☢️ Reflexão da Cooperativa: nesta, vai ser difícil dizer que a culpa é do Passos. Porquê? Porque ele avisou em fevereiro deste ano que a nomeação de Luís Neves era uma imprudência.
Muitos, ou até quase todos, trataram a intervenção de PPC como mais uma birrinha política. Um exagero. Um preciosismo constitucional. Uma implicância de quem já não manda mas quer marcar a agenda política. Afinal, diziam, se o homem é competente, qual é o problema? E agora camaradas, já perceberam o problema?
O princípio. A realidade voltou a bater de frente e a dar razão ao Pedro.
A democracia não vive apenas de boas gentes e competência, que escasseiam, é verdade. Vive de boas regras. E as boas regras existem precisamente para os dias em que as pessoas falham ou nos enganam.
➡️➡️Quando quem dirige a nossa polícia criminal passa diretamente para o governo, deixa de existir a fronteira que nunca deveria ficar esbatida. Não porque se presuma corrupção. Não porque se suspeite de má fé. Mas porque o poder democrático não pode depender da boa vontade de ninguém. Depende de distâncias. De travões. De separação de poderes. De instituições que se controlam umas às outras em vez de se confundirem.
E foi exatamente isso que Passos Coelho disse.⬅️⬅️
E hoje, independentemente do desfecho judicial do caso do atrelado (e o resto, incluindo o tanque apiscinado, ou se preferirem, a piscina mascarada de tanque) a discussão voltou precisamente ao mesmo sítio. Não é por existir uma condenação, não existe. Não é porque esteja provado qualquer crime, não está. É porque bastou surgir uma situação desta gravidade para o país inteiro perceber porque é que aquelas fronteiras existiam. Afinal isto não era só uma formalidade. Era uma proteção.
Protegiam o próprio ministro. Protegiam a polícia. Protegiam a investigação. Protegiam a confiança dos cidadãos.
Quando um bem apreendido numa megaoperação antidroga aparece nas instalações de um empresário amigo do antigo diretor da PJ, hoje ministro, a pergunta deixa de ser apenas sobre o que aconteceu? A pergunta passa a ser como é que chegámos ao ponto de isto poder sequer acontecer sem destruir a confiança nas instituições? A da PJ, estaria sempre, perante um ato negligente, Luis Neves, enquanto responsável da PJ, também, mas agora, na posição de MAI, que garantias temos de que o tema vai ser tratado adequadamente, com independência, sem receio, sem desvios. O que pode o MAI, que tutela a PJ, fazer perante um caso do qual ele foi protagonista? Percebem a gravidade da coisa?
Adiante.
É aqui que a política portuguesa revela o seu pior vício. A arrogância de achar que as regras são obstáculos para os outros. Que os avisos são só exageros. Que os princípios só servem para as aulas de direito constitucional e seus derivados.
É sempre assim. As democracias não implodem de um dia para o outro. Vão-se desgastando aos bocadinhos. Um precedente aqui. Uma exceção acolá. Um "não faz mal" hoje. Um "o gajo é bom pá" amanhã. Até que ninguém consegue explicar onde acaba o Estado e começam as relações pessoais.
⚠️Depois, um dia, chega o ingrediente que nunca falha numa mudança de regime; uma crise. Uma quebra da qualidade de vida. A sensação de que quem manda já não responde perante ninguém. É nessa altura que o cidadão já não quer reformar o sistema e passa simplesmente a querer substituí-lo.
As revoluções raramente começam por causa de um atrelado. Começam quando milhares de pequenos atrelados vão convencendo um povo de que as regras já só existem para quem não manda.
A maior irresponsabilidade de uma democracia nunca vem dos seus inimigos. Vem dos seus próprios protagonistas quando, por conveniência ou excesso de confiança, começam a destratar os princípios.
Protagonistas que abrem fissuras nas paredes não podem depois pedir ao povo que admire o edifício quando ele está a estalar por todos os lados.
Pedro, tu tens sempre tanta razão. Até eu começo a achar que a culpa é tua, a culpa de não voltares quando o povo exige que o faças.🥸
o dono da cooperativa
🎶🎵Passos, vai em frente, tens aqui a tua gente🎶🎵
Nota: não que eu tenha qualquer tipo de relevância, não tenho, nem nunca estive envolvido na política. Se Pedro Passos Coelho voltasse, era dos primeiros a juntar-me à causa.
Por mais que tentem esconder o seu papel de forma cobarde, o PCP é o grande responsável pelo periodo conturbado de 1975. O PCP só recuou quando percebeu que não tinha condições para levar a cabo a sua intentona.
Sá Carneiro não deixa espaço para duvidas.
@camalees Acredito que a maioria em Portugal é a favor de Israel, só que a minoria (BE) faz muito barulho, e como o costume, o barulho tem tido resultados (portugal reconhecer palestina)... O que tem zero sentido...agora que Hamas voltou a rua e anda a matar as pessoas, já não existe ruido
Muitos dos que estão do lado de Israel e pela libertação dos reféns ainda em Gaza quase dois anos depois do 7.10 não gostam/querem/ se sentem seguros a manifestar-se nas ruas. Porém, podemos fazê-lo on-line.
