Os Poderes Executivo e Legislativo do Paraná, sob o comando do governador Ratinho Jr. e do presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, respectivamente, estão dedicando todo ano dezenas de milhões de reais em publicidade institucional a veículos de comunicação do Paraná.
O movimento agrada muito ao setor, como afirmou o presidente da Associação das Emissoras de Radiofusão do Paraná (AERP-PR), Rodrigo Martinez, em recente discurso em um evento organizado pelo governador.
De outro lado, a medida pode estar afetando o trabalho e a isenção da imprensa paranaense, num fenômeno que lembra a cobertura da invasão alienígena inventada por Mayk Leão.
Imagens: Rádio Arena FM 97.7
👽 Deixando-se envolver pelo sensacionalismo e pelo trabalho fácil, a imprensa paranaense e brasileira dispensou fontes primárias na cobertura do caso do suposto OVNI de Campo Largo e pode ter produzido uma "barrigada" de outro mundo.
O canal @nalatadriver desmentiu a história da suposta invasão alienígena com uma ação bastante simples.
O desproporcional interesse da imprensa pelo ET de Campo Largo contrasta com a atenção dada àquele que é provavelmente o maior trabalho de apuração jornalística feito no Estado nos últimos anos: o Frangogate, que foi produzido com farta documentação, envolve a cúpula do governo estadual e ainda terá repercussão capital no Paraná. É o mundano problema da verba estatal.
Neófito em contratos de concessão rodoviária, o ex-secretário de Infraestrutura do Paraná, Sandro Alex, não fez um bom trabalho ao negociar com o governo federal os termos do lote 5 do programa de pedágio do Estado.
O lote foi a leilão com preços altíssimos e, mesmo com o desconto oferecido pela empresa vencedora, resultou em tarifas de R$ 18,80, que começam a ser cobradas hoje em três praças (localizadas em Floresta, Mamborê/Campo Mourão e Corbélia).
Carinhosamente, resolvi batizar informalmente a praça de Floresta com o nome do ex-secretário, para que ele possa ser lembrado pelos próximos 30 anos de duração do contrato.
Você já sabe como o seu deputado federal votou o projeto do fim da escala 6 x 1? Então deveria saber. Envolvido em populismo emocional, o projeto não criará riqueza, como se tem anunciado.
457 days after @rumblevideo and Trump Media sued Brazilian Supreme Court Justice Alexandre de Moraes over extraterritorial censorship, a federal court in Florida has finally authorized service by email.
Today’s decision allows the case to move forward and takes us one step closer to protecting Americans’ First Amendment rights from foreign censorship.
Justice Moraes imposed secret censorship orders from Brazil on American platforms and speech protected by the Constitution while bypassing the U.S. government and courts.
Moraes must now respond in an American court or face a judgment by default.
Não é preciso tomar posição imediata sobre os repasses de uma empresa ligada a Daniel Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro, mas é necessário que o senador Flávio Bolsonaro preste maiores esclarecimentos a seus apoiadores, presentes ou futuros.
Quase 800 pessoas estiveram presentes hoje em Maringá no encontro dos partidos NOVO e PL com o pré-candidato ao governo do Paraná, @SF_Moro , e com os pré-candidatos ao Senado, @deltanmd e @filipebarrost.
Rumo à vitória!
Nas últimas semanas, o "frangogate" revelou que homens fortes do governo Ratinho Jr. adquiriram diversos imóveis rurais no noroeste do Paraná para a instalação de aviários e de ao menos uma granja.
Hoje, lembramos do primeiro FIDC Agro Paraná (Fiagro) estruturado pelo governo estadual (por meio da Fomento Paraná), em parceria com a cooperativa C.Vale e com o Sicredi.
Lançado no ano passado, o fundo emprestou recursos a associados da cooperativa a taxas de juros mais baixas e com prazos de pagamento mais longos para financiar justamente a construção de aviários, granjas e outras instalações no campo.
