Perfil de Paródia/Sátira. Invoco presunção de inocência, me auto proclamando Jornalista e em caso de ser mal interpretado alego Problemas Psicológicos.
"O presidente da Câmara dos Deputados do Paraguai, Raúl Latorre, do Partido Colorado, reagiu às falas de Lula por meio de um comunicado institucional.
"Lula, você está falando com leveza excessiva sobre a maior tragédia da nossa história, o maior genocídio do nosso continente", escreveu. "A Guerra da Tríplice Aliança teve seu início com a intervenção militar do Brasil no Uruguai e deixou o Paraguai devastado, com a perda de cerca de 60% da população e de 90% dos homens."
Latorre também resgatou uma declaração anterior de Lula sobre a guerra na Ucrânia para ironizar o presidente brasileiro. "Uma vez você disse que ia terminar a guerra da Ucrânia 'com uma cervejinha'. Hoje você volta a falar com leviandade sobre conflitos armados na América. Se suas jabuticabas acabarem, podemos lhe enviar algumas. Nós conhecemos o verdadeiro valor da paz, porque a pagamos com nosso sangue.
A Guerra da Tríplice Aliança, travada entre 1864 e 1870, é o conflito mais devastador da história sul-americana. O Paraguai perdeu entre 50% e 60% de sua população total e aproximadamente 90% dos homens adultos. O país foi ocupado por tropas brasileiras por seis anos após o armistício". @conexaopolitica
TSE nega pedido de fórum internacional para observar eleições 2026.
O TSE rejeitou o pedido e disse que só autoriza entidades previamente convidadas pela própria Justiça Eleitoral. Até agora, 5 dos 6 órgãos credenciados para missões de observação eleitoral são comandados por gente ligada à esquerda brasileira e mundial, à esquerda globalista e até aliados diretos de Lula.
Essa aí , A tal de Julie Milk , está fazendo a mesma coisa que a Joyce Hasselmann e Soraya Tronick , mais uma aqui em SP? Mas ela é carioca , mora no Rio e quer se eleger por aqui ?? AQUI NÃO BONITA !
O MAIOR ROUBO DA HISTÓRIA DO ESPORTE ACABA DE SER EXPOSTO.
Eles pensaram que as distrações globais manteriam seus olhos longe da bola. Mas o castelo de cartas está desmoronando.
A Copa do Mundo de 2026 não foi apenas um torneio. Foi um evento de extração de riqueza altamente orquestrado e controlado por algoritmos. E o independente Grupo de Copenhague acaba de denunciar.
$240 BILHÕES.
Esse é o valor impressionante de dinheiro que fluiu pelos mercados globais de apostas durante os 104 jogos da Copa do Mundo de 2026. O dobro do Catar. Isso não foi apostas orgânicas. Foi uma extração sincronizada.
O órgão consultivo internacional independente acaba de sinalizar SETE jogos específicos por manipulação grave.
Lembra do cartão vermelho no 84º minuto para Themba Zwane, da África do Sul, no jogo de abertura contra o México? Não foi um erro de arbitragem. Foi uma execução programada. Momentos antes de o cartão ser mostrado, um sindicato cripto não rastreável despejou US$ 14,2 milhões em mercados de previsão da dark web. Eles sabiam o minuto exato em que o cartão cairia.
Lembra do jogo Espanha x Cabo Verde que chocantemente terminou em 0-0? Uma única entidade na plataforma de criptomoedas Polymarket apostou US$ 4,8 milhões de que a Espanha NÃO venceria. Quem assume esse tipo de risco a menos que o resultado já esteja escrito em pedra?
E a evidência mais gritante: O atraso de 3,5 minutos no VAR antes de anular o gol de Ferran Torres contra a Arábia Saudita. Esse atraso não foi para rever imagens. Essa janela de 210 segundos foi especificamente usada para permitir que membros de alto nível do sindicato executassem negociações massivas de alta frequência em mercados globais antes do anúncio da decisão.
Eles transformaram a tecnologia VAR em uma arma. Não está lá para precisão. É um mecanismo de atraso projetado para manipular a liquidez de apostas ao vivo.
Em 2 de julho, Folarin Balogun recebeu um cartão vermelho. NO MESMO EXATO DIA, antes mesmo de a FIFA confirmar seu status de suspensão, os mercados de apostas misteriosamente abriram perguntando se ele jogaria. Eles tinham conhecimento privilegiado dos níveis mais altos.
