Quando eu analiso as músicas de CSNZ eu fico ainda mais admirado por essa banda e por Josué de Castro. Que trabalho foda! O Cidadão do Mundo é minha música preferida do momento
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Dudu não escondeu a insatisfação com as poucas chances que tem recebido com Barba: "Eu também me pergunto, né, por quê? Mas isso aí é só quem escala, quem bota os jogadores que vai poder responder essa pergunta para todo mundo" | as aspas completas estão no @sitenoataque 👇🏽
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Já tiraram dois gols do Atlético em cima da linha.
Jogo em casa contra o lanterna.
Uniforme colorido.
Se o Galo ganhar hoje é sinal que 2026 está fechado com o clube. 😅
Tenho dificuldade para aceitar o argumento de que, sem as bets regularizadas, os apostadores migrariam para a clandestinidade.
Apostas de futebol clandestinas existem há décadas no Brasil (vide Máfia do Apito), mas o cenário caótico de vidas ceifadas e famílias destruídas é fenômeno recente.
A facilidade para se apostar e o estímulo constante para que se aposte são as causas da epidemia que vivemos – existem estudos para comprovar – e é isso que deveríamos combater.
A ludopatia não é novidade, mas nunca foi tão fácil torrar salários e reservas de uma vida em minutos. Você não precisa mais se locomover, você não precisa infringir leis, você não precisa buscar lugares clandestinos, você não precisa esperar sorteios semanais.
A derrocada está a poucos cliques no smartphone, 24 horas por dia.
Quem quiser apostar pode fazê-lo no meio do trabalho, almoçando, no banheiro, no cinema, na cama. E esse maldito vício, ao contrário de outros utilizados pelos defensores das bets para argumentar “por que só com as bets, tadinhas?”, não gera consequências físicas imediatas.
Você não desaba no chão porque apostou demais. Você não incomoda ninguém apostando. Você não tem uma overdose de apostas, ainda que elas também possam te levar à morte. Seu colega pode estar apostando agora mesmo, ao seu lado, e você não vai perceber ou se incomodar.
O vício no jogo é tão cruel quanto discreto, e o estímulo a esse vício não pode ser aceito em nenhuma medida.
A morte do futebol brasileiro? Se vier a ocorrer porque a incompetência dos clubes os fez depender do vício alheio para sobreviver, que assim seja.