Mais uma vez, Flávio Bolsonaro confirma que é um traidor da Pátria. Notícias da imprensa revelam que ele enviou ao governo dos Estados Unidos um documento pedindo o adiamento das tarifas impostas ao Brasil para depois das eleições de 2026. Tarifas que nunca deveriam ser aplicadas, mas para as quais o irmão dele faz lobby nos EUA, tentando prejudicar Lula e o PT.
Divergências entre governo e oposição fazem parte da democracia. O que não faz parte dela é recorrer a um governo estrangeiro para pressionar o próprio país. Isso é entreguismo. Imaginem um senador norte-americano trabalhando para outro país. Que fim teria?
Nossa soberania não pode ser usada como moeda de troca para projetos pessoais ou eleitorais. O Brasil deve manter relações de respeito com todas as nações, mas decidir seu destino com independência, defendendo seus trabalhadores, suas instituições e um projeto próprio de desenvolvimento nacional. A Pátria não pertence a um governo, a um partido ou a uma família. Pertence ao povo brasileiro. Essa é a resposta que temos de dar, em outubro, à extrema direita.
@guibsondantas faz 8 anos que desinstalei duas redes sociais: Facebook e Instagram. Foi uma decisão para recuperar o tempo que eu estava perdendo e evitar desgaste desnecessário.
Tomar a mansão do Richarlison falsificando documento é crime de falsidade ideológica. Mas o que me intriga é como um político sem lastro de renda vai empilhando mansão e negócio torto na cara dura e ainda está solto. Pior: tem a petulância de querer ser presidente da República.
O ódio nos dividiu, o bolsonarismo apenas canalizou esse ódio.
A pirâmide de Maslow não falha.
Todo pobre sonha em comer, ter onde morar e viver com dignidade.
Quando alcança isso, ascende socialmente e passa a desejar mais.
Isso é natural.
O problema começa quando uma sociedade inteira passa a vender a ideia de que sucesso é Ferrari, Mercedes, apartamento de R$ 3 milhões e viagem para a Europa.
A maior solução do Brasil também virou parte do seu maior problema: tirar milhões da pobreza e levar essas pessoas para a classe média sem oferecer, junto com isso, formação humana, pensamento crítico, filosofia, literatura, história, antropologia.
Melhoramos a renda, mas não discutimos o sentido da vida.
Dissemos para as pessoas que a finalidade era consumir, acumular e vencer individualmente.
Depois nos assustamos quando milhões passaram a se sentir fracassados por não conseguir alcançar um padrão impossível.
O resultado é uma classe média frustrada, ressentida, com raiva dos pobres que continuam tentando ascender, porque enxerga o investimento social como dinheiro tirado dela.
O que faltou foi desenvolvimento humano.
Quando um país ensina que o lucro é a finalidade da vida, ele produz consumidores ansiosos, não pessoas realizadas.
E uma sociedade cheia de consumidores frustrados é terreno fértil para o ódio.
Por favor, voltem a ler. Voltem. Se um livro for difícil, comprem gibis. Mas voltem a ler e exercitem o pensamento crítico, a ponderação, a interpretação. Tá todo mundo emburrecendo coletivamente.♟️
Traição no mais alto nível
Daqui um tempo os historiadores vão lidar com uma prova irrefutável do que significou a extrema-direita no curso recente da história do país. Intolerância, negacionismo, corrupção no mais alto nível, ódio aos pobres são marcas perceptíveis.
A carta de Marco Rubio a Flávio Bolsonaro será interpretada como um documento que retrata a traição nacional no mais alto nível. Não se resumiu somente de agradecer e revelar a ajuda dos Bolsonaro no processo de execução de tarifas comerciais e ataque ao sistema financeiro brasileiro. Foi além: demonstrou alto interesse na oferta de entregar aos Estados Unidos o próprio governo de transição, caso eleitos.
O que virá é uma batalha feroz pela reafirmação da independência nacional diante de um inimigo externo desesperado e com aliados internos da pior espécie. Independência ou morte nunca foi um lema jogado ao ar.
É o espírito do tempo. E devemos estar conectado a ele, politizando o debate e se negando à dispersão.
@Metropoles Uma das características do fascismo é quando forças autoritárias tentam impedir o processo educacional que leva a reflexão.
Os policiais deveriam ser afastados até pq essa abordagem tá cheia de irregularidades e ainda ameaçaram a diretora
Vcs estão acompanhando essa safadeza europeia? Universidade Federal do RN X Universidad Miguel Hernandez del Eche. Pesquisadores espanhóis copiaram pesquisa da brasileira e estão ganhando $ e reconhecimento em cima dela - e pediram pra ela calar a boca! Alô BR #MetodoTaylorSwift
Yamal fez o seu 1⁰ gol na Copa e repetiu a comemoração odiada pela extrema-direita espanhola.
O gesto simboliza o número 304, código postal do bairro Rocafonda, onde ele cresceu.
O bairro tem 50% de imigrantes e é chamado pelos fascistas espanhóis de "lixo étnico".
O pai de Yamal já se envolveu numa briga por expulsar do bairro candidatos do Vox, principal partido de extrema-direita.
Hoje, a parte racista e fascista da Espanha precisa ver Yamal como o protagonista da seleção nacional.
Jaques Wagner não é um neófito na política. É raposa felpuda e sabe bem as consequências que os adversários irão explorar contra Lula e o PT a partir das acusações a ele. Pela sua experiência, deveria tomar a atitude de renunciar àliderança do governo no Senado. Seria um antídoto contra o discurso da extrema-direita e da mídia associada, que já começou. Não interessa o Mendonça. Interessa é o Wagner agir com lealdade e maturidade política. Renunciar não seria uma capitulação ou admissão de culpa. Seria apenas uma decisão racional ante a crise.
A exposição do governo e no PT na grande mídia venal, no envolvido do senador sionista JW, pode prejudicar a campanha do presidente @LulaOficial .disto isso, o senador deve sair do posto de representação do governo no senado.
"Se você não se prepocupa com a justiça social, com quem paga a conta, você não é um economista sério, você é um tecnocrata".
Em entrevista ao Roda Viva na década de 90, a professora e economista Maria da Conceição Tavares já detalhava uma realidade que segue presente no Brasil nos dias hoje: economistas que se preocupam com o crescimento de números, não com a realidade da população.