A resposta da FIFA? Sua "Força-Tarefa de Integridade" soltou um comunicado em pânico alegando que "nenhuma atividade de apostas suspeita" foi encontrada. Uma mentira descarada que contradiz diretamente os investigadores independentes.
O Estado Profundo usa esses eventos massivos para mover bilhões em cripto não rastreável, financiando suas operações secretas enquanto as massas vibram. Os árbitros, os operadores de VAR, os executivos de alto escalão — eles estão comprometidos.
O pânico em Zurique é ensurdecedor. Reuniões de emergência estão acontecendo. Eles sabem que o Grupo de Copenhague tem os comprovantes em blockchain ligando as contas da Polymarket diretamente a contas offshore controladas por elites globalistas.
A ilusão de jogo limpo está morta. O cartão vermelho final está prestes a ser mostrado.
@MrPool_QQ
Dublagem automática e vídeo fonte no link abaixo
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No último sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado dos Estados Unidos, tornou públicas 1.140 páginas do diário pessoal de Anthony Fauci, escritas entre dezembro de 2019 e dezembro de 2022. Os documentos passam a integrar a investigação do Senado e serão o foco do depoimento que Fauci prestará sob juramento nesta quarta-feira, 29 de julho.
Durante anos, Fauci foi tratado como a personificação da ciência. Quem questionava suas decisões era rapidamente rotulado de negacionista ou conspiracionista. A imprensa transformou um agente público em uma autoridade incontestável, quase uma divindade.
Quem acompanha meu trabalho sabe que, desde a pandemia, publiquei reportagens e análises sobre os e-mails de Fauci, o financiamento de pesquisas em Wuhan por meio da EcoHealth Alliance, a censura ao debate sobre a origem do vírus, as mudanças de discurso sobre máscaras, o fechamento de escolas, os lockdowns, a vacinação compulsória e o uso da ciência como instrumento de poder.
As anotações de Fauci mostram que, ainda em janeiro de 2020, ele registrava que o mercado de Wuhan não era a origem da Covid-19, mas apenas um amplificador da transmissão. O então diretor do NIAID também documentou discussões internas sobre uma possível origem laboratorial, hipótese que depois seria tratada publicamente como “teoria da conspiração”.
Os diários ainda revelam um Anthony Fauci profundamente obcecado pela própria imagem. Enquanto milhões de pessoas perdiam seus empregos, empresas fechavam as portas e milhares de idosos morriam isolados, impedidos de receber um último abraço dos filhos, Fauci colecionava capas de revistas, homenagens e alimentava um verdadeiro culto à própria imagem.
O maior legado da pandemia não foi apenas o vírus, mas a transformação da ciência em dogma, do debate em censura e da discordância em “desinformação”.
Durante anos, o mundo foi levado a confiar na palavra de Anthony Fauci. Agora, ele terá de responder pelas próprias palavras. Pela primeira vez, não serão seus porta-vozes nem a imprensa a construir a narrativa, mas os registros que ele próprio escreveu.
Após ser acusado de interferir na política brasileira por participar da Convenção Nacional do PL, o presidente argentino Javier Milei respondeu às críticas em entrevista à rádio El Observador e trouxe à tona verdades inconvenientes para Lula.
Milei afirmou que o Brasil teve “um papel muito ativo” na eleição presidencial argentina de 2023, alegando que assessores ligados a Lula participaram da campanha do então candidato Sergio Massa. Diante disso, desafiou diretamente a narrativa de que sua atuação configuraria interferência na política brasileira, questionando por que a atuação de Lula na Argentina seria aceitável, enquanto a dele no Brasil passou a ser tratada como “interferência”.
O argumento usado pelo governo Lula contra Milei retorna agora como um bumerangue político. A presença de Javier Milei no evento do PL foi tratada por Lula e seus aliados como “interferência” em assuntos internos. Milei responde lembrando que Lula atravessou a fronteira para defender Cristina Kirchner e posar com a placa “Cristina Libre”, mesmo após a confirmação de sua condenação pela Suprema Corte argentina por corrupção.
Lula fez na Argentina exatamente aquilo que hoje condena em seus adversários políticos: participou ativamente da disputa política, fez campanha em favor de Cristina Kirchner e transformou um processo judicial estrangeiro em um ato político. Lula pôde visitar e abraçar sua aliada política Cristina Kirchner, ligada ao Foro de São Paulo, durante sua prisão domiciliar.
