Se promovida de forma socialmente inclusiva e ambientalmente sustentável, a indústria representa uma porta para um real e duradouro desenvolvimento, capaz de criar um legado muito positivo para esta e as futuras gerações.
Quem quiser ir à posse, será um prazer!
Estou assumindo oficialmente hoje como Diretora de Meio Ambiente do Ciema, o Centro das Indústrias do Maranhão, entidade irmã da FIEMA.
É um cargo cívico/voluntário que levarei de forma paralela a meu trabalho na Virtú, na UFMA e aos demais cargos cívicos que ocupo.
Eu já fazia parte do Conselho de Meio Ambiente da FIEMA e agora, como diretora do CIEMA, irei contribuir ainda mais para a indústria no nosso estado, um setor com grande potencial para geração de trabalho, renda, valor agregado, cadeias produtivas e inovação tecnológica.
Isso é sintoma de uma nação (e provavelmente de um mundo) doente, no qual a ira descontrolada busca qualquer alvo.
Como mãe de um bebê de 1 ano, imagino a dor e a incredulidade dos pais ao receberem a notícia que seus bebês foram covardemente atacados.
Dia tenebroso no país.
O que explica uma pessoa entrar numa creche e atacar bebês? Bebês! O crescente número de ataques em escolas já parecia ser o cúmulo do horror, mais eis que uma barbárie ainda maior acontece: os bebês viraram o alvo de uma ira absolutamente covarde, monstruosa e injustificada.
O Dia Internacional da Mulher serve para celebrarmos tudo o que já avançamos no período de pouco mais de um século, o que prova que a mudança é possível, mas também para lembrar que ela não está completa e que ainda há trabalho a fazer rumo à plena igualdade e reconhecimento.
O Dia Internacional da Mulher foi criado para denunciar as péssimas condições de trabalho, salários baixos e falta de reconhecimento que as mulheres eram submetidas no início do século XX e que vitimou 123 trabalhadoras num incêndio em uma fábrica nos EUA em 1911.
Nas últimas décadas tivemos importantes avanços, mas ainda hoje as mulheres ganham menos, são reconhecidas menos e continuam sendo minoria nos cargos de liderança, apesar de muitas trabalharem e entregarem resultados melhores que seus pares homens. Ainda há muito a avançar.
Trabalhei 3 anos no #portodoitaqui como assessora de meio ambiente/ planejamento na gestão do Ted Lago, período em que o porto alcançou importantes resultados ambientais, como o prêmio de 3º lugar entre todos os portos do Brasil no Índice de Desempenho Ambiental (IDA) da ANTAQ.
No mesmo prêmio nacional fui pessoalmente vencedora, junto com Gabriela Heckler, por trabalho sobre Responsabilidade Socioambiental dos portos.
Foi uma experiência muito rica e que tenho orgulho, porque estava em um ambiente com gestão muito responsável, técnica e comprometida.
Na condução da política econômica de um país, não devem existir decisões tomadas somente por intenções positivas, mas sim pela efetividade de seus resultados. E sobre investimentos públicos do Brasil em outros países, já temos a experiência que não deu certo. Não vale repetir. 📊
As duas fiscalizações, claro, são necessárias, porém as cenas chocantes dos Yanomami (que são consequência direta do garimpo ilegal, além do descaso estatal), não deixam dúvidas sobre a necessidade dos órgãos de controle colocarem sua maior energia e esforço no combate ao ilegal.
São absolutamente chocantes e dolorosas as imagens publicadas ontem do povo indígena Yanomami. Ano passado houve a denúncia de que uma aldeia inteira havia sido dizimada por garimpeiros ilegais. E agora, com as fotos da severa subnutrição, resta inegável o quadro dramático.
Na gestão federal anterior, a fiscalização de campo, aquela que combate o garimpo ilegal e outros crimes, foi desmantelada, sobrando a fiscalização "de escritório", focada em passar o pente na montanha de documentos, estudos e relatórios que as atividades legalizadas apresentam.