Jornalista/PUCSP, mestre e doutor em comunicação e cultura, Prolam/USP, pesquisador em economia criativa e aniquilamento racial brasileiro, diretor/FAAC/UNESP.
COPA/2026
Agora é a vez e a hora dos temidos Doces Bárbaros, de pele escura, cabelos pixaim, lábios grossos, nariz largo e com paixões e inteligências incontornáveis, capazes de pôr abaixo as cidadelas medievais da Europa, cuja história é a do massacre de povos não brancos!
Profundamente deprimido, Neymar Júnior -o eterno "Menino Ney", segundo a imprensa brasileira- resolveu espairecer fazendo umas compras. No rolé, arrematou um iate de 120 milhões de reais com quatro suítes. Pelo visto, a terapia de compras funcionou perfeitamente para o garoto.
Maria Remedios del Valle (1766–1847) — considerada a Mãe da Argentina — foi uma mulher negra e uma das maiores Libertadoras da América. Aqueles que apagam o seu legado entram na categoria dos idiotas raciais, que negam a própria história e a própria humanidade. Otários!
Ao ignorar as fragilidades reais da seleção brasileira, a imprensa pavimentou o caminho para o fiasco, entregando ao público um projeto vazio, conduzido por um elenco de postura alienada, conservadora e desconectada das responsabilidades com o povo brasileiro..
O debate sobre os limites éticos da publicidade, especialmente no mercado de apostas e jogos (as chamadas bets), toca em um ponto central da responsabilidade social da mídia tradicional e de figuras públicas de grande alcance, como atletas de elite.
A Argentina se destaca como a seleção com menor representação de atletas negros entre as equipes americanas que disputam a Copa do Mundo. Essa aparente homogeneidade frequentemente atrai a simpatia de grupos supremacistas brancos, inclusive no Brasil e em países vizinhos.
Mais recursos para a universidade via tributação dos mais ricos e a total responsabilização do Estado pela permanência estudantil: são essas as questões essenciais no debate que travamos em defesa da universidade pública, gratuita, democrática, inclusiva e acolhedora.
A teoria dos dois circuitos da economia de Milton Santos fundamenta a compreensão de um 'apartheid' socioespacial brasileiro. Enquanto o circuito superior concentra a riqueza, a tecnologia e o capital (é branco), o circuito inferior é marcado pela precarização (é negro).
O Brasil é o país da impunidade — da escravização e do massacre de indígenas à bestialidade de Canudos, ao massacre do Carandiru, ao genocídio da pandemia e aos criminosos golpistas. Aqui, bandidos se anistiam mutuamente. Canalhas!
Jesse Jackson (1941–2026) foi uma figura central na história americana recente, um dos poucos líderes negros que morre de "morte natural", e não pelas mãos dos supremacistas raciais brancos, "infiltrados da Klan" no aparelho de estado norte-americano, como o FBI.
Por que o jornalismo oficial chama Maduro de ditador, mas não adota o mesmo critério para Trump, após os crimes cometidos por ele dentro e fora de seu país?
Em 2025, o Brasil registrou 4.515 resgates de trabalhadores em condições análogas à escravidão, segundo dados inéditos do MDHC. A construção civil e o agronegócio seguem como os setores com maior concentração de casos. Desde de 1995, o total de resgatadas/os ultrapassa 65 mil.
O Conselho de Segurança da ONU condenou a ação dos EUA na Venezuela; no entanto, Trump voltou a ameaçar o país, além de Cuba e da Groenlândia. O espectro autoritário ronda o continente americano, ameaçando a paz e a soberania dos povos.
Ao violar o direito internacional, a hegemonia global norte-americana resgata conceitos do Departamento de Estado elaborados durante a Guerra Fria, como os relatórios Rockefeller e Kissinger, que subsidiaram as ditaduras e o banho de sangue na região.