@jonasdiandrade Você é retardado, valorizando alguém que não tem o mínimo de organização financeira, e que ao mesmo tempo que cria políticas que influenciam diretamente no nosso bolso
CINEMA no mais alto nível. Um filme histórico, uma produção absurda, um investimento que é um presente para os amantes do cinema. O que Nolan está fazendo com o IMAX é um negócio absolutamente extraordinário. E que chorem os identitários da “cultura ocidental”.
Essa é a cena que vai martelar a cabeça dos brasileiros nos próximos 4 anos:
Se tiver pênalti pra Argentina, o Messi vai bater.
Se tiver pênalti pra Portugal, o CR7 vai bater.
Se tiver pênalti pra França, o Mbappé vai bater.
Se tiver pênalti pra Noruega, o Haaland vai bater.
Se tiver pênalti pra Espanha, o Yamal vai bater.
Se tiver pênalti pra Inglaterra, o Kane vai bater.
Por que a nossa “estrela” não bateu?
A Malu Gaspar não aceitou 1,5 milhão de reais + salário de 120 mil pra não falar mais do Vorcaro.
Ela nunca falou sobre isso.
Ela teve seus dados pessoais, endereço, telefone, CPF, expostos. Vasculharam a vida dela e só acharam score alto no Serasa e nenhuma multa na CNH.
Ela foi atacada de forma coordenada com ofensas misóginas por não ter vendido sua honra.
Até onde você iria para defender os seus princípios?
A reflexão do dia.
E não vou dar parabéns para a @malugaspar pq ela iria apenas dizer que é o mínimo. Eu digo só obrigado!
Eu sei que a resposta vai bugar a mente de muita gente, mas: integração racial.
Aqui não existe "sotaque de preto", "esporte de preto", "roupa de preto". etc.
De olho fechado, ouvindo alguém falar, você pode identificar se ela é carioca, ou baiana ou gaúcha, mas não pode indentificar se a pessoa é preta ou branca.
Casamento "interracial" não é um tabu ou assunto aqui - tanto que nem se usa a palavra, e basicamente todo mundo é meio pardo.
As maiores diferenças e preconceitos aqui são de situação econômica. Você poderia até alegar que as diferenças socioeconômicas têm um viés racial histórico e talz, mas isso é muito diferente do que acontece por exemplo nos EUA.
Aqui tanto um negro quanto um branco comem arroz com feijão, vão à igreja, jogam futebol, vestem as mesmas bermudas e calças jeans, etc. Até as estereotipadas "religiões de matriz africana" são mais praticadas por brancos que por pretos.
Infelizmente os movimentos raciais brasileiros estão lutando com todas as forças pra acabar com isso e importar o modelo americano, separando a sociedade em "coisas de branco" e "coisas de preto."
@miltonn1990 esse negócio de ficar sendo fã de político é uma carência sem tamanho, era um problema quando ele era bolsonarista, agora não é mais pq virou um minion do seu político favorito?
URGENTE: Carlo Ancelotti cogita MATAR Neymar para conseguir "revivê-lo" sem lesões, com força total e possuindo energia infinita através do Jutsu Edo Tensei.
ana maria: “então seucuzinho eu não lavo”
o louro rachando e a cara da ana maria pra ele kkkkkkkkkkkkk só pessoas com humor conseguiram entender a piada aqui
The amount of times I’ve been on a night flight and the lights turn on and they’re bright BLUE is incredible. Things are just designed at random, the possibility of something being designed to be pleasant doesn’t even cross people’s minds anymore.
The people in this photo aren't friendlier than you. Their apartments are just smaller. So small that Parisians basically gave up on living indoors and moved their living rooms onto the sidewalk. And that was the whole plan.
In the 1850s, a city planner named Baron Haussmann tore apart medieval Paris and rebuilt it. He widened streets into boulevards, capped every building at five stories, and added one rule that explains this entire photo: the ground floor of every building had to be a café, a bakery, or a shop. The apartments above were intentionally tiny. Some were single rooms carved out of old mansions. No garden. Barely any sunlight. A private balcony was something most Parisians would never have.
So the café became home. You ate breakfast there. Held meetings there. Received your mail there. By the late 1700s, Paris already had close to 2,000 of them. In 2002, there were still 1,907. Even now, after years of closures brought that number to about 1,410, the coverage is absurd: a 2020 city study found 94% of Parisians live within a five-minute walk of a bakery. When COVID shut indoor dining in 2020, Paris ripped out parking spaces, turned them into outdoor terraces, and let 9,800 cafés and restaurants keep them permanently.
An American sociologist named Ray Oldenburg wrote a book in 1989 called The Great Good Place. He had a name for spots like the Parisian café: "third places." Not your home, not your office, but the casual in-between spots where you actually get to know people. Cafés, pubs, barbershops, the corner store where the owner knows your name. His whole argument was that American suburbs were built with only two zones, your house and your job, connected by a car. No sidewalk café, no place to bump into a neighbor by accident.
The U.S. Surgeon General declared loneliness a national health epidemic in 2023. Being alone all the time is as bad for your body as smoking 15 cigarettes a day. Half of American adults say they feel lonely. Weekly socializing dropped from 5.5 hours in 2003 to just 4 hours in 2023, and it never bounced back after COVID. Americans between 15 and 29 now spend 45% more time alone than they did in 2010.
The scene in this tweet looks like a personality trait. It is a 170-year-old engineering project that works exactly as designed.