Happy 39th birthday to RoboCop (1987) 🤖👮♂️
On this day in 1987, Paul Verhoeven dropped a stone-cold masterpiece.
Satire so sharp it cuts, action that still goes stupid hard, and the most badass cyborg cop Detroit has ever seen. “I’d buy that for a dollar!” never gets old.
Uma família que pediu a uma potência estrangeira para taxar o Brasil não ama este país. Ama o próprio poder.
O tarifaço castiga o trabalhador brasileiro para blindar quem tentou dar um golpe. Chamam de patriotismo, mas é traição.
O povo já enxergou. Pela Quaest, 51% apontam que Flávio Bolsonaro pediu as tarifas contra o próprio país.
“Eu tiro foto com todo mundo que me pede” disse Flávio Bolsonaro sobre sua foto com o Sicário, braço direito do Vorcaro.
Beleza, Flávio.
Mas você também tira a camisa, a cerveja do cooler, a carne da geladeira e o sundown da necessaire? Porque essa é a vibe que a foto passa.
Não quero que a Argentina ganhe o título. Ela ficará perigosamente perto do Brasil e pode chegar também no penta em breve. Dito isso, MUITO FODA que no final do jogo, contrariando Milei, Trump e a Fifa, a exibição da faixa de que as Malvinas são da Argentina!
Enquanto a gente quer acabar com a escala 6x1, o PL de Flávio Bolsonaro já tentou:
- Aprovar emenda que liberava jornada de 52h semanais
- Aprovar PEC que sujeita direito trabalhista à negociação com patrão
- Descriminalizar o racismo
A escolha tá fácil, né?
NÃO VAMOS DESISTIR! Tô vendo muita gente jogando a toalha do fim da escala 6x1. Aprovar na Câmara não era fácil e nós conseguimos com muita luta. Davi Alcolumbre não é o dono do Brasil. O trabalho seguirá intenso por aqui para garantir a vitória da classe trabalhadora no Senado.
VOTA LOGO, ALCOLUMBRE! É uma vergonha que o presidente do Senado siga enrolando o Brasil ao não pautar o fim da escala 6x1. Agora, quer decretar recesso para os senadores descansarem enquanto o povo segue sofrendo com essa escala desumana.
Temos que ampliar a pressão. Fim da escala 6x1 já!
Nossa petição pelo impeachment de Davi Alcolumbre já tem quase 50 MIL assinaturas. Vamos fazer chegar nele?
Assine aqui e divulgue bastante para esse inimigo do povo ver o carinho da população: https://t.co/hvVkHeSmT8
A classe trabalhadora vai seguir ralando enquanto o Senado entra de férias sem pautar o fim da escala 6x1.
O Brasil não é o engenho de Davi Alcolumbre. Seguiremos pressionando esse inimigo do trabalhador!
Continuo fazendo - e vendendo - o meu livro. "Todo Futebol" reunirá crônicas que, juntas, contarão a história do Mundial 2026, trazendo também memórias de outras Copas e lembranças carinhosas sobre o torneio.
Está em pré-venda no site da @MorulaEditorial (link no post abaixo).
É um pesadelo. O torcedor brasileiro não tem o direito de olhar para a frente sem que tentem empurrar esse embusteiro de volta ao centro de tudo.
O neymarismo é uma espécie de sebastianismo.
Assim como o mito de Dom Sebastião prometia o retorno do rei para restaurar a glória perdida, parte da torcida vive à espera de um Neymar que já não existe.
A cada convocação, a cada rumor de volta, renasce a esperança de que ele, sozinho, resolverá os problemas da Seleção.
Enquanto isso, o futebol segue em frente, o tempo passa, e o Brasil continua adiando a necessária reconstrução porque insiste em esperar um salvador.
Davi Alcolumbre defendendo o direito do Romário de receber salário pelo período em que NÃO trabalhou e foi dançar na Copa. Ele acha que o Senado está acima de críticas. Alguém avisa que são todos funcionários do POVO?
