Tecnologia e as mudanças no comportamento humano.
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GM ☕️
A inteligência artificial pode seguir dois caminhos no mundo do trabalho.
Pode substituir funções humanas em nome de velocidade, escala e menor custo.
Ou pode se adaptar ao trabalho que já existe, acelerando tarefas, transformando profissões e criando novas formas de produzir.
O problema é que esses dois cenários podem acontecer ao mesmo tempo.
Algumas funções podem desaparecer. Outras podem mudar profundamente. E outras talvez nasçam justamente dessa nova relação entre pessoas e máquinas.
No episódio 04 da Rádio Corredor, eu proponho uma reflexão sobre trabalho, inteligência artificial e o que ainda depende de uma pessoa.
A IA será uma parceira poderosa ou uma substituta barata?
Episódio já disponível no Spotify.
Link no primeiro comentário.
GM ☕️
A inteligência artificial pode seguir dois caminhos no mundo do trabalho.
Pode substituir funções humanas em nome de velocidade, escala e menor custo.
Ou pode se adaptar ao trabalho que já existe, acelerando tarefas, transformando profissões e criando novas formas de produzir.
O problema é que esses dois cenários podem acontecer ao mesmo tempo.
Algumas funções podem desaparecer. Outras podem mudar profundamente. E outras talvez nasçam justamente dessa nova relação entre pessoas e máquinas.
No episódio 04 da Rádio Corredor, eu proponho uma reflexão sobre trabalho, inteligência artificial e o que ainda depende de uma pessoa.
A IA será uma parceira poderosa ou uma substituta barata?
Episódio já disponível no Spotify.
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Nunca foi tão importante diversificar conhecimento. Quem está olhando apenas para preço e mercado talvez esteja perdendo uma das maiores transformações em curso: a IA já está começando a impactar diretamente a segurança e a confiabilidade dos próprios protocolos que sustentam o ecossistema cripto.
E a questão aqui pode ser maior do que a vulnerabilidade encontrada. O fato mais relevante talvez seja que uma IA ajudou a encontrá-la. Segurança, criptografia e inteligência artificial estão se tornando cada vez mais inseparáveis.
Isso me faz lembrar um dos conselhos mais antigos do mundo dos investimentos: nunca coloque todos os ovos na mesma cesta.
Acredito que esse conselho valha não apenas para o capital, mas também para o conhecimento. Diversificar investimentos sempre foi importante. Diversificar os estudos parece estar se tornando igualmente essencial.
6/6
E pronto.
Foi assim que comecei a criar os GPTs personalizados que estou usando para pesquisa, estudos e análise de tendências.
As possibilidades são praticamente ilimitadas e cada pessoa pode adaptar o ChatGPT para objetivos completamente diferentes.
Só deixo uma observação importante:
Use essas ferramentas como auxiliares, não como substitutas do seu pensamento.
Continue pesquisando, conferindo fontes, questionando informações e formando suas próprias conclusões.
A tecnologia pode acelerar processos e ampliar capacidades, mas o senso crítico continua sendo uma das ferramentas mais importantes que temos.
🧵 Como criar seu próprio ChatGPT personalizado em poucos minutos
Como prometi no post anterior, aqui está o passo a passo.
Eu costumo compartilhar análises de notícias relevantes, discussões e reflexões sobre tecnologia. Mas recentemente resolvi mostrar também algumas experiências que venho tendo com ferramentas de IA na prática.
Uma delas foi a possibilidade de criar GPTs personalizados dentro do próprio ChatGPT.
Pode parecer algo simples, mas o recurso é mais interessante do que eu imaginava.
E a boa notícia é que criar o seu é muito mais fácil do que parece.
👇
5/6
Explique como ele deve trabalhar.
Você pode pedir para:
• priorizar determinadas fontes
• usar um tom específico
• analisar riscos e oportunidades
• resumir informações
• comparar diferentes pontos de vista
É aqui que a personalização realmente começa.
Por exemplo, você pode pedir que ele priorize Reuters e Bloomberg, escreva de forma mais didática ou faça análises mais focadas em riscos e oportunidades.
E um detalhe interessante: você não precisa descobrir tudo sozinho. O próprio ChatGPT pode ajudar a definir as instruções, sugerir melhorias e até auxiliar na construção do seu GPT personalizado.
Esse tema virou episódio da Rádio Corredor.
A volta dos iPods parece nostalgia, mas também fala sobre a nossa relação com os smartphones, as notificações e a vontade de fazer uma coisa de cada vez.
já está disponível no Spotify.👇https://t.co/3E8hGr3CHP
Os iPods estão voltando. Mas talvez a história não seja sobre música.
Segundo reportagem do G1, as buscas por iPods cresceram quase 19% na OLX e as vendas aumentaram 47% no Enjoei em relação ao ano anterior.
À primeira vista parece apenas nostalgia. Mas quando você lê os relatos, percebe algo diferente.
Jovens estão comprando dispositivos de mais de 20 anos para fazer uma coisa simples: ouvir música sem interrupções. Sem notificações, sem algoritmos, sem feeds infinitos, sem alguém disputando sua atenção a cada poucos segundos.
O mais curioso é que a tecnologia moderna resolveu praticamente todos os problemas técnicos da época. Hoje temos streaming ilimitado, armazenamento em nuvem, recomendações inteligentes e acesso instantâneo a milhões de músicas.
Mesmo assim, algumas pessoas estão escolhendo voltar para um aparelho que exige baixar músicas manualmente e transferi-las para o dispositivo.
Parece contraditório. Mas talvez não seja.
Talvez estejamos começando a perceber que nem toda evolução tecnológica melhora a experiência humana.
Durante anos, o objetivo foi concentrar tudo em um único aparelho. Agora vemos um movimento inverso.
Câmeras Cyber-shot voltando. Fones com fio reaparecendo. iPods saindo das gavetas. Não porque sejam melhores tecnologicamente. Mas porque fazem menos coisas. E justamente por isso conseguem fazer uma delas muito bem.
Mais interessante do que entender por que os jovens estão voltando aos iPods é tentar entender por que tanta gente parece cansada dos dispositivos que os substituíram.
Fonte: G1
#EconomiaDaAtenção #CtbrWeb3
@renatadoro1 Disse muitas verdades, Renata. Hoje precisamos selecionar muito bem os projetos que realmente levam a sério o trabalho que dizem fazer e a comunidade que dizem construir. E muitas vezes é justamente a comunidade que faz a maior parte do marketing e da divulgação do projeto.