@leonardo1opes Leonardo, tudo que disse é um absurdo, mas o mais impressionante é que há muito trabalhador que defende o programa e
entende como algo positivo para si.
@jorginhomello Cair na provocação é dar pérola ao porco. Cuidado, governador!
Traga números! Demonstre os resultados obtidos em sua gestão, sobretudo se forem desvinculados a alegada ajuda do governo federal.
@evandroratho É triste. Verdade. E isso traz consequências nefastas.
Para alguns, esse tipo de iniciativa do Estado é uma obrigação que, se realizada, gera lealdade eleitoral.
Para outros é o sinal de perda de liberdade individual e sacrifício de um grupo, pois o Estado nada produz.
@welmelo É porque em certos ambientes, grupos e relacionamentos sociais normalizou-se o “levar vantagem” ao ponto de sinalizar que quem o pratica é esperto e “dança conforme a música”.
A ausência de valores só é notada quando a “esperteza” dá errado. E neste caso, dará! Questão de tempo.
Aos outros, dê notícias de sua vida. É simples. Evite, sim, dar informação.
A informação deixa as portas abertas à vulnerabilidade.
Nem todos que recebem informações suas são leais.
@CTU_Legend O único guardião do acesso do bacharel em direito à advocacia é o estudo. Simples. Não há reserva de mercado. Pelo contrário: quem estuda, passa.
Agora o acadêmico não quer estudar e ainda acredita que logrará êxito na prova da OAB… aí a responsabilidade é da OAB?
É legal, fácil e “formador de aura” copiar o que está na moda, reproduzir o que uma manada faz - às vezes até se submeter ao ridículo - visando “performar” e ser aprovado por terceiros.
Agora, quando frutos chochos iniciam a queda, a atuação de outrora é a aflição de hoje.
As pessoas são diferentes. Isso é óbvio, mas é olvidado.
Família, ambiente, experiências vividas, grau de instrução, livros lidos, cultura… um apanho de fatores compõe a bagagem individual da pessoa, sem falar de suas características próprias…
Impor é agressão! Dialogue.
Lá, no centro da sala, o caixão. Fechado. Posto à frente de uma decoração singela.
No entorno, poucas pessoas. Majoritariamente maduras. Contraste a jovialidade de quem parte...
A dor era notada no silêncio e na discrição. A surpresa se impunha. A saudade era indecifrável.
a violação da prioridade na tramitação foram olvidados nessa decisão.
Sobra frustração para o executado, retrabalho para o advogado que buscará o TJ para apreciação da liminar e decepção com o sujeito que deveria ter o conhecimento da lei.
Executado, após penhora de numerários, protocola impugnação à penhora sob o “rito” do art. 854, CPC, com pedido de tutela de urgência, sob os fundamentos de: vício procedimental (transferência p/conta judicial sem prévia intimação); impenhorabilidade de verba alimentar; (+)
relativas a outros executados, que não tem qualquer ingerência ou controle.
A exceção da tutela de urgência (art. 9º, parágrafo único, I, CPC), a regra específica do bloqueio (art. 854, $ 4º, CPC), a impenhorabilidade de verba alimentar é matéria de ordem pública (STJ) e (+)
além do art. 667 do RITJ e art. 35, I a III da LOMAN, hoje, são preteridos em relação ao Provimento n.º 193/2025 do CNJ, normativo referência de prazo para decidir e justificativa para retardar movimentações.”
Olhei para o colega e disse: “essa é mais uma de nossas batalhas”.
Ao conversar com um colega, ouvi a sua irresignacão com a normalização de servidores acerca da demora em julgar petições.
Ele disse: “Liguei para o gabinete do Des. Pedi inclusão dos EDcl na próxima sessão de julgamento, conforme CPC e RITJ. A resposta? (+)
Dr. o seu processo é novinho - segundo ele está apto à julgamento a 1 mês e 10 dias - e o gabinete está dando prioridade aos processos mais antigos e com liminares. Mesmo assim, irei passar o processo para o assessor.
Os arts. 12, $ 2º, V e 1.024, caput, $$ 1º e 2º do CPC (+)
@ESPNBrasil O brasileiro não vê o Endrik como a solução para a seleção/iminente herói.
Só reconhece que, entre os atacantes selecionados, é o melhor, dedica-se e honra a camisa quando a veste e, no mínimo, merece uma chance frente aos resultados apresentados pelos outros atacantes.
@FilipeDidi Não há busca por herói. Há reconhecimento do talento de um jogador que não sente o peso da camisa da seleção - apesar de tenra idade - e, sobretudo, atua com vontade de ganhar, dedicando-se em campo, quando tem oportunidade.
Não se trata de herói, é carência de atacantes.
@futebol_info@geglobo Até quando essa conversa mole? E a decisão de colocá-lo em jogo, será quando? Basta de elogios verbais. Deixa ele mostrar em campo o seu talento.