De repente, todos os políticos da chamada DSB adquiriram um inequívoco ar de Paulo Maluf. Lembram-se dele? Maluf, diante de qualquer acusação, por mais robusta que fosse a documentação, respondia com a serenidade de quem nega a própria existência. “Não tenho conta na Suíça”, proclamava, enquanto autoridades helvéticas e brasileiras confirmavam o contrário e, por fim, repatriavam parte do dinheiro. Era o cinismo elevado à categoria de arte performática. Maluf não negava os fatos: negava a realidade. E fazia-o com tal convicção que o país inteiro acabou por transformar a negação malufiana num gênero nacional de humor.
Nos anos 1990 a 2000, quando a televisão ainda se permitia o luxo da sátira, programas como Casseta & Planeta esbanjavam talento em cima dele. A piada mais certeira era aquela segundo a qual Maluf, se fosse conveniente, negaria ser o próprio Paulo Maluf. Os roteiristas o pintavam capaz de desmentir a lei da gravidade caso esta o incriminasse, jurando de pés juntos, perante as câmeras, que jamais conhecera as pessoas com quem fora fotografado abraçado.
Pois os senhores da DSB, ao que parece, aprenderam a lição com o mestre. Não se trata, por ora, de contas suíças, embora o tempo seja generoso com tais surpresas, mas da mesma técnica refinada de desdizer hoje o que se afirmou ontem com idêntica solenidade. O Pastor Feliciano já deu o tom; Zé Trovão, o caminhoneiro sem caminhão e boiadeiro sem boi, segue o compasso com afinco. Ontem disse, hoje desmente, amanhã talvez sustente que não era ele quem falava. Sim, amigos, Maluf fez escola. Em breve os veremos avançar no método: negar a própria identidade, afirmar que o sujeito da foto, do áudio ou do vídeo é um sósia mal-intencionado. O surrealismo político brasileiro, que nunca saiu de férias, apenas trocou de figurino.
O problema é que faltam, hoje, humoristas à altura do manicômio que vivemos. Sobrou o espetáculo; rareou o olhar que o transformava em comédia de costumes. E só o humor, quando afiado, consegue dizer seriamente o que esses políticos merecem ouvir.
A propósito, DSB significa Direita Sem Bolsonaro (mas com os votos dos bolsonaristas, é claro, nota de rodapé indispensável). Quanto ao impagável Maluf, acabou condenado e chegou a cumprir pena no crepúsculo da vida pública. Mas o que ficou, mais do que a sentença, foi a imagem inesquecível: o político que negava a evidência com a mesma naturalidade com que outros respiram. Um recorte perfeito do nosso inesgotável surrealismo nacional.
08 de Julho de 2026
QUARTA FEIRA
Faltam 1️⃣7️⃣7️⃣ dias para nós brasileiros ficarmos livres do péssimo Presidente.
2003 - MENSALÃO
2007 - PETROLÃO
2023 - INSS
2025 - MASTER DO PT
INFELIZ é a NAÇÃO, cujo presidente é um LADRÃO 🐀👺
LULA DESTRUIU O BRASIL!
Quem faz as compras da casa, principalmente as mulheres, já percebeu: no governo Lula, o dinheiro rende menos e a carne voltou a ser artigo de luxo. Do jeito que vai, logo inventam algum produto "sabor carne". 🤦♂️
ACABOU LULA!
A bolha não furou, ela explodiu e o povão não aguenta mais.
O povo entra no mercado todos os dias e não consegue mais comprar o que comprava antes, o básico!
Absurdo dos absurdos 1.5 kg de bife custar 81.93 eu me pergunto uma família com 4 ou 5 pessoas como faz pra comer um pedaço de carne com esse preço da carne nas alturas!
Não é sobre futebol. É sobre um país que cobra postura de atleta, mas normaliza baixaria de presidente.
Neymar reagiu no calor de um jogo. Lula fez gesto obsceno dentro do Palácio do Planalto.
O Brasil está invertido quando um jogador é tratado como chefe de Estado, e o chefe de Estado se comporta como se estivesse num bate-boca de arquibancada.
É vergonhoso ver esse cidadão ocupando a cadeira mais alta do país.
É impressao minha ou ta todo mundo se afastando da Sra. Firmo? Como pode, de namoradinha do Brasil, termo usado pela sua classe, elegancia e discriçao, a uma das pessoas mais rejeitadas dentro do Bolsonarismo...Cuidado golden boy, as tias e os tios do zap tem memória de elefante.