É isso que Milei está denunciando ao mundo: o Brasil, sob o governo Lula, deixou de garantir liberdades fundamentais e passou a perseguir adversários políticos despudoradamente, tudo em nome da “democracia” e da “soberania”, que pertencem somente a eles.
MILEI NÃO VEIO FAZER DIPLOMACIA. VEIO MOSTRAR O ABISMO.
Javier Milei @JMilei subiu ao palco da Convenção Nacional do PL carregando algo que poucos líderes possuem: a experiência de quem viu um país ser desmontado pelo socialismo e teve a coragem de chamar a destruição pelo próprio nome.
“Nós, argentinos, somos profetas de um futuro distópico.”
Essa talvez tenha sido a frase mais profunda de todo o discurso.
Milei não falou sobre uma teoria encontrada em livros. Falou sobre uma tragédia vivida. Uma nação que já esteve entre as maiores potências mundiais foi empurrada para a pobreza, para a inflação e para a dependência de um Estado que primeiro promete proteção, depois confisca a liberdade e, por fim, entrega apenas miséria.
“O caminho para o socialismo é, sempre e em todo lugar, o caminho para o totalitarismo.”
A fórmula é conhecida.
Criam o problema, oferecem o Estado como solução, distribuem aquilo que ainda não foi produzido, gastam o que não possuem e deixam a conta para o próximo governo. Quando vencem, ficam com o poder. Quando perdem, culpam a direita pelo preço necessário para corrigir o desastre.
“Se ganham, ganham. E, se perdem, também.”
É a engenharia perfeita da irresponsabilidade.
O socialismo transforma o roubo em política pública, a dependência em virtude e o fracasso em argumento para exigir ainda mais poder. Depois, seus autores aparecem diante das câmeras com o semblante grave de quem deseja investigar o incêndio que eles próprios começaram.
Milei foi direto:
“Os socialistas são ladrões.”
E deixou um alerta que o Brasil não pode fingir que não ouviu:
“O Brasil ainda não viveu as consequências mais nefastas e profundas desse modelo, mas pode vivê-las se não mudar de rumo.”
Ainda existe tempo, mas não existe mais espaço para ingenuidade.
“Não deixem que os socialistas ladrões lhes roubem o futuro.”
Milei também não se escondeu atrás da falsa neutralidade diplomática. Apontou Flávio Bolsonaro como o nome capaz de enfrentar Lula e conduzir a mudança que o Brasil precisa.
“Flávio é a pessoa que, hoje, pode deter Lula e liderar uma verdadeira mudança para todos os brasileiros.”
Não foi apenas um apoio político. Foi o reconhecimento de alguém que enfrentou o mesmo sistema, recebeu ataques internacionais, reduziu o Estado, combateu a inflação e descobriu que a esquerda só respeita aquilo que não consegue destruir.
Na segurança pública, deixou outra frase que deveria estar gravada na porta de cada tribunal:
“Quem faz, paga.”
Simples assim.
Sem romantização do criminoso. Sem garantismo para proteger quem destrói famílias. Sem transformar a vítima em detalhe burocrático e o bandido em produto inocente da sociedade.
Milei também antecipou o que virá.
“Preparem-se, porque a esquerda não tem problema algum em jogar sujo.”
Virão as campanhas de difamação, os rótulos, as acusações, as manchetes estrangeiras e os sacerdotes do progressismo tentando convencer o brasileiro de que desejar ordem, prosperidade e liberdade é algum tipo de pecado.
Mas, como ele lembrou:
“Os cães ladram, Sancho, sinal de que cavalgamos.”
O dia 4 de outubro não será apenas uma escolha entre candidatos. Será uma decisão entre continuar financiando o passado ou recuperar o direito de construir o futuro.
“Vão com fé, porque, embora eles tenham todo o aparato do Estado, todo o apoio dos meios de comunicação estrangeiros e das elites, nunca poderão contar com o verdadeiro poder.”
O Brasil precisa ouvir quem já viu esse filme até o final.
A Argentina pagou caro para aprender. Nós ainda podemos evitar a mesma ruína.
Ou o Brasil aprende com a Argentina, ou pagará a mensalidade do socialismo com pobreza, censura, violência e décadas perdidas.
