curiosamente amistosa com mordomo.
O episódio dos móveis do Alvorada é quase uma instalação artística sobre essa mentalidade. Lula reclamou que Bolsonaro havia “levado tudo”; o governo comprou cerca de R$ 196,7 mil em novos móveis.
Depois, todos os 261 bens inicialmente dados como desaparecidos foram localizados em dependências da Presidência. O Planalto sustentou que parte estava sem controle e em mau estado. A pobreza é sempre austera quando abstrata. Na hora de sentar, contudo, convém examinar o sofá.
Nem o universo do Banco Master combina muito com a ficção de um Lula apartado da elite financeira de Brasília.
Em dezembro de 2024, Lula recebeu Daniel Vorcaro no Planalto numa reunião fora da agenda oficial, ao lado de Guido Mantega, Augusto Lima e Gabriel Galípolo. Foi antes do escândalo do Master vir a público.
Não se trata de inventar culpa criminal, mas de observar a paisagem social: banqueiros, ministros, advogados, autoridades, hotéis, recepções, gabinetes e milhões. É nesse mundo que circula o homem apresentado eternamente como representação material dos de baixo.
Então sim, Vera: existe preconceito de classe contra Lula.
Só erraram a classe.
Bolsonaro popularizou o lema “Deus acima de todos”. A liturgia lulista resolveu o problema dispensando o intermediário: acima de todos, Lula.
Radical Muslins are trying to cancel John Cleese because they don’t like his criticism of Islam.
We love and support John.
We support freedom of speech.
Don’t let them shut him down.
I implore EVERYONE to get behind @JohnCleese and send a message we won't be threatened.
Sou maranhense como o excelentíssimo ministro. E me orgulho de ter nascido na mesma terra de Zeca Baleiro, Alcione, Gonçalves Dias, Aluísio de Azevedo e Ferreira Gullar.
Sei que em Brasília, como acontece com determinadas regiões do país, o nordestino ainda sofre um baita preconceito. E eu já fui alvo de olhares indigestos pelo simples fato de nascido no estado mais atípico entre todos da região. Para mim, tudo bem. Nunca falei isso publicamente. Afinal de contas, quando aconteceu, eu ignorei o interlocutor e segui em frente. É a vida.
Assim como, do outro lado, fui recebido com extremo carinho em regiões consideradas bairristas. Tenho grandes amigos gaúchos e catarinenses, por exemplo. Aliás, se existem duas fontes com as quais me dou bem são justamente as bancadas gaúchas/catarinenses no Congresso Nacional.
Mas verdade seja dita. Aqui as críticas ao ministro não tem relação alguma com o fato de ele nascer ou não no Maranhão. As críticas - inclusive do Palácio do Planalto, inclusive do próprio Lula - são fruto da forma deselegante como ele tratou o presidente de Corte e como ele, de forma jocosa, atuou em determinados momentos em um julgamento de extrema gravidade institucional. Faltou decoro ao ministro.
E um detalhe importante: se existe uma característica inata a praticamente todo maranhense é sua educação e sua gentileza. E não foi isso que vimos do ministro maranhense no STF na semana passada.
Germany destroyed its own price controls in 1948 and watched an economy resurrect itself inside eighteen months.
Ludwig Erhard did it unilaterally. On June 20, 1948, he abolished the Nazi-era price and wage controls that the Allied occupation forces had maintained, then went on radio to tell Germans what he had done before anyone could stop him. The American occupation authorities were furious. General Lucius Clay demanded an explanation. Erhard told him he had not reformed the controls, he had abolished them.
The results were immediate. Goods reappeared on shop shelves within days. Germans who had been hoarding anything of tangible value started trading again because currency reform and price liberalization made holding marks rational for the first time in years. Industrial output rose 50 percent in the six months following the reform.
The villain in this story is price controls, and the economists and bureaucrats who insist they tame chaos rather than create it. Price controls tell producers to stop producing and tell consumers to hoard. Every time. The postwar German black market proved it: the official economy was starving while the illegal economy fed people. Erhard simply liberated the black market by freeing prices.
You benefit from this history whether you know it or not, because it settled an empirical argument that interventionists have been trying to reopen ever since. Free prices coordinate production without a central planner. Suppress them and you get empty shelves and queues. Germany in 1946 had both. Germany in late 1948 had neither.
The so-called Wirtschaftswunder, the economic miracle, was not miraculous; Erhard applied basic economic logic that Friedrich Hayek had already formalized in 1945 in "The Use of Knowledge in Society." No central authority possesses the dispersed, local, constantly changing information that prices aggregate and transmit. Bureaucrats trying to set correct prices are not just inefficient; they are epistemically incapable of the task. Hayek made the theoretical case, thrn Erhard ran the experiment on a starving nation, and proved it.
West Germany grew at roughly 8 percent annually through the 1950s. East Germany, running Soviet central planning across the same ethnic population with similar prewar industrial infrastructure, stagnated and eventually built a wall to prevent its citizens from leaving. That comparison is about as clean a controlled experiment as political economy ever produces. Same people, same history, radically different institutions.
The lesson: prosperity flows from secure property rights, sound money, and voluntary exchange. Erhard gave West Germans all three in one afternoon.
Every glib, arrogant, virtue-signalling celebrity who’s broadcast the lie that kids will kill themselves if not allowed to transition deserves to have this read aloud to them non-stop through a megaphone for a year.
There was a time when Pink Floyd’s David Gilmour was earning so much money that he described the amount as “obscene.” He recalled how he would spend his mornings writing checks to charities, simply trying to find a meaningful way to use his enormous wealth. But one day, he decided to go even further. After selling his London home for £4.5 million, Gilmour donated the entire proceeds to Crisis, a charity helping homeless people. “I don’t need that money, and I just thought it would be the right thing to do,” he modestly explained.
Reflecting on life with his characteristic wisdom, Gilmour spoke about the simplicity he had come to value: “You start collecting Ferraris, then you have to buy buildings to put them in, and then you have to employ people to look after the people who look after all your possessions. Life becomes very complicated. And at some point — at least, that’s what happened to me — you find yourself thinking, ‘I don’t need any of this.’ And suddenly, life becomes simpler.”
UM SEBASTIÃO COELHO POR ESTADO
A única instituição constitucionalmente habilitada a exercer o controle político sobre o STF, nas hipóteses previstas pela Constituição, é o Senado Federal.
Daí a importância de empenharmos o melhor dos nossos esforços para eleger 54 senadores dotados de competência jurídica, compromisso patriótico e coragem física e moral semelhantes aos demonstrados pelo desembargador Sebastião Coelho.
Sei que, ao formular esse propósito, navego nas nuvens da ilusão e talvez do exagero, pois tenho consciência de que são poucas as pessoas capazes de reunir, na mesma medida, esses predicados e demonstrá-los com a determinação, a firmeza e o desassombro do nosso desembargador.
Ainda assim, acredito que não seja demais sonhar com a existência de um Sebastião Coelho em cada Estado brasileiro. Não como uma reprodução de pessoas, mas como uma referência de independência, coragem e compromisso com a Constituição.
Independentemente de quão distante possa parecer esse sonho, seria uma demonstração de irresponsabilidade cívica do eleitorado do Distrito Federal desperdiçar a oportunidade de eleger Sebastião Coelho para integrar o colegiado do Senado Federal, a instituição que, nos termos do artigo 52 da CF/88, exerce competências privativas em relação às autoridades ali previstas.
Globalism was sold with a promise of prosperity. In reality, it was the greatest redistribution of wealth in human history.
Globalism meant Western factories closed, borders opened, and jobs relocated to wherever it was cheaper and convenient. The industrial worker in Vienna, the Ruhr region, or Ohio became unemployed or was pushed into low-wage service sector work.
At the same time, profits ballooned for the middlemen who produce nothing. Financial conglomerates, importers, logistics giants, tech platforms, and consultants have pocketed the margin between cheap production in Asia and expensive sales in the West.
