Se o salário mínimo “funciona”, então porque não o metemos nos 10.000€ por mês?
Se o código laboral “protege o trabalhador”, porque não reduzimos a semana para 10 horas semanais e damos 5 meses de férias obrigatórias?
A pergunta parece absurda, mas é precisamente esse absurdo que expõe a mentira de base.
A classe política acredita que a economia obedece à lei escrita no Diário da República.
Na verdade, a economia obedece à realidade.
Podes escrever as leis que quiseres, podes decretar salários, horários e direitos infinitos, mas não podes decretar riqueza.
Não podes decretar produtividade. Não podes decretar valor.
O salário não nasce da boa vontade do patrão nem da caneta do político. O salário nasce da produtividade.
Um trabalhador recebe na proporção do valor que consegue criar para os outros.
Quando o Estado impõe um salário mínimo acima desse valor, não cria riqueza nenhuma.
Cria desemprego, informalidade ou automatização.
Se pagar 10.000€ fosse possível, nenhuma empresa precisava de ser obrigada. Bastava o mercado.
As empresas competiriam entre si para atrair trabalhadores, como já acontece em áreas altamente produtivas.
O facto de isso não acontecer não é “ganância”. É economia básica.
O mesmo raciocínio aplica-se ao código laboral. Trabalhar 10 horas por semana e ter 5 meses de férias seria fantástico. Ninguém é contra isso.
A questão não é o desejo, é a viabilidade.
Uma economia não sobrevive com mais direitos do que produção.
Cada hora não trabalhada é riqueza que não é criada.
Cada obrigação adicional é um custo que alguém tem de pagar.
E esse alguém acaba sempre por ser o trabalhador, seja em salários mais baixos, menos emprego ou preços mais altos.
A ilusão estatista é achar que leis criam prosperidade. Não criam.
No máximo redistribuem o que já existe. E muitas vezes destroem parte do que existia pelo caminho.
A realidade é implacável.
Uma empresa só contrata se fizer sentido económico.
Um país só enriquece se produzir mais do que consome.
Nenhum decreto altera isso.
Nunca alterou.
Nunca vai alterar.
O mercado não é perfeito, mas é honesto. Dá sinais claros.
Diz quanto vale cada coisa, quanto vale cada trabalho, quanto é possível pagar.
O Estado mente.
Promete o impossível, compra votos com fantasias e depois culpa “os ricos”, “as empresas” ou “o capitalismo” quando a realidade aparece.
Isto não é falta de empatia.
É respeito pela verdade.
É perceber que proteger o trabalhador não é amarrar a economia com leis irrealistas, é libertá-la para crescer, inovar e criar valor real.
Queres salários mais altos?
Mais liberdade económica.
Menos impostos.
Menos burocracia.
Menos Estado a meter-se onde não cria nada.
Porque no fim do dia, a economia não quer saber do que está escrito na lei.
A economia só responde a uma coisa… A realidade.
Um português que receba 2000€ líquidos por mês já foi roubado em 1317,47€ pelo Estado.
Um bandido comum já se dava por satisfeito e ia embora.
O Estado português não.
Ainda taxa tudo o que tu consomes a 23%.
Nos combustíveis, pagas quase o dobro, porque metade é imposto.
Depois vêm os impostos sobre a casa, o carro, a poupança, etc.
Trabalhas. Produzes. Arriscas.
E o Estado aparece sempre primeiro, de mão estendida ou melhor, armada.
O Estado português não vive do consentimento.
Vive da coação legalizada.
A maior organização criminosa em Portugal não anda escondida.
Governa.
Se Cotrim é tido e achado para estas eleições, deve-se às novas gerações não padecerem da mesma imbecilidade dos pais que impossibilitava que qualquer candidato de esquerda ou direita fora do mainstream fosse competitivo. Esta ideia boomer do “é porreiro, mas não tem hipótese”
O estado dos media em Portugal.
Se não ficou claro, os media em Portugal são TODOS de esquerda.
E trabalham activamente para eleger pessoas de esquerda e denegrir a imagem de candidatos não de esquerda.
Completamente vergonhoso, nem 1 cêntimo para esses merdas. Falência.
O cara buzinado pra mim pra eu ir mais rápido kkkkkkk parceiro pode buzinar a vontade eu tô mexendo no celular,não vou ser irresponsável de acelerar mais o carro
Japan's new Prime Minister says she prefers to let the population shrink rather than bring in waves of low-skilled immigrants to offset the decline because the preservation of Japanese society matters more than cheap labor.
This is a George Floyd moment for white people.
A few key differences:
1) The victim was not a thug who actually died of a drug overdose.
2) The perpetrator actually committed murder, and blatantly said out loud that it was racially motivated.
3) The country will not be burned down with riots, looting, and shootings.
O futuro da Europa é ter o exército a patrulhar as capitais porque os políticos deixaram entrar milhões de "doutores" e "engenheiros" do terceiro mundo. Não temos que viver assim
R*pes recorded:
2000:
🇬🇧 England & Wales: 8,593
🇩🇪 Germany: 8,133
🇫🇷 France: 7,500
🇵🇱 Poland: 2,399
2023:
🇬🇧 England & Wales: 68,109
🇩🇪 Germany: 39,029
🇫🇷 France: 42,400
🇵🇱 Poland: 1,127
Gee, it makes you wonder what’s so different about Poland compared to the other three countries, where the numbers have skyrocketed. What changed?
Pedro Nuno Santos: Pus a CP e a TAP a dar lucro.
Miguel Sousa Tavares: Isto não é uma ofensa a quem trabalha, isto é uma ofensa a quem paga impostos, porque há quem trabalha e não paga impostos.