“Faça o Brasil grande novamente!”
E que as forças do céu nos acompanhem.
🚨🇬🇧 Empresas britânicas inventaram a solução anti-roubo do século: contratar africanos pra espancar outros africanos até virar estatística.
Assim ninguém pode gritar “racismo!” e todo mundo volta pro século XIX com orgulho e economia de processos. 😂
🚨O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, marcou para 17 de agosto, em Brasília, uma reunião com Kimberly Kelly, atual encarregada de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, que exerce a chefia da missão diplomática até a chegada do embaixador indicado por Trump, Daniel Perez, além dos embaixadores e chefes de missão dos demais países com representação diplomática no Brasil.
O objetivo do encontro é apresentar o funcionamento das novas urnas eletrônicas, explicar os mecanismos de segurança, auditoria e fiscalização do processo eleitoral brasileiro e ampliar a transparência junto ao corpo diplomático internacional. Segundo Nunes Marques, o sistema eleitoral brasileiro está aberto ao acompanhamento das entidades legalmente habilitadas e das missões internacionais de observação.
A presença do presidente da Argentina, Javier Milei, na Convenção Nacional do PL, neste sábado, 25 de julho, transformou um evento partidário brasileiro em um episódio de repercussão internacional. Não é comum que um chefe de Estado participe de uma convenção partidária em outro país e declare apoio explícito a um candidato em uma eleição estrangeira.
A presença de Milei para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro evidencia uma transformação na dinâmica das disputas eleitorais contemporâneas. As eleições deixaram de ser fenômenos estritamente nacionais e passaram a integrar uma disputa política transnacional, na qual governos e lideranças se articulam em blocos cada vez mais definidos.
De um lado, forças de esquerda reunidas em torno de organizações como o Foro de São Paulo; de outro, lideranças conservadoras e liberais que passaram a atuar de forma coordenada, compartilhando estratégias, discursos e apoio político além de suas fronteiras.
Milei apresentou a disputa brasileira como parte de um confronto continental entre o socialismo e os movimentos liberais e conservadores. Criticou o Foro de São Paulo, responsabilizou a esquerda latino-americana pelo declínio econômico da região e afirmou que o Brasil representa hoje o principal bastião desse projeto político sob a liderança de Lula da Silva.
Milei comentou a decisão que o impediu de visitar Jair Bolsonaro.Disse que não pôde encontrar um “amigo injustamente preso”, chamou o ministro Alexandre de Moraes de “lixo careca” e comparou o tratamento dispensado ao ex-presidente com o recebido por Lula durante sua prisão. Lembrou que Lula recebeu livremente líderes estrangeiros, entre eles o então presidente argentino Alberto Fernández, e afirmou que a decisão demonstra que Bolsonaro é alvo de uma perseguição política
O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou uma nota de repúdio classificando como inaceitáveis os ataques às instituições brasileiras e ao ministro Alexandre de Moraes.
Milei deixou claro que a eleição brasileira será decisiva para toda a América Latina. O Brasil passou a ser visto como a principal e mais importante disputa política do continente.
O X acaba de ultrapassar o Instagram, o Facebook e até o TikTok, tornando-se o aplicativo gratuito mais baixado da App Store hoje.
Elon Musk investiu US$ 44 bilhões para comprar o antigo Twitter. Segundo ele, o objetivo era defender a liberdade de expressão. Os números mostram que a aposta continua atraindo milhões de usuários.
A mídia de extrema esquerda tá em estado de choque coletivo.
Não é crise hídrica, não. É crise de lenço.
Milei, o leão que desmontou a Argentina em tempo recorde, aparece dançando no palco com Flávio Bolsonaro no lançamento de candidatura e o pessoal do “jornalismo independente”
simplesmente derreteu.
Chora tanto que já não tem mais onde enxugar.
O estoque de lenços acabou. O estoque de lágrimas de crocodilo também.
Agora é só o som de soluço e o barulho de teclado digitando “ameaça à democracia” pela 47ª vez no mesmo dia.
Eles aguentaram o Milei gritando “¡Viva la libertad, carajo!” na Argentina.
Aguentaram o Bolsonaro de volta.
Mas ver os dois juntos, no mesmo palco, dançando e rindo enquanto a plateia grita… aí foi demais.
O sistema nervoso da esquerda midiática simplesmente short-circuitou.
Parabéns, g1 e afiliados.