Considerando que parte do dinheiro que integra o Fiagro é público, e que o fundo beneficia um número limitado de pessoas, perguntamos se agentes do Estado envolvidos na criação nesse programa de crédito não estariam sendo beneficiados por ele.
A cooperativa C.Vale e a sua parceira Pluma receberam centenas de milhões de reais em benefícios fiscais do governo estadual nos últimos anos. As duas controlam a Plusval, que opera sob a marca Levo.
Em decisão histórica, o Senado rejeita a indicação de Jorge Messias para o STF por 42 votos a 34 e uma abstenção. Lula é o primeiro presidente a ser derrotado em uma indicação do tipo desde Marechal Floriano em 1894.
É o início da retomada do país, do fim dos abusos dos atuais ministros do STF e da derrota do PT nas eleições deste ano.
Após o anúncio de que o governo do Paraná custearia a obra de duplicação de 20 km da rodovia SC-417, entre Guaratuba (PR) à Garuva (SC), o apresentador Ratinho, pai do governador do Paraná, surgiu como garoto propaganda e investidor de um empreendimento imobiliário na cidade catarinense.
O uso de recursos públicos em proveito de empreendimentos imobiliários privados, que tem sido a marca do "frangogate", parece se repetir, desta vez em Santa Catarina.
A obra na SC-417, que inclui três novos viadutos, é fruto de um acordo por meio do qual o Estado do Paraná pagará uma dívida com Santa Catarina, mas inclui um aporte voluntário (e inexplicável) de R$ 92 milhões dos cofres paranaenses no Estado vizinho.
O governo do Paraná custeará o recapeamento asfáltico da estrada que leva ao distrito Vila Nilza, no município de Iporã, noroeste do Estado. No ano passado, o governador Ratinho Jr. comprou uma fazenda no local.
O governador também é dono de alguns aviários instalados em outro imóvel de Iporã. O empreendimento é vizinho de instalações semelhantes montadas por seu chefe de gabinete, Darlan Scalco, e por outros dois ex-integrantes do governo estadual (Marcel Micheletto e João Biral Júnior).
Os quatro amigos adquiriram juntos o imóvel-mãe em 2022, que posteriormente foi dividido.
Nos últimos dias, visitamos cinco imóveis que o chefe de gabinete do governador adquiriu na região desde 2021.
Pavimentação estrada da Vila Nilza:
Convênio Estado/município Iporã: 37/2025-SEIL;
Valor do convênio: R$ 7.141.907,44
Antes de tudo, está errada a sua avaliação sobre a situação fiscal do governo anterior. Com todos os defeitos, foi o governo anterior que pegou o Estado quebrado e proporcionou a capacidade de investimento para o governo atual, que ainda combinou dois aumentos de ICMS, dinheiro da pandemia e reforma da previdência. Se eu não tivesse monitorado de perto a contabilidade do Estado, eu não saberia disso, mas eu acompanhei.
Há pelos significativos no contrato de pedágio, a começar pelo valor praticado em vários trechos. Este foi outro assunto que acompanhei não só no governo atual, como em governos anteriores. Também foi um assunto que, diferentemente da fraca turma de Jandaia, marcou minha vida, pois me levou a abrir mão de uma estabilidade e um ótimo salário para sempre.
A reação popular à realidade que a turma enfiou por 30 anos o Estado fala por si. Incompetente, o governo estadual ficou a reboque de Brasília.
Menos mal que o setor produtivo e a Assembleia, superando a inicial resistência da turma do governo, evitou uma tragédia, promovendo mudanças nas licitações que asseguraram R$ 9 bilhões em recursos dos contratos no próprio Paraná.
Sobre as pavimentações, somadas das compras vultosas de imóveis por quem autorizou os próprios investimentos e ainda concedeu benefícios fiscais milionários a empresas ligadas aos negócios, não seja ingênuo. Este é outro assunto que, a exemplo de tantos outros, aprofundei-me muito para comentar.
Sou responsável, durmo tranquilo. Não podemos falar o mesmo de quem está sendo tendo as ações reveladas agora.