Sou professor de história há mais de 30 anos, Nikolas. "Desconhecido" é quem nunca pôs os pés numa sala de aula e acha que dar aula é só repassar conteúdo. Professor não rouba filho de ninguém. Ensina criança a pensar, e talvez seja exatamente isso que te incomode.
A escola não substitui a família: ela protege a criança, socializa, identifica abuso, abre para o mundo. Trancar criança em casa não é liberdade.
Até agora na Copa do país da liberdade já tivemos:
Delegações de países muçulmanos sendo revistadas e tratadas como suspeitas
Delegação do Irã proibida de DORMIR em território dos EUA
Árbitro da Somália IMPEDIDO de entrar nos EUA para apitar
Uma ótima escolha de sede 🔥🔥🔥
🚨NÃO ESPALHAR É PECADO/URGENTE: A família Bolsonaro comunicou que deseja a
substituição (leia-se: O FIM) DO PIX pelo sistema de pagamentos privado norte-americano Zeele, plataforma que estabelece cobrança de taxa de 1% sobre transações bancárias. Frente ao referido absurdo, espalhe a postagem para todos os cantos do Brasil e siga @pesquisas_elige!🇧🇷👍🥶
Que nojo dessa torcidinha safada ficar gritando o nome de um cara que não consegue ficar saudável. Vamos apoiar os moleques e não ficar gritando o nome do Neymar.
o fato dela ter sido m#rta por cobrar que o filho fosse registrado e tivesse uma pensão e hoje o filho abrir mão desse dinheiro pra tentar dar um enterro digno pra ela é a maior prova de que ele definitivamente herdou o caráter DELA
Flávio Bolsonaro não está “combatendo o crime”; ele está tentando importar para o Brasil a lógica da guerra ao terror dos EUA. E quem pode pagar a conta é o país inteiro. O filho do Jair Bolsonaro foi aos Estados Unidos pedir a Trump que trate PCC e CV como organizações terroristas.
O problema são as consequências. Parece discurso duro contra o crime. Mas, na prática, é uma irresponsabilidade gigantesca com o Brasil.
O risco político é enorme: os EUA passam a ter argumento para aplicar sanções, impor pressão diplomática e interferir no modo como o Brasil conduz sua própria política de segurança. A Reuters já havia registrado que o governo brasileiro rejeitou esse caminho porque, pela lei brasileira, PCC e CV são organizações criminosas, não organizações terroristas.
Quando uma facção brasileira entra na lógica americana da “guerra ao terror”, o problema deixa de ser apenas de segurança pública e passa a envolver sanções internacionais, pressão sobre bancos, empresas, fintechs, comércio, investimentos e até risco de interferência estrangeira sobre decisões do Estado brasileiro.
Quem pode sofrer com isso não é o criminoso do alto escalão apenas. É o país inteiro.
Empresas brasileiras podem virar alvo de bloqueios. Bancos podem ser pressionados. Cadeias produtivas inteiras podem ser colocadas sob suspeita. Qualquer setor infiltrado por dinheiro do crime pode gerar consequência para gente que nem sabia que estava perto dessa rede.
O Brasil precisa combater PCC e CV com força, sim. Mas com inteligência financeira, investigação, bloqueio de bens, combate à lavagem de dinheiro, controle de armas, fronteiras protegidas e Estado presente.
O que Flávio fez foi outra coisa: tentou terceirizar a segurança do Brasil para Trump, usando um problema gravíssimo do povo brasileiro como peça de campanha eleitoral. Isso não é patriotismo. É submissão, sabotagem...
E é assim que a extrema direita funciona: cria caos, vende medo e depois entrega a soberania do país como se fosse solução. O crime organizado precisa ser enfrentado. Mas o Brasil, o povo, não pode ser prejudicado, colocado de joelhos diante dos Estados Unidos por ambição eleitoral de um Bolsonaro.
Ninguém está passando pano para facção. O que se está denunciando é outra coisa: Flávio Bolsonaro usou a segurança pública como palanque eleitoral e colocou o Brasil numa rota perigosa de sanções, interferência externa e insegurança econômica.
A classificação do PCC e do CV como terroristas, anunciada hoje pelo governo norte-americano, ajuda a deixar bastante claro que o Brasil não está a salvo da ofensiva imperialista na América Latina. Também comprova que o bolsonarismo é somente um braço de Trump em nosso país.
Os cara são o time que mais desrespeitam e provocam os outros
Aí, em papo de um mês, pegaram ar com um apelido sem graça pro arrascaeta e enlouqueceram com um pedido de silêncio na comemoração
Ramon foi muito honesto!
Quando é Bruno Henrique fazendo chororo é lindo.
Quando é gabigol indo na frente da torcida fazer muque é lindo.
Mas um pedido de silêncio que o Romário cansou de fazer e outros jogadores também, atuando pelo clube da lagoa, faz toda essa comoção por ter sido contra o Flamengo.
Falam aos 4 cantos do mundo que são o sistema, o malvadão, mas fizeram campanha de “no grito não”, ficaram 2 semanas revoltados com o Arrascapenalti, agora essa da comemoração.