The result is a super-rich global elite and a left-behind, indebted proletariat. The middle class—the backbone of every free society—was crushed. This represents the greatest surge in inequality in a century. Without globalism, China would never have risen.
The West gave China everything, including its 2001 admission to the WTO, even though China lacked a true market economy or rule-of-law system. It was a voluntary technology transfer: anyone who wanted to produce in China was forced to hand over their intellectual property.
The West looked the other way on forced labor, state subsidies, currency manipulation, and technology theft. Capital on a scale of trillions of dollars has been pumped directly into China.
The West dismantled its own industrial base and rebuilt it in China. The West financed a totalitarian surveillance state that now uses Western money to rearm, buy up strategic ports, monopolise raw materials, and exercise leverage over us.
China did not rise despite the West, but because the globalist West built it that way. Short-term profit was prioritised over national security, industrial sovereignty, and local workforce stability.
A rootless, stateless elite in New York, Brussels, Berlin, and Shanghai feels at home everywhere and takes responsibility nowhere. In its wake are stranded communities, stripped of industry and upward mobility, entirely dependent on supply chains controlled by a foreign power.
This was no mistake. It is how the system was designed to work.
A resposta do escritório da mulher de Moraes sobre o vídeo divulgado hoje: “O escritório Barci de Moraes informa que contrata serviços de táxi aéreo de diferentes empresas, entre elas a Prime Aviation, cujos serviços foram utilizados em determinadas ocasiões.” 😂😅
All these Ukrainian cities were destroyed by russians. All the Ukrainian people killed in these cities were killed by russians. All the homes burned were burned by russians.
It is not Putin, but russian people who have committed these crimes.
Qualquer outro cidadão já estaria preso preventivamente com o nível de evidência que se tem contra o Alexandre de Moraes.
Xandão já teria mandado Alexandre de Moraes pra cadeia há muito tempo. Imagine um agente público ativamente tentando impedir o prosseguimento das investigações
- e em contato direto com o chefe dos investigadores. O quê a fúria alexandrina reservaria a um acusado com essas credenciais?
Alexandre de Moraes se comporta como se o Brasil inteiro não soubesse o que ele fez. Não tem vergonha alguma. Como se o nome Master não estivesse estampado na sua careca. “Como ousam desconfiar de mim. A careca que salvou a democracia do Brasil? Voltam ao trabalho, plebeus”. O que mais me choca é ter plebeu batendo palma.
A ‘PF Paralela’, denunciada por Fux e Mendonça, revelou uma parte do deep state brasileiro?
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John Cleese, 86, is being targeted by activist group Deenified as he tours England with his Holy Grail stage show. The group has accused him on X of "using your platform to attack Islam" and "spreading dangerous misinformation," with one activist calling free speech "a convenient shield for anti-Muslim hostility."
Cleese rejects the Islamophobe label entirely, calling himself "Islamosceptic," and has pointed out nobody ever called him "Christophobic" after Life of Brian. Islamic outlet 5Pillars has gone further still, explicitly demanding he be de-platformed.
Rupert Lowe has already called this what it is: a pressure group trying to bully an 86-year-old man into silence over jokes and honest opinions. He's right, and he's right to tell Restore Britain to back Cleese publicly.
These people don't want dialogue. They want submission. Every time someone caves to this kind of pressure, it teaches them the tactic works, and they come back harder next time for the next target. Cleese is refusing to bow, and every single person who values the right to criticise a religion without getting hounded for it should be standing directly behind him.
Protect @JohnCleese, at all costs.
Caio Coppolla dá um esculacho na Janja pelo discurso de ontem em Santa Catarina.
“Vem cá, você viu o que a primeira-dama disse ontem? Pois é o casal presidencial veio à Santa Catarina contratou figurantes para se passarem por militantes, ofendeu o povo catarinense e ainda insultou a realidade dos fatos com um discurso de DIVISIVO, PRECONCEITUOSO E DESAGREGADOR.