Leitura saborosíssima, um calhamaço que lemos com avidez.
Tá lá na loja do Tio Bezos com um bom desconto, e qualquer livro do Bill Bryson é divertido demais de ler. Zilhares de informações interessantes em um texto não menos que excelente.
Excelente mesmo.
UM ACHADO! Do excelente diretor Paolo Sorrentino, "As Consequências do Amor" chegou no Prime Vídeo.
O filme estrelado por Toni Servillo segue os passos de um homem recluso, cheio de segredos, que vivia num quarto de hotel e acaba atraído por uma garçonete.
Acho que acabei de assistir o filme nacional mais tenso e angustiante entre muitos que já vi, e um retrato bem preciso de nossos tempos, principalmente politicamente falando. É uma adaptação do livro "O Jantar" do Herman Koch. Marjorie Estiano e Alexandre Nero magistrais! 4/5
Antes de morrer, Kafka pediu ao amigo Max Brod que queimasse seus escritos inéditos. Brod desobedeceu. Graças a essa deslealdade, conhecemos obras como "O Processo". Que ironia: para que Kafka se tornasse eterno, foi preciso que um amigo traísse seu último desejo.
@AcarajeCeo Acho q além de Bahia, vc entende muito de política. É bom a rapaziada fazer esse tipo de post por aq, pra eu fazer uma limpeza de quem sigo
Um Ivan Lessa carnudo por míseros 28,00 e entrega grátis, vamos combinar que...
Compre logo, sem piscar. Ou furte, se preciso. Faça alguma coisa.
Pois Ivan Lessa é um dos maiores escritores brasileiros do século XX - e danem-se as academias (as universitárias e a de Letras).
"O Aniversário" é daqueles filmes que deixam a gente no limite do estresse.
É possível, é real, é a deterioração de uma família espelhando o caos num mundo polarizado que passou a naturalizar ideais anti-democráticos.
O ponto de vista feminino é o destaque... E que elenco!
“O Último Van Gogh”, do jornalista e escritor @edneysilvestrereal, é um romance protagonizado por Igor Brown, um jovem de perfil niilista que vive no Rio de Janeiro e se sustenta como garoto de programa, enquanto mantém a fachada de intérprete de Libras. Sua vida muda completamente quando acaba envolvido em um plano arriscado: recuperar uma suposta tela perdida de Van Gogh, dada como destruída durante a Segunda Guerra Mundial, mas que estaria escondida no apartamento de um ex-oficial nazista no Leblon.
Com uma capacidade extraordinária de fazer o leitor mergulhar na realidade dos personagens, o autor recorre a diversas passagens eróticas, algumas bastante explícitas, que ajudam a construir o universo no qual Igor circula. Ademais, somos convidados a ingressar num mundo de galerias, artistas, obras de arte, colecionadores, especialistas, negociações e disputas em torno da autenticidade das obras. Nesse ponto, confesso que aprendi bastante, especialmente nos trechos protagonizados por Ravello, personagem erudito que enriquece a trama.
A obra também é uma verdadeira ode ao Rio de Janeiro. A cidade não aparece apenas como cenário: participa da narrativa, com suas belezas, contradições e diferentes mundos sociais.
Mas talvez o que mais tenha me chamado a atenção seja a complexidade dos personagens. Eles vêm de realidades muito diferentes, mas convergem em algo: o apagamento do passado e a multiplicidade de identidades. Durante a leitura, algumas perguntas permaneciam constantemente no ar: quem, de fato, são essas pessoas? De onde vieram? Quanto do que dizem sobre si mesmas corresponde à verdade? Ao final, pelo menos, conhecemos a verdadeira história de Eli Khadouri.
“O Último Van Gogh” é um daqueles romances que dificilmente deixam o leitor indiferente. Da minha parte, a ambiguidade dos personagens, a inquietação despertada pelos diálogos e a estranheza de algumas situações fizeram da leitura uma experiência singular.
Publicado pela @globolivros
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Obs: Mais fotos da obra em https://t.co/m2ZvKZbz6u