Comentem este post com um laço amarelo 🎗️e partilhem-no. Vamos ocupar um espaço que é nosso, por eles, os que ainda desesperam em Gaza, pelas suas famílias e pela Paz.
Alinham ?
“ OS BÁRBAROS QUE A ESQUERDA CONVIDA PARA JANTAR
Há 15 anos, Samuel Huntington apontava aquilo que poucos quiseram ver e que muitos continuam hoje a negar: o mundo não se organiza em torno de ideologias, nem sequer de geografias, mas de civilizações. E entre essas civilizações, a islâmica destaca-se pela persistente propensão ao conflito. Do Líbano a Xinjiang, de Gaza à Caxemira, da Bósnia ao Darfur, o padrão repete-se com teimosia homicida.
O islamismo é o sintoma e o mecanismo.
Uma ideologia totalitária com roupagem religiosa, uma teocracia aspiracional que sonha com um califado planetário. Não, não se trata de uma religião como as outras. E não, não se trata de um punhado de radicais a desvirtuar uma fé pacífica.
O islamismo é o corpo doutrinário que transforma a submissão (literalmente: Islão) num imperativo civilizacional. Um sistema fechado que regula tudo, da forma como se reza ao modo como se apedrejam mulheres.
É totalitário como o nazismo e o comunismo, mas mais resiliente porque se escuda na imunidade religiosa e se alimenta de uma demografia em expansão. A sua visão do mundo é binária: o dar-al-Islam (terra do Islão) e o dar-al-Harb (terra da guerra). Está tudo dito.
Perante isto, a Europa afaga-lhe a barba. E entrega-lhe as chaves de casa. Comissão Europeia, universidades, sindicatos, ONGs, partidos e parlamentos: todos dobrados perante a nova religião de Estado, o multiculturalismo.
(…)
É assim que se formam os "Londonistões", os "Saint-Denisistãos", e, brevemente, os "Lisboastões".
A esquerda lunática é ainda pior: incapaz de distinguir entre o explorador burguês e um decapitador salafista, descobriu no islamismo um aliado táctico. Ambos odeiam Israel, os EUA, a civilização ocidental. Ambos odeiam a liberdade. Entendem-se.
George Galloway, figura grotesca da extrema-esquerda britânica, confessou sem pejo: "os muçulmanos e os progressistas têm os mesmos inimigos". Pois têm.
Bora lá fazer atentados suicidas, impõr burqas e enforcar sexualidades alternativas em nome do combate intersseccional ao heteropatriarcado ocidental.
O que se passou no massacre em Israel, foi apenas o exemplo mais gritante da lógica islamista em acção: matar judeus, filmar, glorificar, repetir.
E como reagiu o Ocidente? Marchas em Paris e Lisboa, a gritar "Palestina livre do rio ao mar". Reitores de Harvard e da Penn a encanar a perna á rã perante o antissemitismo. ONGs a acusar Israel de genocídio por se defender. Jornais a relativizar tudo. É o novo obscurantismo com Wi-Fi.
E não se pense que isto é ignorância. É conivência.
A esquerda acordou um monstro e agora sonha que ele a poupará. Não poupará. Vai devorá-la depois de devorar os judeus, os cristãos, os homossexuais, as mulheres livres, os cartoonistas, os professores e os que pensam. E tudo isto com a bênção idiota dos bem-pensantes.
Como escreveu Bernard Lewis, a Europa tem apenas uma escolha: uma Europa islamizada ou um Islão europeizado. Mas a segunda exige convicção, lucidez e coragem. Tudo o que os nossos dirigentes não têm. Até lá, o velho continente continua a marchar alegremente para a fogueira, enquanto canta hinos antissemitismo e acena bandeiras da Palestina.
Que Huntington descanse em paz. Nós, se nada mudar, não teremos esse luxo.”
José Rodrigues do Carmo, Coronel comando.
@heldercervantes As notícias estão enviesadas 🤦🏻 mais uma vez a comunicação social a fazer fake news... Vai existir sexualidade/doenças a mesma, só que os temas vão ser abordados nos devidos modos, e não com manuais ideológicos como "gênero e cidadania"
@joao_c_neves Tinha de vir ao norte 💪 aqui o tema foram os 500 anos Luis Vaz de Camões. Foram celebrados os descobrimentos e lidos poemas de Camões 😎 aos contrário desses paninhos na cabeça, foram vestidos com a nossa bandeira
@VamosFalardeFum Era assinante sportv, mudei para a dazn, mas pondero cancelar e subscrever a F1 pro. Muito a desejar, na tv é confuso para chegar ao canal, tens f1,2,3, porche , mas o resto zero, rally tens de pagar ha parte... foi uma queda ENORME, em relação ao pacote da sportv