Vocês conseguiram transformar uma dança em luto nacional.
E ainda reclamam que o povo não leva vocês a sério.
O presidente da Argentina, Javier Milei, proferiu ofensas ao ministro Alexandre de Moraes, durante discurso em convenção de Flávo Bolsonaro e do PL. Milei reclamou da proibição de visita a Bolsonaro, determinada por Moraes. "O lixo careca não permitiu visitar meu amigo, injustamente preso", disse Milei.
⚖️🇧🇷🗳👨⚖️/ O Ministro André Mendonça, Vice-presidente do TSE Amplia Auditoria do Código-Fonte das Urnas. Para reforçar a transparência e a segurança do processo eleitoral, os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça, presidente e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), anunciaram a expansão do acesso à auditoria do código-fonte dos sistemas de votação. Os softwares que gerenciam as urnas, a votação e a apuração dos votos poderão ser examinados por entidades específicas, como: Partidos políticos e Ministério Público Eleitoral; Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);Universidades e instituições técnicas credenciadas. O diferencial da medida: Além da análise visual do código, as organizações autorizadas terão permissão para desenvolver ferramentas próprias de verificação. O objetivo é assegurar que os sistemas operem corretamente e fiquem livres de brechas ou adulterações. Segundo o ministro André Mendonça, a abertura total do sistema é fundamental para garantir a fidedignidade das eleições e consolidar a confiança da população. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações de segurança que engloba também o acompanhamento de observadores internacionais e a realização de testes públicos. Com essa flexibilização, o TSE pretende rebater questionamentos e comprovar o caráter auditável e seguro das urnas eletrônicas brasileiras.
O SIGILO CAIU. A NARRATIVA TREMEU.
Trump retirou o sigilo de arquivos da CIA que expõem vulnerabilidades, suspeitas de manipulação e a capacidade de interferência em sistemas eletrônicos de votação.
Os documentos não provam, isoladamente, que o resultado americano de 2020 foi alterado, mas destroem o conveniente mito das máquinas absolutamente invioláveis.
Durante anos, qualquer questionamento foi tratado como conspiração. Agora, os próprios arquivos de inteligência confirmam que os riscos existiam e eram conhecidos.
A questão já não é apenas se houve fraude, mas quem conhecia as brechas, quem decidiu silenciar e por que o eleitor foi impedido de questionar.
Democracia não exige fé em maquininhas. Exige transparência, auditoria e provas verificáveis.
Compartilhe esta transmissão. Quando o sigilo termina, começa o dever de investigar.
VIA: https://t.co/NhKxNxeDjv
🚨 BREAKING
🇺🇸 Donald Trump: "Starting today, the U.S. controls the servers of every major social media platform. Any country that refuses to pay a monthly 'digital rent' will lose internet access."
🇪🇺 European Union: "That would violate international law. Any attempt to enforce such a policy would trigger massive penalties on U.S. tech firms operating in Europe."
🇺🇸 Donald Trump: "If that's your answer, don't be surprised if Google Maps suddenly stops working across Europe after midnight."
FOLLOW ME, THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING
🚨🔥 TRUMP ACABOU DE REPUBLICAR O DISCURSO MAIS ATERRORIZANTE DE JFK — E O ESTADO PROFUNDO ESTÁ EM PÂNICO
JFK viu isso chegando. Em 1961. E agora, Trump acabou de garantir que 300 milhões de americanos também o vejam.
O discurso de que todos estão falando: o discurso de Kennedy à Associação Americana de Editores de Jornais, 27 de abril de 1961. A CIA tinha acabado de estragar a Baía dos Porcos. Kennedy estava furioso. Ele foi enganado por seu próprio aparato de inteligência. E ele subiu naquele palco e disse algo que nenhum presidente se atreveu a dizer desde então.
“Somos opostos em todo o mundo por uma conspiração monolítica e implacável que se baseia principalmente em meios secretos para expandir sua esfera de influência - na infiltração em vez de invasão, na subversão em vez de eleições, na intimidação em vez da livre escolha.”
Leia isso de novo. Monolítico. Implacável. Conspiração.
Este não era um apresentador de rádio marginal. Este era o presidente em exercício dos Estados Unidos, na televisão ao vivo, dizendo ao povo americano que uma rede paralela de poder - operando por meio de agências de inteligência, cumplicidade da mídia e captura institucional - estava trabalhando contra a própria república.
