na escuridão. Do lado de fora, o vento uivou como um lobo perdido. E, em algum lugar, além dos muros do Instituto, algo perigoso poderia estar despertando mais uma vez.
Algo que precisaria dos X-Men.
Mas hoje não seria aquele dia. Eles mereciam um descanso.
ele não piscava. Os olhos, azuis e atentos, estavam fixos numa única palavra que insistia em brilhar no visor holográfico.
"WDMWAM"
Ela pulsava como um batimento cardíaco digital. A palavra parecia viva, como se estivesse sendo sussurrada por algum fantasma antigo, ecoando
Claro, agora outras crianças rendiam diversas dores de cabeça.
Mas essa história ainda não é a delas.
A fachada do Instituto permanecia a mesma – um gigante de pedra e vidro erguido contra o céu, como um santuário entre o mundo lá fora e tudo que habitava ali dentro.