Lula foi filmado convidando Alexandre de Moraes para tomar um café, assim como Jair e Flávio Bolsonaro tomavam com Gilmar Mendes.
Um dos requisitos de Jair para indicações ao STF, como as de Kassio Nunes Marques e André Mendonça, era “tomar tubaína comigo, pô”. E Flávio, o sabotador da Lava Toga e louvador do “garantismo” de Cristiano Zanin, relatou várias vezes seu tour em gabinetes do Supremo.
A diferença é que Moraes foi o relator que votou pela condenação do ex-presidente à prisão, enquanto Gilmar votou para aliviar Lula da cadeia e de suas condenações por corrupção e lavagem de dinheiro, ajudando também a blindar Flávio com foro privilegiado retroativo e veto à reabertura das investigações de rachadinhas.
O irmão de Gilmar, Chico Mendes, ainda foi eleito prefeito de Diamantino-MT com apoio presencial de Jair Bolsonaro e R$ 300 mil do fundo partidário do PL.
O advogado de Gilmar, Rodrigo Mudrovitsch, foi indicado por Jair Bolsonaro em 2020 para concorrer a uma vaga de juiz na Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) do qual assumiu a presidência para o biênio 2026–2027.
Gilmar é blindado por baixo com seu amigo e ex-sócio Paulo Gonet na PGR e, graças a Jair Bolsonaro, também por cima, com seu amigo e advogado Mudrovitsch na Corte IDH, caso alguém recorra a ela contra o STF. “Esqueça qualquer crítica ao Gilmar”, resumiu o ex-presidente a seu filho Eduardo.
Algumas das confidências entre Jair Bolsonaro e o ministro do Supremo foram reveladas sem constrangimento pelo próprio Gilmar, como no caso do lamento da indicação do ex-juiz Sergio Moro como ministro da Justiça e da satisfação do decano com o então presidente por “tê-lo devolvido ao nada” (embora Moro seja hoje o líder das pesquisas para o governo do Paraná).
Já Moraes virou um aliado mais próximo de Lula em maio de 2023, quando, depois de outro cafezinho, o petista indicou ao TSE dois de seus camaradas: Floriano de Azevedo Marques Neto e André Ramos Tavares. Fora uma pequena desavença em relação à indicação de Jorge Messias para o STF, Moraes e Lula têm agendas e interesses comuns, como a regulação das redes sociais a pretexto de combater “fake news”.
As reuniões informais entre autoridades da cúpula dos Três Poderes, cada qual interessada em decisões da outra (não raro tomadas logo após esses encontros), são sintomas de um patrimonialismo cruzado, ou seja, da utilização do Estado como propriedade pessoal de ocupantes temporários de cargos públicos, alinhados entre si para satisfazer mutuamente suas ambições de poder e blindagem.
Os efeitos, no entanto, são distintos em cada episódio. A aliança entre bolsonarismo e gilmarismo contra a Lava Jato ajudou o lulismo, enquanto a aliança de lulismo e alexandrismo contra os alegados golpistas atrapalhou o bolsonarismo.
Como os Bolsonaro conseguiram ser aliviados no caso das rachadinhas, mas Jair e Eduardo acabaram condenados por tentativa de golpe e coação no curso do processo, eles usam as extrapolações de Moraes para conservar um discurso de vítima do sistema - o mesmo que alimentam desde 2019. Sem falar no apoio a Hugo Motta e Davi Alcolumbre no Congresso, e a outros candidatos do Centrão, como André do Prado e Arthur Lira, queridinho de Gilmar.
As tensões específicas entre bolsonarismo e Moraes, bem como entre lulismo e Mendonça (nos casos do INSS e do Banco Master), não escondem a realidade mais ampla de que ambos os lados, com seus enormes rabos presos, só querem um sistema para chamar de seu, à base de muito café e alguma tubaína.
🏡Home-made #TCAR (TransCarotid Artery Revascularization), as described by Criado & modified by Soto et al.
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Os intocáveis não aceitam críticas.
Os intocáveis não aceitam o humor.
Os intocáveis não querem prestar contas de seus atos.
Os intocáveis se julgam acima dos demais brasileiros.
Não vou recuar um milímetro. Segue o jogo.
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Dizem que privatizar a Petrobras é loucura.
Loucura é o Brasil ter uma das maiores reservas de petróleo do mundo e o povo continuar pagando caro na bomba.
Loucura é transformar estatal em caixa de partido e máquina de corrupção, como vimos no Petrolão.
O Brasil não é um país pobre. É um país roubado. Chega da farra dos intocáveis.
A companheirada do PT agora decidiu me perseguir.
Eu quero SIM que jovens a partir de 14 anos possam trabalhar. Para construir caráter e ter oportunidade de futuro. É o que acontece nos países desenvolvidos.
