Sr. Wang Yi, membro do Birô Político do Comitê Central do PCCh e chefe do Gabinete do Comitê Central dos Negócios Estrangeiros, fez uma conversa telefônica com Embaixador Celso Amorim, Assessor-Chefe da Assessoria Especial do Presidente da República.
Wang Yi afirmou que a China está disposta a trabalhar com o Brasil de modo a compensar as incertezas externas com a estabilidade e a complementaridade da cooperação bilateral.
Sob a orientação estratégica do Presidente Xi Jinping e do Presidente Lula, a China e o Brasil estão envidando esforços para fortalecer a Comunidade de Futuro Compartilhado por um Mundo mais Justo e um Planeta mais Sustentável, afirmou Wang, destacando que isso reflete a visão comum e a responsabilidade dos dois grandes países em prol da defesa de multipolarização mundial, regras e ordem internacionais e equidade e justiça global.
Ele ressaltou que a China apoia firmemente o Brasil na defesa do seu direito ao desenvolvimento e na resistência à prática intimidatória de tarifas abusivas. Como os maiores países em desenvolvimento dos Hemisférios Oriental e Ocidental, a China e o Brasil sempre se apoiaram mútuamente e cooperaram estreitamente, defendendo firmemente seus respectivos interesses legítimos e os interesses comuns do países do Sul Global.
A dor e o grito abafado da humanidade
Nesse momento de dor não há diferenças religiosas, étnicas ou políticas. O discurso que impera é o discurso da morte e da destruição em escala mundial.
O mundo persa, civilização milenar está sendo bombardeado, a história da humanidade está sendo bombardeada. Choram Bruce Springsteen, Joan Baez, Bob Dylan em concerto em que unidos lançam um grito, talvez um último grito a uma humanidade adormecida, diante de despojos e ruínas civilizatórias. Não há instituições mundiais que respondam ao caos de 60 conflitos armados. O poder soberano pode excluir vidas do ordenamento jurídico submetendo-as à morte ou a uma existência precária e vulnerável.
A cultura é essencial na luta política, definindo realidades e valores. Enfrentar a guerra cultural demanda estratégia.
*Confira a análise de _Ivanisa Teitelroit Martins_ no site do G68*
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https://t.co/0qcmE2Um27 Hoje Maria da Conceição Tavares com quem trabalhei na liderança do governo no Senado, ao final do primeiro mandato do governo Lula, se despede de todos nós. Meu carinho a ela e minha admiração por seus princípios e por sua história de vida.
Probably the most interesting part of the conversation between John Berger and Susan Sontag because its topic is dreams, which, as we know, Sontag has always had a lot to say about [1983]