Não consigo expressar o amor que sinto por este clube!
Temos os melhores adeptos , dps de acabar o jogo, estiveram 1min a aplaudir a grande exibição que fizemos contra uma equipa de primeira divisão⚫⚪
Amor da minha vida🖤🤍
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Uma Taça de Portugal que ficará para sempre marcada como uma página negra do futebol português.
Já não bastou o escândalo nos Açores, ainda veio o braço milagroso e uma 2.ª parte histórica de anti-jogo como nunca antes vista. Parabéns a todos os envolvidos.
"O Diogo não errou. Pq errar é um impulso, é uma coisa do momento e depois é chegar e pedir desculpa, assumir o que se faz. Não assume nada do q faz, nada, absolutamente nada (...) ele tds os dias escolhia fazer o errado, ele escolhia..."
#zazetes#sstvi
Onde andam os HIPÓCRITAS que tanto criticaram Farioli quando no @FCPorto- @SportingCP, Diogo Costa caiu para que Farioli pudesse falar com os jogadores?
Até existiram programas especiais na Medialivre a falar disto!
A Ditadura da Benfica TV e a Ética à Moda de Lisboa
A realização dos jogos na Benfica TV está ao nível do que fazem as televisões estatais dos regimes autocráticos para proteger o poder instalado.
Quando está em causa um lance que possa prejudicar o Benfica, somos brindados com repetições até à náusea, de todos os ângulos possíveis, numa autêntica dissecação televisiva do lance.
Mas quando o erro pode ser em benefício dos da casa, as repetições desaparecem como por magia.
Estas práticas estalinistas têm um propósito claro: manipular a percepção pública dos lances, controlar a narrativa da discussão mediática e, em certos casos, até influenciar o próprio VAR.
É verdade que na cabine do VAR existem acesso a todas as câmaras. Mas também é verdade que os árbitros assistem à transmissão televisiva em directo e que o número de repetições funciona inevitavelmente como um sinal de alerta sobre a importância de um lance.
No último domingo, tal como já tinha sucedido no Benfica vs Alverca (onde o primeiro golo dos encarnados parece resultar de uma falta na recuperação de bola mas onde não houve uma única repetição) a BTV voltou a expor toda a sua ditadura editorial na transmissão do Benfica vs FC Porto.
Um exemplo claro: aos 16 minutos, Prestiani entra de sola sobre Martim Fernandes, num lance que coloca em causa a integridade física do jogador e que, à luz das Leis do Jogo, pode perfeitamente enquadrar-se como falta grosseira passível de cartão vermelho.
Quantas repetições houve?
Zero.
Outros exemplos não faltam: a falta assinalada a Deniz Gül no início do 2 tempo, por pretensa mão na bola quando esta já estava em posse de Fofana, que arrancava em campo aberto, ou o alegado pisão de Dedic sobre Martim Fernandes por volta dos 55 minutos (que me pareceu, no momento, involuntário).
E poderíamos recuar ainda ao Benfica vs Alverca: no golo anulado a Pavlidis por mão na bola, a repetição que permite perceber a infração só apareceu minutos depois de o VAR ter alertado o árbitro.
A BTV controla as imagens, o que dá, quantas vezes dá, quando dá e de que ângulo dá.
É a ética desportiva e a transparência à moda de (uma certa) Lisboa.
Se me causa estupefação que os clubes portugueses aceitem isto com resignação, já quanto às instituições que regem o futebol a surpresa é nenhuma.
Trata-se do Benfica.
E em Portugal já todos percebemos que com o Benfica ninguém se mete, a não ser para lhe dar cobertura.