No Brasil real os jovens só têm 2 caminhos: a informalidade ou as facções. O programa jovem aprendiz é burocrático e restritivo. Comigo, isso acaba.
Que tal patrulhar as ruas em vez de perseguir opositores? @LulaOficial@tuliogadelha
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Chega uma hora em que até o sujeito mais paciente cansa.
Cansa de ser desrespeitado. Cansa de ser feito de trouxa. Cansa de pagar o maior imposto do mundo e receber em troca insegurança e corrupção.
Foi isso que eu encontrei em Minas em 2018.
Foi pra acabar com isso que eu entrei na política, depois de passar mais de 30 anos da minha vida empreendendo e gerando emprego.
Graças a Deus a missão foi cumprida no meu estado. E agora o próximo passo é pelo Brasil.
Pra acabar com esse ciclo vicioso, onde o governo fica cada vez mais rico e o povo cada vez mais pobre.
O Banco Master e o escândalo do INSS, casos mais recentes, não são um simples acaso. É só o rei ficando nu diante do povo. Mais uma vez.
É pra acabar com essa farra que eu entrei na vida pública, e é por ela que eu ainda estou aqui, como pré-candidato a presidente da República.
Não darei nenhum passo atrás. Porque meus princípios e valores são inegociáveis. Temos um Brasil a resgatar.
Meu nome é Zema.
Vorcaro bancou jatinho, hotel de luxo, lagosta e whisky pra político vendido encobrir fraude no Banco Master.
Foi isso que a PF revelou hoje.
O sistema dos intocáveis funciona assim: o povo paga imposto e eles vivem no luxo protegendo uns aos outros.
Mas o silêncio em Brasília mostra uma coisa: eles estão com medo.
O Brasil não é um país pobre. É um país roubado.
Essa é que é a verdade.
Enquanto o PT sufoca quem produz com imposto, burocracia e insegurança, em Minas nós fizemos o contrário: respeitamos o agro, destravamos investimentos e colocamos o governo pra trabalhar a favor de quem acorda cedo.
O resultado tá aí: pela primeira vez na história, o agro ultrapassou a mineração e virou o principal produto de exportação de Minas.
Porque quando o governo para de atrapalhar, o Brasil que trabalha prospera.
O agro não quer privilégio. Quer estrada, segurança, liberdade e respeito.
Foi isso que fizemos em Minas. Invasão de terra não tivemos. Deixamos bem claro que não toleraríamos. Nosso foco é proteger quem produz.
E se foi possível fazer em Minas, é possível fazer no Brasil inteiro.
Seu dinheiro não vale menos por acaso.
Vale menos porque tem gente vivendo melhor com ele.
R$ 20 bilhões em privilégios no Brasil do PT. Enquanto isso, a Argentina do bravo Milei tá dando aula.
Até quando seremos vassalos dessa turminha? Chega de bancar os intocáveis.
O problema do Brasil nunca foi falta de dinheiro. É sobra de ladrão.
Enquanto o brasileiro rala, paga imposto e não vê retorno, uma turma lá em cima segue vivendo como se estivesse acima da lei.
É escândalo atrás de escândalo. Privilégio atrás de privilégio. E depois ainda perguntam por que falta dinheiro pro básico.
Falta estrada. Falta hospital. Falta segurança. Mas nunca falta dinheiro pra quem se protege dentro do sistema.
O Brasil virou um país onde o governo é rico e o povo é pobre.
Eu não aceitei isso em Minas. Cortei mordomia, enxuguei a máquina e coloquei o dinheiro onde ele tem que estar, que é servindo quem paga a conta e produz.
E é exatamente isso que o Brasil precisa agora. Chega da farra dos intocáveis.
Minhas ideias pra acabar com essa farra são claras:
• acabar com supersalários e privilégios em todos os poderes
• limitar o foro privilegiado que protege político corrupto
• aumentar a transparência pra cada real ser rastreado
• endurecer a punição pra quem rouba dinheiro público
• reformar o sistema que hoje protege quem deveria dar exemplo
Porque no Brasil que eu acredito ninguém pode estar acima da lei.
Não somos um país fracassado. Somos um país roubado.
E comigo isso vai acabar.
Right Subclavian to left Carotid Artery Retropharyngeal Bypass with GSV. This is a Takayasu case. The video shows the route behind the esophagus, which has a low risk of infection, allows for possible postoperative tracheostomy, and using the GSV does not cause a noticeable foreign body sensation when swallowing.
In 1929, a 25-year-old doctor cut into his own arm and inserted a catheter into his heart.
No permission, no supervision, just sheer defiance.
He risked death to prove a theory no one believed.
His insane gamble saved millions of lives.
Here's his story: