Ontem, saí de Santa Catarina para encontrar hoje meu pai em Brasília, dentro da data previamente autorizada e seguindo o protocolo determinado por Alexandre de Moraes.
O horário de visita permitido era das 8h às 10h. Em razão dos fortes medicamentos que meu pai voltou a tomar para tentar amenizar os problemas de saúde que vêm se agravando, seu estado de sonolência se prolongou. Fui informado que ele não acordava, o que só conseguiu às 9h55.
Pude vê-lo por apenas cinco minutos. Na segunda-feira, já retorno para Santa Catarina.
Hoje também, meu irmão @FlavioBolsonaro foi autorizado a levar as netas do Presidente @jairbolsonaro para visitá-lo em sua prisão domiciliar. No entanto, elas foram impedidas de assistir ao jogo da Seleção Brasileira com o avô às 16h, em razão das restrições impostas.
Não é preciso repetir para que todos compreendam que regras como essas não são aplicadas nem a criminosos perigosos além de contribuir para debilitar ainda mais a saúde do Presidente.
Seguimos!
No programa do @claudio_dantas_ , o cientista de dados @leonardodias fez um alerta que precisa ser levado a sério: a política dos “intergalácticos” pode cobrar um preço alto lá na frente.
Minas Gerais ajuda a dimensionar o problema. Bolsonaro perdeu no estado em 2022 e, desde 1989, quem vence em Minas vence a eleição presidencial. Ainda assim, justamente no principal termômetro eleitoral do país, deputados e lideranças populares da direita adotam uma estratégia que flerta com a lógica dos intergalácticos: disputar o voto bolsonarista sem Bolsonaro.
Em um estado decisivo, esse tipo de cálculo pode sair caro. Enfraquece a própria base, empurra parte do eleitor antipetista para o voto nulo e abre caminho para uma nova vitória da esquerda.
Em Minas, isso pode significar mais do que perder uma eleição. Pode empurrar o estado para uma guinada difícil de reverter, especialmente nas regiões onde a dinâmica política já se aproxima da Bahia. Se a esquerda vencer mais uma vez, Minas pode entrar num caminho sem volta para os próximos ciclos eleitorais
In a rare moment of candor from Brazil’s highest court, Supreme Federal Tribunal (STF) Justice André Mendonça has confirmed what free speech advocates have warned about for years: aggressive new judicial rules on social media platforms are creating a dangerous chilling effect that leads to widespread preemptive censorship.
The admission came during discussions on the Marco Civil da Internet, Brazil’s framework for online regulation. Mendonça acknowledged that vague interpretations of “joint responsibility” for content—coupled with the threat of heavy fines—push platforms to remove even doubtful or borderline material rather than risk punishment. Instead of waiting for clear violations, companies now err on the side of deletion to protect themselves from Brazil’s activist judiciary.
A repórter pergunta: “A senhora pretende ajudar a campanha do Flávio de alguma forma?” Michelle Bolsonaro responde: “No momento certo, com certeza. No momento, agora, quem está precisando de apoio, de cuidados, é o meu marido”. A evasiva não deixa margem a dúvidas: nenhum apoio ao enteado antes do tal “momento certo”. A desculpa é a de sempre, aquela que enternece as plateias mais simples: “meu tchutchuco primeiro”. Resta, porém, a pergunta incômoda, que paira no ar como um mau presságio: quando, afinal, chegará esse momento certo?
Dona Michelle, que não se furta a uma enormidade de aparições públicas, que distribui sorrisos, bênçãos e declarações em todas as direções, não encontra, ao que parece, dois ou três míseros minutos por dia para dedicar ao “filho candidato” do marido. A dedicação exclusiva ao “príncipe”, ao “galego”, ao “amor da minha vida” não lhe consome, afinal, as vinte e quatro horas do dia. O que sobra é silêncio deliberado. E esse silêncio, na nação bolsonarista, soa como traição.
Para os fiéis, Michelle tornou-se a decepção encarnada. É difícil ser bolsonarista hoje e não se sentir, de algum modo, traído por ela. Pois a mesma mulher que expõe, com insistência quase cafona, um amor torrencial com os vocativos “meu príncipe”, “meu galego”, “minha vida”, como se precisasse a cada instante certificar ao mundo a legitimidade de um enlace que já deveria ser evidente, revela, na prática, uma frieza calculada para com o primogênito do esposo. Seria mais digno, e certamente mais coerente, provar esse amor supostamente abrasador apoiando Flávio, ainda que a contragosto, ainda que com os dentes cerrados.
O que se vê, contudo, é o oposto. E o contraste torna tudo hipócrita, quase obsceno. Por trás dos vocativos melosos ao marido, das declarações açucaradas despejadas em praça pública, parece residir uma vaidade mais mundana: a de parecer amável aos de fora e, simultaneamente, hostil ou indiferente aos de dentro. Michelle não se esforça sequer por dissimular que preferiria, na Presidência, alguém que não fosse o filho de Jair. Se assim for, e tudo indica que sim, que ao menos poupe o público desses vocativos melosos e empolados. Eles já não convencem ninguém. A elegância, uma vez dissipada, abre espaço apenas para o ridículo; e o ridículo, nessa altura do campeonato, soa francamente nauseante.
Hoje, pela manhã, tive a honra de receber a Medalha Comemorativa dos 100 Anos do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, ao lado da Deputada Federal Carol De Toni e da Secretária-Executiva do Governo de Santa Catarina, Vânia Oliveira Franco.
Registro meu especial agradecimento ao Coronel BM Fabiano de Souza, Comandante-Geral do CBMSC, pela honraria concedida.
Assim como o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, há mais de duas décadas dedico minha vida à defesa da vida, da segurança e do bem-estar do nosso povo. Por isso, recebo esta homenagem com grande gratidão, respeito e senso de responsabilidade.
Parabéns ao CBMSC pelos seus 100 anos de história, serviço e compromisso com os catarinenses.
Casa cheia em Belém (PA)!
Obrigado a todos pelo carinho e pela recepção. É a força do povo paraense que nos dá ainda mais confiança de que o Brasil tem jeito e pode voltar ao caminho certo.
Uma sombra querendo ter vida própria.
Não precisamos cobrar ou mendigar o apoio da Michelle. O prestígio dela existe única e exclusivamente pelo capital político de Jair Bolsonaro. Na prática, ela não agrega valor real ao Flávio.
O "zero um" não depende do aval de uma 'zero à esquerda' que ainda escolheu jogar contra.
Ficar exigindo apoio, daria a ela uma "importância" que não condiz com a realidade dos fatos.
A nossa tática aqui é outra: usar essa exata "omissão" pública para desmascarar a verdadeira face dela.
Recusar-se a apoiar o filho do homem que lhe deu palco e relevância, enquanto sobra energia para fazer campanha para quem traiu o presidente, é o sintoma mais claro e irrefutável de deslealdade.
Quem vira as costas para o filho e se alia a quem ataca o pai, trai o projeto inteiro.
Deixemos que o próprio silêncio e as prioridades dela a condenem perante o eleitorado atento.
Vamos eleger o Flávio e fazer a limpeza necessária dentro da direita. Não faz sentido abraçar inimigos disfarçados de aliados.
Tchau, Amada!
Juridicamente, o correto é exatamente esse: os advogados respondem ao cliente, que é Jair Bolsonaro. Ele está preso, mas não perdeu o direito e capacidade de decisão para conduzir a própria defesa. Só faltava quererem colocar uma "intermediária" jurídica para tutelar o presidente.
Agora, no aspecto moral e político, o fato de ela mesma admitir esse distanciamento com tanta naturalidade só comprova que: o foco dela não é a liberdade dele. O que vemos são sorrisos, selfies, maquiagem impecável e campanha para "aliados" que traíram o presidente.
A frieza não é um detalhe, é o "modus operandi" de quem já virou a página.