E então ele disse a parte quieta em voz alta:
“Suas preparações são ocultas, não publicadas. Seus erros estão enterrados, não manchetes. Seus dissidentes são silenciados, não elogiados. Nenhum gasto é questionado, nenhum boato é impresso, nenhum segredo é revelado.”
Parece familiar?
Sessenta e cinco anos depois, Trump lança este vídeo no Truth Social. Nenhum comentário necessário. O discurso faz todo o trabalho. E em poucas horas, os mesmos meios de comunicação que passaram quatro anos chamando Trump de teórico da conspiração de repente ficam muito quietos.
Aqui está o que eles não querem que você conecte:
- Kennedy foi assassinado 2,5 anos após este discurso
- A Comissão Warren era uma piada — até mesmo o Comitê Seleto de Assassinatos da Câmara em 1979 concluiu que Kennedy foi “provavelmente assassinado como resultado de uma conspiração”
- Os arquivos AINDA estão classificados
- Trump tem pressionado para liberá-los, mas o estado de segurança nacional permanente se recusa, em vez disso, desacelera a ordem
O tempo não é aleatório. Isso não é apenas história. JFK descreveu um estado de segurança nacional permanente que só se tornou mais arraigado - um que opera além das eleições, além da responsabilidade, além do alcance dos eleitores.
Kennedy o chamou de “um sistema que recrutou vastos recursos humanos e materiais para a construção de uma máquina unida e altamente eficiente que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, econômicas, científicas e políticas”.
Aquela máquina não desapareceu quando ele morreu. O ficou ainda mais forte.
Trump repostando isso não é nostalgia. É um sinal. As mesmas forças sobre as quais JFK alertou são as mesmas forças que tentaram destruir Trump — Russiagate, dois impeachments, lawfare, apagão da mídia, tentativas de assassinato. O manual não mudou. Apenas os nomes.
E agora o presidente em exercício acabou de lembrar ao país quem sempre foi o verdadeiro inimigo.
O discurso que os assustou então é o discurso que eles estão aterrorizados, você vai assistir agora.
Compartilhando isso porque eles estão contando com você para não assistir. Não deixe que eles ganhem. 💥🔥🔥
O ESTADO QUE FABRICA CULPADOS
Claudio Dantas revela um episódio que deveria arrepiar qualquer cidadão: Ana Luiza recebeu um auto de infração por suposta obstrução a uma fiscalização da qual afirma não ter participado. Ela sequer estava no local. Estava no Pará e diz ter como provar.
O mais grave não é apenas a multa. É o método.
Primeiro, a máquina pública escreve uma versão. Depois, transforma essa versão em documento. Em seguida, envia fiscais para comunicar que a acusada terá vinte dias para provar que não fez aquilo que o próprio Estado deveria demonstrar que ela fez.
A realidade vira detalhe. A burocracia vira sentença.
Ana Luiza conta que apenas usou as redes sociais para defender o avô idoso, depois de uma operação que, segundo ela, chegou sem aviso, ocupou o terreiro da família, apreendeu o gado e levou a carne. Agora, a manifestação pública aparece envolvida numa acusação administrativa de obstrução.
Para Claudio Dantas, esse caso não é uma anomalia. É o retrato em miniatura de um sistema que aprendeu a intimidar antes de investigar, punir antes de comprovar e exigir do cidadão uma defesa contra a ficção produzida pelo próprio poder.
Quando o Estado pode errar sem consequências, mas o cidadão precisa gastar tempo, dinheiro e sanidade para provar o óbvio, já não existe equilíbrio entre autoridade e indivíduo. Existe coerção institucional com carimbo, protocolo e prazo de vinte dias.
O fiscal diz que está ali apenas para dar ciência. O documento diz que houve obstrução. A acusada diz que nem estava presente.
Eis a nova justiça administrativa brasileira: o fato pode estar ausente, desde que a papelada esteja completa.
O perigo começa quando a exceção vira método. E termina quando uma sociedade inteira passa a considerar normal que o Estado invente a culpa e entregue ao inocente a obrigação de desmenti-lo.
A Praia do Arpoador virou zona de guerra ontem: arrastão em plena luz do dia, correria e ônibus depredado.
Mas, para a esquerda, os verdadeiros terroristas do Brasil são as senhoras do 8 de janeiro com a Bíblia debaixo do braço.