Dos formas de "ganar" elecciones: cuando se pierde con dignidad como Cepeda (y se siembre para un futuro quizás) o cuando se emperra en no perder como Sánchez (el de Perú, el de la bacinica en la cabeza, no el de España aunque sean de la misma mata): https://t.co/QYXRS4N2AP
Bloqueos y El Niño = Más Miseria (mucha) para los más pobres (muchos fueron ignorantes bloqueadores llevados del narigón como ganado) https://t.co/el739STq6F
Excelente análisis a 51 días de esta etapa de bloqueos (que no es la primera ni será la última estupidez que sufriremos).
El alcalde Manuel ‘Mamén’ Saavedra emitió un instructivo a través del cual instruye a todos los funcionarios de la comuna cruceña a retirar fotografías, retratos e imágenes de autoridades municipales, cualquiera sea su jerarquía, de oficinas, dependencias o espacios administrativos. En sustitución, autoriza colocar fotos de familiares o seres queridos.
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#ELDEBER #Alcalde #ManuelSaavedra #SantgaCruz #Bolivia
Justiniano a FFAA: “Bolivia espera de ustedes serenidad en la crisis, firmeza en la decisión, (…) y lealtad absoluta a la Constitución”
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Hay algo que me cuesta entender: si de verdad nos la jugamos por la vida, ¿no deberíamos defenderla en todas sus etapas?
La coherencia también es una forma de verdad.
Was die meisten schon wieder vergessen haben:
2021 hat Elon Musk den Vereinten Nationen angeboten, für die Beendigung des Welthungers mit dem Verkauf eines Teils seiner Tesla-Aktien zu zahlen.
Die einzige Bedingung: Die Vereinten Nationen legen transparent offen, wie genau dieser Betrag den Welthunger beenden würde und wie die Mittel eingesetzt werden.
Natürlich haben die Vereinten Nationen das Angebot nicht angenommen. Sie hätten nämlich erklären müssen, wie es sein kann, dass seit den 1950er Jahren 2 BILLIONEN DOLLAR an „Entwicklungshilfen“ nach Afrika geflossen sind, sich aber in all den Jahren nichts zum Besseren entwickelt hat.
Das Problem ist nicht Elon Musk.
Das Problem sind korrupte Politiker, die dir sagen, dass Elon Musk das Problem wäre.
"Traga esto"; Dirigente de la COB recibe tomatazo mientras daba declaraciones a la prensa previo a reunión sindical
El dirigente de la Central Obrera Boliviana (#COB), Octavio Urquizo, fue impactado por un tomate mientras brindaba declaraciones a los medios de comunicación en el marco de una reunión de la organización.
La ciudadana molesta, tras el incidente se le escuchó la frase “traga esto”, en medio de un ambiente de tensión durante el encuentro sindical.
#Hayqueleer Perú, Colombia y el Escudo, de José Rafael Vilar @jrvilar, sobre los resultados electorales de la primera vuelta y lo que ello implicó para la composición de los parlamentos de ambos países
https://t.co/QYudDuucmM
Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda.
Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico.
Perceba a mudança de linguagem.
Não se fala mais em programas.
Não se fala mais em softwares.
Não se fala mais em máquinas.
Fala-se em "agentes".
Fala-se em "imigrantes digitais".
Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas.
A pergunta feita em Davos não foi tecnológica.
Foi civilizacional.
O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa?
Quem controla as palavras controla a percepção.
Quem controla a percepção controla a realidade.
E quem controla a realidade controla sociedades inteiras.
Durante séculos, governos disputaram territórios.
Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais.
Agora a disputa é pelo controle da inteligência.
Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam.
O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável.
Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural.
Como se ninguém estivesse tomando decisões.
Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação.
A pergunta que ninguém faz é simples:
Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações?
Quem definirá o que é verdade?
Quem definirá o que é discurso aceitável?
Quem definirá o que pode ou não ser dito?
Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia.
Estamos falando de poder.
Poder sobre informação.
Poder sobre cultura.
Poder sobre educação.
Poder sobre religião.
Poder sobre economia.
Poder sobre a própria definição do que significa ser humano.
A Revolução Industrial substituiu músculos.
A Revolução Digital substituiu tarefas.
A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo.
E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando.
Ela está terceirizando a própria liberdade.
A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa.
A verdadeira pergunta é:
Quem será poderoso através dela?
¿Estoy de acuerdo con @riosmauricio y https://t.co/tY3SUZWQKc? Penosamente sí. Cada vez es más tarde para el cambio de timón, a pesar de todos los apoyos, internos y externos sobre todo.