Promotor de Justiça. Procurador-Geral de Justiça de Alagoas. Secretário de Segurança Pública. Deputado Federal. Fui relator da CPMI do INSS e não baixei a cabeça, não negociei e não aceitei a blindagem de ninguém.
**NOTA DO SENADOR FLÁVIO BOLSONARO SOBRE O ROMPIMENTO DE LULA COM A ARGENTINA**
1. Repudio, com veemência, a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, nação irmã, nosso maior parceiro comercial na América do Sul e amiga histórica do povo brasileiro. Romper com Buenos Aires não é um fato inevitável: é o resultado direto de uma política externa ideologizada e confrontacionista, que em poucos meses fabricou crises com três países da nossa região — os Estados Unidos, nosso maior parceiro no continente, o Paraguai, vizinho e aliado histórico, e agora a Argentina. Nenhum governo da história recente conseguiu isolar tanto o Brasil em tão pouco tempo.
2. Mais uma vez, a retórica da "defesa da dignidade nacional" é usada como instrumento de propaganda. A soberania e o prestígio do Brasil não se protegem com bravatas eleitoreiras e rompimentos diplomáticos. Protegem-se com economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação — não com as vaidades do governante de plantão. A escalada é unilateral: o próprio governo argentino já declarou que não retaliará.
3. A verdadeira razão desse desespero é evidente. O projeto do Foro de São Paulo está colapsando na América Latina. Os regimes que ele apadrinhou — sustentados pelo narcotráfico e pela repressão — trouxeram miséria, êxodo e violência aos seus povos, e agora caem um a um. Lula assiste à derrocada dos seus aliados e reage rompendo com os vizinhos que escolheram a liberdade.
4. O preço dessa irresponsabilidade não será pago por quem a cometeu. Será pago pelo produtor rural, pelo industrial, pelo exportador e pelo trabalhador brasileiro, que dependem dessas relações para produzir, vender e empregar — e que não participaram das escolhas políticas que provocaram esta crise.
5. O próximo país a se livrar desse projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como parceiros, não como adversários ideológicos, e reconstruiremos as pontes com a Argentina, o Paraguai, os Estados Unidos e todas as nações livres do continente. Ao povo argentino, em especial ao presidente @JMilei , meu estimado amigo, deixo uma mensagem: esta crise não é entre nossas nações — é obra de um governo em fim de linha. Haverá paz e prosperidade para os nossos povos.
**Senador Flávio Bolsonaro**
*Futuro Presidente do Brasil*
Não deixemos a”direita permitida” e o sistema como um todo enterrarem o que sobrou da democracia nesse país em nome de um jogo autorizado pelos que querem devastar por completo nossa nação. Vamos vencer em nome dos presos políticos do 8 de janeiro e resgatar o mínimo que sobrou de nossa amada nação!
Ameaças da PGR falando sobre apreensão e passaporte, helicópteros sobreavoando a casa de lula, policiais federais fortemente armados para vasculhar a casa do lula, buscas a apreensões, permitidos e imprensa alvoroçados e explorando o caso, prisões preventivas?
Óbvio que não! Não foi por invenção da imprensa por falsificação de cartão de vacina, nem por jornalista tabelando com sistema para forçar prisão de perseguido político que não cometeu crime algum.