@AlonsoVillavic6@messitipsteruk@astinidota Então, se ele carrega o time e é o melhor do time, está liberado feedar fb pra slardar, feedar de ember?
Essa é a lógica peruana?
@Breno4dr@astinidota Bizarro mesmo, o pior é usarem a argumentação de como o melhor do time é 322, mas não se perguntam como um jogador 17k mmr feeda fb de kotl contra um slardar olhando botlane aos 2min? xd
Pizza em 3x no iFood. Parcela 3/3: R$ 27,22. E o iFood respondeu: "ebaaa, em agosto já pode pedir outra!"
O perfil do endividamento brasileiro em uma imagem.
Quando chamavam Allan dos Santos de blogueiro pra não respeitarem a lei, estava tudo bem, né? Afinal, ele não era jornalista mesmo.
Agora é tarde, só resta rir de quem apoiou perseguição e que a pica continue entrando
@BlackAmnesiac13@astinidota Não tem argumento né? fala ai jovem, aquelas plays de Kotl e ember são normais para quem tem 17k? kotl olhando bot lane com 2 min de jogo e dando fb para um slardar é normal? xdddddd
@juanzinnxd@astinidota A comunidade peruana já não gostavam do Kj e do Yuma, agora ficou ainda maior o hate...
O cara se doando nos jogos como sup 5 para ganhar, descobre que o mid era fixer e ainda sai como culpado.. parece até esquete de piada..
Eu disse que não ia mais falar do caso. E não ia mesmo. Mas é só abrir os comentários de qualquer post recente do TI que está INFESTADO DE DEFENSORES DE FIX pra ver a reclamação que o KJ fez nos stories acontecendo em tempo real. Então vai ter mais uma vez.
Existe uma comunidade inteira que EXALTA matchfixer no Peru. Matchfix virou piada, virou meme, virou brincadeirinha.
E aí acontece o de sempre: o cara banido por ato ilícito vira vítima, vira injustiçado, vira ÍDOLO. Quem se recusou a fixar vira o culpado, o odiado. Quem denuncia e tenta limpar a região vira palhaço.
Os valores estão completamente invertidos.
Agora aparece gente questionando um ban PERMANENTE com o argumento mais patético possível: "com certeza não tem prova suficiente, porque EU não vi".
E tem a versão educada do mesmo argumento circulando por aí: "não existem provas de 100%, existem só muitos indícios, a investigação continua". Vamos por partes.
Primeiro: "não existem provas" e "eu não vi as provas" não são a mesma frase.
Tem informação que é pública e qualquer um consegue rastrear. Blockchain é pública. Grupo de aposta aberto é público. Eu mesmo levantei o que dava pra rastrear e publiquei, e escrevi lá que aquele arquivo sozinho não prova nada, e que só faz sentido junto com a informação privada. É precisamente esse o ponto. Dado público te leva perto. Quem fecha o caso é quem tem acesso ao resto. E quem tem acesso ao resto foi quem baniu.
Publiquei porque tem gente que acha que investigar fix é impossível, que é coisa de detetive. Não é. Muita coisa está aberta pra quem quiser olhar, e quanto mais gente souber disso, mais difícil fica fixar na região.
Mas processo disciplinar é outra coisa. Depoimento, denúncia interna, relatório de investigação, identidade de quem falou. Isso nenhuma organização publica, em esporte nenhum, e ainda bem. Não se publica pra proteger quem denunciou, pra não sabotar investigação em andamento, e porque envolve um menor de idade.
Então quando alguém diz "não tem prova porque não divulgaram", entenda o que está sendo pedido. Não é transparência. É a lista de quem falou.
Ausência de divulgação pública não é ausência de prova.
Segundo, e isso derruba o argumento inteiro: quando uma investigação ainda está em aberto, o instrumento é SUSPENSÃO PROVISÓRIA. Isso existe. Isso é usado o tempo todo. A própria ESIC aplicou suspensão provisória nos players da PlayTime em julho, justamente porque ainda estava apurando.
A PGL não suspendeu provisoriamente. A PGL BANIU. PERMANENTEMENTE.
Ninguém aplica pena máxima e fecha a porta pra sempre "por precaução". Você não bane alguém para sempre e depois vai ver se era verdade.
E vamos falar do que ELE mesmo escreveu.
Ele pede provas. E na mesma carta pede desculpas por ter se livrado do celular durante a investigação.
Leia de novo. Ele destruiu a prova. E agora exige ver a prova.
Não foi a PGL que inventou isso. Foi a própria LGD que recebeu a informação, investigou internamente e reportou o próprio jogador. O mid deles, a dias do TI, sem substituto. Que organização queima o próprio jogador na véspera do maior torneio do ano por diversão? Ninguém faz isso sem ter certeza.
E fica a pergunta que ninguém quer responder: por que tanta gente quer TANTO ver as provas?
Não é por justiça. É pra saber o que os pegou. É pra saber onde os outros erraram. É pra descobrir quem denunciou, e ameaçar. Querem continuar fazendo, só que sem cair.
Porque tanto faz o que apareça:
Se tem print, o print é falso.
Se o print é verdadeiro, "era brincadeira, vocês não entendem o humor da região".
Se tem prova, o celular voa pela janela e "é reação normal, ele tava com medo".
Se tem transação bancária, o dinheiro caiu ali sem querer.
Repararam? "Era só brincadeira" é a mesma frase que essa comunidade usa há anos pra tratar matchfix como meme. Ela não virou defesa por acaso. Ela virou defesa porque vocês passaram anos ensinando que fixar é engraçado.
Quando a piada vira o álibi, a piada nunca foi piada.
Uma última coisa, e quero deixar isso muito claro: ameaça e assédio contra um garoto de 17 anos é lixo. Quem manda ameaça não está do meu lado, está sabotando o meu lado. Nada do que ele fez torna isso aceitável. Meu problema nunca foi com um jogador. É com a comunidade que transformou fixar em piada e banido em ídolo. Critiquem o ato, deixem a pessoa em paz.
Era pra ser a melhor semana do ano. Virou semana de hate e ode a matchfix. Vou assistir o TI e ignorar o resto. Recomendo.
"liberdade de expressão não é liberdade de agressão", "não confunda jornalismo investigativo com jornalista investigado" 🤪
plmdds, como esse cara é ministro de uma corte constitucional?
O Ministério Público tinha dois caminhos: combater supersalários ou escondê-los. Adivinha qual opção eles escolheram
Ao menos dez MPs estaduais passaram a exigir dados pessoais como nome, CPF e até compartilhamento de foto (!) como condição para acessar as folhas de pagamento 🫠
Em alguns estados, os contracheques passaram a ser divulgados sem identificação nominal
A explicação da ANPD do porquê suspendeu o recurso de videoconferência do Discord vai exatamente na linha do que suspeitei: criminaliza a criptografia como um direito do cidadão.
Aqui na prática a agência está dizendo:
"Não importa se a criptografia fim a fim impede que você como plataforma leia, monitore e bloqueie videoconferência entre usuários do seu produto baseado no conteúdo da conversa. Dê seus pulos. Te vira. Dê um jeito de fazer o monitoramento."
Não enxergo meio termo. Para que o carteiro saiba se está transportando uma mensagem criminosa, ele precisa abrir o envelope e ler a carta.
Que precedente isso gera?