O processo de cura é cruel.
Tem dia que você tá ótima, ninguém te para. Você brilha, reluz, não dói.
Aí, do nada, você cai. E dói como nunca.
Uma dor absurda, em lugares que você nem sabia que existiam.
Parece que o coração descola do resto do corpo.
Até que passa. Vem o alívio.
E você entende: cura também é isso. Cair, sentir, respirar e continuar.