Grupo de Estudos em Semiologia e Humanidades Médicas (GESHME), editado pela Profa Rilva Muñoz, estudiosa da Semiologia Médica e da Competência Cultural na Saúde
Lançamento de nosso novo e-book no #profsaude pela #editoraufpb: "Construindo pontes na saúde: educação interprofissional para potencializar o cuidado individual e coletivo"
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@EditoraUFPB#ufpb
Erika Hilton é uma das farsas mais evidentes da política brasileira: finge defender os marginalizados — com sua equipe de maquiadores e cabeleireiros pagos com dinheiro público — enquanto garante seus ingressos VIP para o show da Beyoncé em Paris. Suas únicas preocupações reais são ela mesma, sua fama e dinheiro.
No entanto, as regras da política identitária — que funcionam como uma religião para o PSOL — impedem que qualquer pessoa do partido a conteste ou sequer a questione, já que ela detém, de longe, a maior pontuação na escala de opressão demográfica do grupo.
Agora, ela concretiza o projeto de Boulos de destruir o PSOL por dentro, transformando-o em um braço submisso do PT. De quebra, rotula a direção do partido como racista, intolerante, transfóbica e misógina, simplesmente porque se recusam a lhe conceder milhões a mais em verbas partidárias, além do montante já obsceno que ela ja está recebendo.
Sempre achei, e continuo achando, saudável a existência do PSOL como uma dissidência de esquerda em relação ao neoliberalismo e à corrupção do PT. Contudo, a própria obsessão do PSOL pela política identitária está levando o partido à autodestruição — como ocorreu com tantos outros partidos e grupos de esquerda ao redor do mundo —, e a culpa é exclusivamente dele mesmo.🤷♂️
O advogado americano, Martin de Luca, explicou exatamente o que eu postei aqui ontem e expliquei na minha live também.
A matéria da Veja distorceu o que realmente aconteceu na decisão judicial americana.
O Brasil entrou como terceiro interessado, mas isso não significa que a AGU está defendendo Alexandre de Moraes pessoalmente, nem que o processo foi suspenso.
“Este artigo da Veja é impreciso. O tribunal dos EUA não autorizou a AGU a ‘defender Moraes’ pessoalmente. A ordem concedeu o pedido do Governo do Brasil para intervir no processo — ou seja, a AGU pode entrar no caso para apresentar seus próprios argumentos. A ordem não diz que a AGU representa Moraes, nem trata a intervenção do Brasil como se fosse o comparecimento pessoal de Moraes. A ordem do tribunal apenas diz que o pedido de intervenção do Brasil foi aceito, mas adiou a decisão sobre o pedido de arquivamento feito pelo Brasil.
O artigo também está errado ao afirmar que o juiz ‘reconheceu o Brasil como a verdadeira parte interessada’. A ordem do tribunal diz: ‘Porque o Brasil afirma que é a verdadeira parte interessada…’ — isso é uma afirmação do Brasil, não uma decisão do juiz. O juiz ainda não aceitou essa tese e determinou que o Rumble e a Trump Media respondam ao pedido de arquivamento do Brasil em até 14 dias.
Outro exagero é dizer que o tribunal ‘suspendeu o caso’. Não suspendeu. O juiz apenas revogou a determinação de revelia (default) e negou o pedido de revelia feito sem prejuízo — ou seja, os autores (Rumble e Trump Media) podem renovar esse pedido depois que o pedido de arquivamento for julgado.”
ANÁLISE | Gilmar ataca colegas para cavar nulidade do Master, mas Mendonça não é Moro; leia -> https://t.co/LdFulIYB0p
André Mendonça tem maioria na Segunda Turma e é visto por aliados como um ministro técnico
#Repost @kelianafernandestv
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Me diz uma coisa: quando uma amiga famosa do descondenado e da Janja é presa por lavar dinheiro do Marcola, o que isso te diz sobre quem comanda o país?
@RenzoGracieBJJ
Ué! CADEIA nesses filhosdaputas 😡 qd começarem a fazer justiça de VERDADE as coisas tendem a serem mais pensadas. Já que agora a impunidade vigora e ainda debocham da nossa cara.
“Eu precisava conversar com você pra saber como estão as coisas do banco.”
Era domingo. Jaques Wagner estava visitando os netos. Entre uma casa e outra, gravou esse áudio e mandou para Augusto Lima — ex-sócio do Banco Master.
Jaques Wagner é o líder do governo Lula no Senado. E, segundo a Polícia Federal, mantinha contato sistemático com dirigentes do Banco Master entre 2022 e 2025 — período em que o banco estava no centro de um esquema criminoso.
O encontro marcado no domingo aconteceu. No gabinete de Wagner, às 8h15 da manhã. Depois da reunião, Lima encaminhou ao senador o texto de uma emenda que aumentava a cobertura do “FGC” — o fundo que garante depósitos bancários.
A emenda beneficiava diretamente o Master.
Mas a Polícia Federal foi além das emendas.
Wagner mandou ao mesmo banqueiro o contato do gerente de uma construtora em Salvador. R$ 2,45 milhões.
Quem comprou o apartamento, segundo a PF: operadores financeiros do Master, via uma empresa laranja. Wagner também pediu ingressos para dois shows da Taylor Swift — um na Califórnia, outro em São Paulo.
A Polícia Federal descreve um padrão: contatos sigilosos, encontros no gabinete, emendas encaminhadas, apartamento comprado via laranja.