A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerra o ano com 50,9% de desaprovação, segundo o instituto Paraná Pesquisas. O levantamento mostra que a aprovação do governo federal é de 45,6%, enquanto 3,5% não souberam ou não responderam.
O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 22 de dezembro, com 2.038 eleitores entrevistados. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança atinge 95%.
Em relação à avaliação, a administração é considerada “ruim ou péssima” por 42,8% dos entrevistados. Outros 32,7% a classificam como “ótima ou boa”, e 23,1% a veem como “regular”.
Apesar dos índices, o presidente lidera as intenções de voto para o primeiro turno de 2026 em todos os cenários. Contudo, em uma eventual disputa de segundo turno, o petista aparece em empate técnico com o ex-presidente Jair Bolsonaro e com o senador Flávio Bolsonaro.
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Mais um golpe contra a Constituição, vindo justamente de quem deveria protegê-la. A lei é clara: qualquer cidadão pode pedir o impeachment de um ministro do STF. Mas, ao transferir essa prerrogativa para a Procuradoria-Geral da Republica, fecha-se a porta para a democracia, representada no Congresso Nacional.
Ministros do STF não estão acima da Constituição. Todo brasileiro tem o direito de questionar e pedir o impeachment de quem ultrapassa os limites do próprio cargo.
A decisão de Gilmar Mendes não passa de uma descarada blindagem ao STF. Prova disso é a mudança na regra, exigindo que dois terços dos senadores aprovem a abertura de um processo de impeachment, quando hoje basta maioria simples.
O Senado precisa reagir urgentemente. Se não o fizer agora, mais um motivo irrefutável para elegermos maioria de direita nas próximas eleições.
Apresentaremos também uma Proposta de Emenda à Constituição para reverter essa decisão esdrúxula. Chega de interferência inconstitucional do Supremo no que é prerrogativa do Parlamento!