O Vasco virou aquele grupo de WhatsApp que ninguém participa, mas todo mundo fica pra ver até onde vai a tragédia.
É cada vez mais difícil saber se o Vasco tá montando um time ou só participando de um reality show de resistência emocional para a torcida.
Ele pergunta o que quiser, o Rafinha responde como quiser e o jornalista dá a opinião e pergunta o que quiser, também. Eu, por exemplo, gostaria muito de saber como um senador arruma tempo para se dedicar à função tendo ainda o América pra cuidar, o showbol pra jogar e esse (ótimo) podcast pra fazer... Porque o ex-jogador não deve satisfação nenhuma à sociedade. O senador trabalha pra ela... Ou pelo menos deveria.