Na entrevista que dei à #Renascença sublinhei uma mensagem clara: o apoio à Ucrânia não pode servir de desculpa para cortes na Política Agrícola Comum ou na Política de Coesão. Estas políticas garantem segurança alimentar, desenvolvimento equilibrado e coesão territorial, e são estruturantes para o futuro de Portugal e da #UniãoEuropeia.
Por outro lado, apoiar a Ucrânia é defender a segurança da #UE. Considero que se deviam utilizar os ativos russos que estão congelados e que serviriam de garantia para financiar a Ucrânia.
Leia e oiça a entrevista completa no site da Renascença 👉 https://t.co/uFW7Zj70CB
📷: Jorge Oliveira/MAGRIM
O reforço do rendimento do agricultor, a simplificação, o apoio ao investimento, a previsibilidade e a estabilidade contribuem para o objetivo da renovação geracional.
Também é importante o reforço da proximidade do Ministério da Agricultura e Mar, que estamos a promover, revertendo o desmantelamento que os Governos do PS fizeram.
Esta reconstrução exige tempo, mas é essencial para apoiarmos quem, todos os dias, produz alimentos para Portugal.
🎥: Canal Parlamento
Sem #agricultura, não há comida no prato, não há território cuidado, não há desenvolvimento rural.
E há consequências reais quando se desvaloriza o setor. As escolas profissionais agrícolas, os cursos de agronomia e da área florestal, são essenciais para a modernização destes setores e o conhecimento para o reforço da nossa competitividade.
Temos de valorizar e apoiar quem produz, quem cuida do território e quem trabalha para termos alimentos.
🎥: Canal Parlamento
2026 será um ano de #investimento, de ambição e de compromisso com quem produz, protege e valoriza o território. O Governo prepara o maior pacote de apoios de sempre à #agricultura, à #floresta e às #pescas, com mais recursos e instrumentos financeiros.
Estamos a construir um futuro com mais estabilidade, mais inovação e mais oportunidades para todos os que trabalham no mundo rural e nas pescas.
🎥: Canal Parlamento
Francisco Pinto Balsemão partiu. Deixou marca e um legado. Ajudou a conquistar, a construir e a consolidar a nossa democracia. Foi Deputado, fundador do PSD, Primeiro-Ministro, fundador do Expresso e da SIC.
Deixa um legado de liberdade, responsabilidade, visão e ação transformadora e reformista.
À família, aos amigos e a todos os que com ele partilharam um notável percurso de serviço à democracia e à liberdade, apresento as minhas sentidas condolências.
Obrigado, Francisco Pinto Balsemão.
🇵🇹 Fomos até #Estremoz conhecer o David Laranjo, jovem #agricultor e engenheiro agrónomo, que representa uma nova geração empenhada em fazer da #agricultura um setor de futuro.
🇵🇹 Hoje, celebramos o Dia Mundial da #Alimentação, que este ano coincide com o 80.º aniversário da #FAO, sob o mote “De mãos dadas por melhores alimentos e um futuro melhor”.
Portugal é um país de sabores únicos e de uma forte tradição gastronómica, profundamente enraizada na Dieta Mediterrânica, reconhecida pela #UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade. Esta dieta valoriza o consumo equilibrado e sazonal, integrando uma vasta gama de alimentos essenciais para uma alimentação e um estilo de vida saudáveis, desde as frutas e legumes frescos, até à carne, ao peixe e ao vinho de excelência.
Mais de 200 produtos portugueses têm selo de qualidade Denominação de Origem Protegida, Indicação Geográfica Protegida, e Especialidade Tradicional Garantida, certificações que asseguram a autenticidade, a ligação ao território e o saber-fazer tradicional, valorizando quem produz e preservando o nosso património cultural e económico.
Este dia é também um alerta para a urgência de combater o desperdício alimentar, essencial para garantir a sustentabilidade e a segurança alimentar das próximas gerações. O Governo reafirma o seu compromisso através da Estratégia Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar, promovendo uma responsabilidade partilhada entre todos os intervenientes da cadeia alimentar, do produtor ao consumidor, e contribuindo para o cumprimento da #Agenda2030 das #NaçõesUnidas.
Neste #WorldFoodDay, celebrar o que é nosso e reduzir o desperdício é cuidar da terra, apoiar os nossos agricultores e garantir um futuro mais justo, saudável e sustentável para todos.
🎥: Kimmy Simões/MAGRIM
No Conselho #AGRIFISH, em Bruxelas, esteve em debate a proposta da #ComissãoEuropeia para a Política Agrícola Comum pós-2027. A #agricultura europeia precisa de estabilidade e previsibilidade, não de modelos experimentais que fragilizam os #agricultores, reduzem os apoios e criam riscos de renacionalização da PAC.
Portugal defende uma Política Agrícola Comum forte, assente em dois pilares, com um envelope financeiro equivalente ao atual e devidamente atualizado, que assegure uma visão europeia comum e não discrimine os agricultores das regiões ultraperiféricas. Só assim teremos uma política capaz de responder, de forma solidária e coesa, aos grandes desafios do nosso tempo: volatilidade dos mercados, alterações climáticas, conflitos internacionais e demografia.
