Lula: "Eu vou ser Presidente outra vez, não porque eu quero, porque o povo brasileiro e o Brasil precisam de alguém que seja democrático, de alguém que saiba ouvir, de alguém que consiga conversar com os olhos e com o coração das pessoas"!!
Mateus 8: 10. E maravilhou-se Jesus, ouvindo isto, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé. 11. Mas eu vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó, no reino dos céus;
Esse vídeo da Jornalista Natuza deveria viralizar nas redes sociais, esse vídeo é muito importante, a muito não via uma Jornalista fazer um alerta tão importante como esse.
Hoje é dia de celebrar a vida da extraordinária Fernanda Montenegro, que faz aniversário. Maior estrela da dramaturgia brasileira. Sua história e seu talento inigualável seguem nos inspirando e emocionando. Parabéns, querida. O Brasil te aplaude de pé.
O Brasil está cansado dessa conversa de cortar políticas sociais, congelar o salário-mínimo e sacrificar os aposentados. Isso não é debate sério sobre política fiscal; é defesa de privilégios e injustiças. Este país tem sim distorções históricas que precisam ser corrigidas, mas jogar a conta nas costas da maioria só vai agravar o problema e aumentar a desigualdade.
O governo do presidente Lula está fazendo um grande esforço para equilibrar as contas e já conseguimos reduzir o déficit primário de 2,3% em 2023 para 0,09% em 2024. E não foi apenas com o aumento da arrecadação, que é resultado do crescimento da economia, dos empregos e do consumo das famílias. As despesas primárias foram reduzidas nestes dois anos, de 19,6% para 18,6% do PIB.
Não são os investimentos do governo, sociais e em infraestrutura, que pressionam a dívida pública. É a política monetária que herdamos do governo passado, com juros estratosféricos que vão levar essa conta a R$ 1 trilhão este ano. Uma ciranda maluca, que não se justifica diante de uma inflação que está abaixo da média nacional nos últimos 30 anos.
O que está faltando nesse esforço para equilibrar as contas é a contribuição do chamado andar de cima, que não paga imposto pelo rendimento de aplicações financeiros, pelos lucros e dividendos distribuídos aos acionistas, que goza de isenções fiscais injustificáveis e são os que lucram com a escandalosa taxa de juros.
O governo propõe cobrar um pouco mais de imposto de renda de quem ganha muito, para isentar quem recebe até R$ 5 mil e paga até 27,5% de imposto. Cobrar imposto sobre rendimentos de aplicações incentivadas e não paga nada. Começar a reduzir os gastos tributários com isenções que não geraram empregos e custaram mais de R$ 600 bilhões em 2024.
As propostas estão no Congresso Nacional para serem debatidas e aperfeiçoadas. É cobrar imposto de quem não paga, ou paga proporcionalmente pouquíssimo. Só alcançaremos o verdadeiro equilíbrio, fiscal e social, com justiça tributária.