e eh exatamente o que vi alguém pontuar: se algum brasileiro fizesse uma música falando de "gênero kpop" e "trazer um pouco do ritmo coreano" e cantasse metade da música em chinês todo mundo ia reconhecer que eh xenofobia e ignorância escancarada. pq no nosso caso não conta?
Puffy AmiYumi will compose the theme song for ‘Starfire!’
The iconic duo previously performed the theme for ‘Teen Titans’ and also starred in their own Cartoon Network series, ‘Hi Hi Puffy AmiYumi.’
Wow acabo de darme cuenta de Yun si es fan de Yeosang y tiene mucho sentido porque a las 2 nos gustan las caras bonitas, ambas cogimos con ■■■■ después de todo 😅
One of the things I’ve always liked the most about Yeosang is how straightforward and honest he is about everything, so the possibility that he was spoken to about his transparency during the Lemon Drop fanchant and that this is why he seems to be controlling his reactions more during BAD fanchant guide plus saying it’s his favorite track on the album when he sings so beautifully in Toxin for example, is really rubbing me the wrong way #YeosangDeservesBetter
T.O.P is launching his own app (both on IOS & Android) for his official merchandising at his fanmeeting
For those who won’t be able to attend the event, TOP’s team is preparing an online store ❤️
Download here: https://t.co/bqyRQYCRNt
#TOP#TTTOP#최승현#탑#AnotherDimension
no but I just listened to fallin and yeosang part literally only that deep part. like wtf is that??? like everyone got a proper singing line and he only got that repetitive distortion part ffs 🤦♀️
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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Tristemente eso es lo que se vive como culture vultures, explotando culturas que ni siquiera entienden y haciendo un batidillo de todo porque a ver, díganme si es algo inspirado en Brasil por qué tiene palabras en español, no en portugués, y parece tele novela mexicana?
a nothing burger of a song that is far below the quality of music that they’ve put out in the past and a member is barely even present, but i guess we should force ourselves to like it bc ateez said you should and a famous actress made a cameo lol.