A crise entre Brasil e Estados Unidos acaba de ultrapassar um limite raramente visto na diplomacia. Nesta terça-feira, 4 de agosto, o governo Donald Trump revogou o visto diplomático da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. A decisão foi apresentada como uma medida de reciprocidade após o governo Lula negar vistos a diplomatas americanos e se recusar a conceder o agrément ao indicado de Trump para comandar a Embaixada dos EUA em Brasília.
Embora Viotti não tenha sido expulsa do território americano, ela passa a permanecer nos EUA sem um visto diplomático válido - um gesto de enorme peso político e um recado inequívoco de que Washington decidiu aumentar o custo do confronto com Lula.
Mas este episódio não surgiu do nada; ele é apenas o capítulo mais recente de uma escalada que já inclui tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, a investigação da Seção 301 conduzida pelo USTR, acusações americanas de restrições à liberdade de expressão, críticas às decisões judiciais contra plataformas digitais dos EUA, disputas sobre propriedade intelectual, comércio, etanol e até o processo eleitoral brasileiro.
Na visão da Casa Branca, todos esses temas passaram a integrar um único conflito estratégico. O governo Trump considera que o Brasil deixou de representar apenas um parceiro comercial problemático e passou a desafiar interesses políticos, econômicos e institucionais dos Estados Unidos.
O resultado é preocupante. O Brasil entra em uma das maiores crises diplomáticas com os Estados Unidos em décadas, justamente às vésperas das eleições presidenciais. Se nenhuma das partes recuar, novas retaliações poderão atingir comércio, investimentos, cooperação em segurança, tecnologia e até futuras relações diplomáticas.
A revogação do visto da embaixadora é um sinal de que a disputa entre Trump e Lula deixou de ser retórica e passou a produzir consequências concretas. A política externa do PT, historicamente ligada ao Foro de São Paulo e à aproximação com regimes ditatoriais na América Latina, contribuiu para o agravamento da crise com Washington. Se a escalada continuar, o Brasil poderá enfrentar um isolamento diplomático e econômico cada vez maior.
@profcardosao@JovemPanNews Só pode ser professor vagabundo militante e incompetente!
Tarifaço é Haddad do pt, ladrão é o lula do pt, Master Gilmar Mendes do STF, sicário morto na cadeia pela facção criminosa pt, e dado como suicida.
Quer mais o que professor cardosoinho de merda
A regime militar foi para impedir que os comunistas chegassem ao poder. Eles não queriam implantar uma democracia, mas uma Ditadura do Proletariado. Os historiadores omitiram esse detalhe do povo. Pior! Os mesmos comunistas ANISTIADOS estão agora no poder, com o mesmo objetivo.
Não seu mal informado os esquerdopatas chamam ditadura um governo militar que evitou que comunistas tomassem conta do. Esses comunistas que governam hoje este país de analfabetos funcionais e burros ludibriados.
Em um governo de direita quando a polícia agride, prende e mata pessoas em protesto contra o governo é democracia. Mas se isso acontecer num governo de esquerda é ditadura, né?
@FatimaF46328259 Prisão é a punição para bandidos, é a privação da liberdade, preso só tem o direito de ficar preso. Não tem o direito de regalias nem benefícios.
Sem saidinhas, sem visita íntima nem visita do padre