Expresso a minha mais profunda solidariedade e sentidas condolências aos familiares e amigos das vítimas do trágico descarrilamento do Elevador da Glória, em Lisboa, que provocou a morte de 16 pessoas e deixou vários feridos graves, de diferentes nacionalidades.
Declaro o meu reconhecimento e agradecimento a todos os bombeiros, forças de proteção civil, forças de segurança, médicos e enfermeiros que, com dedicação e prontidão exemplares, acorreram de imediato e não hesitaram em interromper as suas férias para prestar auxílio nos hospitais.
Este momento doloroso, que nunca deveria ter acontecido, revelou mais uma vez a coragem, a generosidade e a humanidade das forças de proteção civil, das forças de segurança e dos nossos profissionais de saúde.
Em Lamego, participei no painel “A importância dos produtos tradicionais e autóctones do Douro na valorização da região vinhateira”, integrado na Festa do Tomate Coração de Boi do Douro. Uma iniciativa que mostra como os produtos da terra, quando bem promovidos e valorizados, podem ser motores de desenvolvimento económico, cultural e social.
O tomate coração de boi é um desses exemplos maiores: um produto autêntico, ligado ao território e às famílias que o cultivam. É mais do que agricultura, é identidade, cultura, memória e futuro para o território.
No painel, que contou com a moderação do jornalista Manuel Carvalho e a participação de Edouard Cointreau, presidente e fundador dos Gourmand World Cookbook Awards, e de Miguel Poiares Maduro, sublinhei que temos de reforçar o Douro e o interior, valorizando, nomeadamente, aquilo que nos distingue: a autenticidade e os sabores que não podem ser copiados em mais lugar nenhum do mundo. É por isso que temos de investir na certificação, nas indicações geográficas, na formação, no marketing e na promoção destes produtos, para que os agricultores sejam justamente reconhecidos e recompensados pelo seu trabalho.
Num tempo em que tanto falamos de desertificação e de coesão territorial, é aqui que vemos soluções concretas: dar futuro às comunidades locais, manter jovens e famílias ligadas à terra, transformar o interior num motor de desenvolvimento, “equilibrar” Portugal.
Parabéns à organização desta festa, que tem sabido unir tradição, inovação e orgulho regional. E parabéns ainda aos vencedores desta edição: Quinta de Ventozelo e Quinta do Pessegueiro (1.º lugar), Quinta do Infantado (2.º lugar) e Quinta de Santa Comba (3.º lugar).
No dia 17 de julho, em audição parlamentar, disse-o de forma clara: nunca desistiremos do #Douro e a nossa prioridade são os produtores, sobretudo os mais pequenos.
Com o Plano de Ação para a Região Demarcada do Douro, esse compromisso está cumprido.
Criámos uma medida imediata de 15 milhões de euros para garantir 50 cêntimos por cada quilo de uvas para destilação, protegendo o rendimento dos #viticultores e dando prioridade aos mais pequenos, mas vamos mais longe: reconversão de vinhas, modernização, diversificação de culturas, reforço da promoção e da fiscalização. O futuro do Douro constrói-se com visão de longo prazo, responsabilidade e coesão territorial.
O Douro tem especificidades que têm de ser atendidas.
🍇 O #Douro é um território único, marcado pelo relevo, pela paisagem e pelo trabalho das suas gentes. Património Mundial da #UNESCO, reconhecido internacionalmente pela excelência dos seus #vinhos, enfrenta hoje desafios que colocam em causa o rendimento dos #viticultores e a sustentabilidade do setor.
Foi por isso que o Governo aprovou, em Conselho de Ministros, um Plano de Ação para a Região Demarcada do Douro. Entre as medidas, destacamos a criação de um apoio de 15 milhões de euros, com efeito imediato, que garante 50 cêntimos por cada quilo de uvas entregue para destilação. Este apoio vai diretamente para o viticultor. Uma resposta concreta para assegurar rendimento, estabilidade e confiança no futuro.
Este Plano vai mais longe: é uma estratégia de médio e longo prazo, que olha para a modernização, para a diversificação de culturas e para a sustentabilidade económica, social e ambiental. Sempre com prioridade aos pequenos viticultores, que são a alma do Douro e a base da sua resiliência.
Na RTP3, sublinhei que enquanto continuarmos a colocar a culpa apenas numa espécie, esquecemos o essencial: a gestão do território.
Sem pessoas no território, não há gestão, não há prevenção, não há defesa. A coesão territorial é a primeira condição para termos uma floresta viva, resiliente e um mundo rural com futuro.
Só com gestão ativa, diversificação, prevenção e presença humana poderemos valorizar e proteger o nosso património florestal.
ℹ️ Link para a entrevista (a partir do minuto 37) 👉 https://t.co/FLeU6yGf0G