@osescapistas@mauro_ellovitch@ReginaldoYeoman Episódio maravilhoso! Estava com saudades! Voto com Mauro que essa época da Guerra Civil e pós era das mais empolgantes da Marvel! Vou ter que revisitar essa história do Punho (ou dos Punhos)! ✊❣️
A Central 3, já velha de guerra, está em busca de financiamento coletivo. Abri câmera pra falar sobre este lugar que mudou minha vida.
Se você consome algum podcast da C3, sugiro que considere ajudar. Faz diferença na comunicação independente.
https://t.co/YsL409yXeg
Meu Twitter ganhou mais seguidores a partir de 2015, quando passei a assinar um blog na ESPN Brasil. Era sobre o Palmeiras, e isso importa: sobre, não pró. Pra discutir um clube com estádio novo e ruas fechadas, não pra gritar "campeão mundial". Minha base de seguidores vinha de palmeirenses cujos textos agradavam - e alguns que me achavam o chato (des)necessário e tinham esse prazer estranho de seguir alguém para xingá-lo. O universo clubista ainda não era tão tóxico, mas já era poluído. Era vizinho de blog de figuras como Fernando Cesarotti, Renato Senise, Luana Maluf, Conrado Cacace e, claro, Paulo Júnior, com quem assinava o blog que se chamava O Periquitão. As thumbs eram como essas da foto abaixo. Só editores diferenciados como Rodrigo Borges e Fabio Chiorino bancariam aquilo numa vitrine dessa. Pois bem.
Corri riscos. Quatro anos depois, o blog já tinha me ajudado a figurar noutros tipos de documentos de comunicação, nos quais eu era lido como "o palmeirense". Nunca quis. Se pudesse, se soubesse que seria assim o presente, nunca teria revelado. Acho grotesco ser lido como alguém que regula a opinião para o time do coração caber dentro. Já foi, fiquei chamuscado, não podia falar algo de outro clube, que logo vinha um "claro que você acha isso, pois torce pra rival" - não exatamente com estas palavras educadas. Isso existe até hoje, se tornou uma leitura irreversível de uma fatia de público viciada em mídia clubista de baixo compromisso. Precisei fazer um trabalho de longo prazo pra "proteger" minha "imagem", comprei discussões e até encerrei podcasts quando notava que era tratado como torcedor antes de comunicador, jornalista, detentor de opinião honesta.
Vários anos depois, me sinto feliz. Tenho um número enorme de seguidores, e, comparativamente com o que vejo (solidário) em outros perfis similares, passar anos buscando um debate respeitoso gerou um ambiente muy saudável pra mim aqui. Só chegam insultos cegos quando um post fura bastante a bolha. Sou seguido por torcedores rivais e adversários que sinto no ato acreditarem em minha honestidade, inclusive pra defender o que por ventura coincida com meu universo afetivo. Sou muito bem tratado por vocês, e sei que plantei isso, ao custo de inúmeros blocks, alguns preventivos, outros certamente injustos, alguns deslizes, outros erros mais sérios, pois eles existiram, mas, na média geral, consegui o que um dia pactuei comigo: tratar quem me segue como se me conhecesse, responder quem me segue de um jeito que eu também faria se fosse pessoalmente. Te respeitar.
É só isso. Muitas vezes se expor é pior do que parece. Me expús muito nesse tempo. Há 11 anos, com interregnos estratégicos porque isso aqui muitas vezes faz mal, tento cuidar deste lugar. Nunca consegui ter a mínima aderência com outras redes sociais, desde o Orkut. Não faço ideia de qual é, afinal, a graça do Instagram. Mas aqui, com muitas listas de interesse tecidas com curadoria de anos, muitos perfis salvos na barra do navegador para visita direta, muita esgrima com a timeline, consigo diminuir a exposição ao esgoto persistente que aqui viceja. Mas o mais importante foi conseguir ter muito seguidor e muita seguidora bacana, gente respeitosa que eu gosto e trato como amigo, não como terapeuta nem como espantalho. Eu queria agradecer vocês pelo bom tempo que passo aqui. Queria vender meu livro, também, mas aí pega mal eu tocar nesse assunto agora. Mas obrigado. Pode parecer pouco, mas pra mim é muito, e é parte de tudo de bom que me acontece na carreira, direta ou indiretamente.