A Folha manchetou hoje: “Fazenda estuda limitar a 2,5% crescimento real dos pisos de saúde e educação.
Objetivo é aproximar o crescimento desses gastos à lógica do arcabouço fiscal, mais restrito”
Apenas quando o Brasil universalizar a educação pública de qualidade, erradicar o analfabetismo e resolver os gargalos do Sistema Único de Saúde pode ser planejada uma forma de relativizar os pisos de saúde e educação. Até lá, eles devem ser mantidos e, se preciso, ampliados. Nenhum governo, especialmente um eleito com agenda progressista, deve afrontar conquistas do povo brasileiro. Que a área econômica do governo repense imediatamente seus planos.
As motivações são absolutamente legítimas e de amplo conhecimento da sociedade cearense:
Concurso para suprir a carência de quase 500 cargos vagos; investimento em infraestrutura e; reposição das perdas salariais que se aproximam de 40% nos últimos oito anos! Seja justo!
Sempre tive e sempre terei absoluto respeito e admiração pelos professores. Na rede estadual de Ensino Superior, nossa média salarial é de 14 mil reais, o que considero justo e legítimo. O que não concordo, sinceramente, é um movimento grevista cujas motivações não se justificam,
O que não é justo é essa narrativa mentirosa, simplista e desleal!
O governador tenta, de forma sórdida, colocar a população contra os professores!
'Não é justo professor de R$14 mil não dar aula para aluno que família ganha R$1,4 mil', diz Elmano https://t.co/AMvWap4bFE
#RevogaNEM
O Coletivo em Defesa do Ensino Médio está fazendo uma análise criteriosa do texto aprovado na Câmara dos Deputados. Há questões graves para serem resolvidas que vão desde o fim do Ensino Médio Integrado até a desescolarização no tempo integral - sim, desescolarização! Tudo é muito grave, mas pode ser corrigido. Só espero que ninguém defenda uma aprovação afoita e irrefletida no Senado Federal. Já bastam as cenas lamentáveis na Câmara dos Deputados.
#RevogaNEM Está próxima a votação do substitutivo ao PL 5230/2023, proposta que visa corrigir - de forma insuficiente - a Reforma do Ensino Médio. Após muita negociação, é provável que - de algum modo - seja retomada a carga horária de 2400 horas para a Formação Geral Básica, diminuindo o desperdício de tempo dos estudantes com disciplinas inúteis dentro dos itinerários formativos. O primeiro texto que trouxe esse tema da carga horária foi o PL 2601/2023, de autoria coletiva, escrito por pesquisadores (participo do grupo). A USP também defendeu essa posição. Contudo, não se trata só de 2400 horas de FGB, como bem posiciona nosso Coletivo em Defesa do Ensino Médio de Qualidade: há outros graves problemas na Reforma e no PL 5230 que precisam ser corrigidos. Além disso, é preciso ler o texto de Mendoncinha: não há acordo sem leitura. Estamos atentos.
Editoriais da Folha (01/02), do O Globo (13/02) e do Estadão (hoje) sobre a Conferência Nacional de Educação (Conae) e os rumos da educação no país defendem, central e respectivamente: 1) financiamento suficiente e controle social do gasto em educação; 2) políticas baseadas em evidência científica; e 3) maiores investimentos em educação básica e valorização/qualificação profissional.
Quando e se lerem, de fato, com boa vontade e com noção científica e pedagógica, o Documento Final da Conferência, encontrarão todas as alternativas. Não à toda, as principais entidades científicas e os principais movimentos sociais e de profissionais da área construíram a Conae.
Já se sabe o que pretendem os grandes jornais com essa tentativa sistemática de desconstrução da coisa pública, certo?
Depois da Folha de S. Paulo é vez do Globo criticar a Conae, com uma falácia argumentativa: dizem que não é preciso mais recurso para a educação - como demandou a Conferência - porque o Brasil investe “em torno de 5,4% do PIB, mesmo patamar da França (5,5%), mais que Espanha (5%), Portugal ou a média da OCDE (5,1%)”.
Curiosamente na Folha, em matéria da jornalista Isabela Palhares, a verdade é restituída: o “gasto por aluno no Brasil é o 3º pior entre 42 países, segundo a OCDE.” Ou seja, diante da dívida histórica, o Brasil precisa investir mais.
Os editorialistas da Folha e do Globo escondem que o % do PIB precisa ser considerado a partir da demanda educacional. É uma questão de (falta de) honestidade intelectual.
🌃 Dia da cidade de São Paulo também!
Para uma cidade gigante, um nome igualmente gigante: SÃO PAULO!
Parabéns pelos 470 anos, minha capital! 🥳
#SP470anos#SPFC94anos#VamosSãoPaulo 🇾🇪
📸 Esquadrilha da Fumaça / Work Drone
#RevogaNEM 2024: achei que teríamos alguma paz, mas mal começou o ano e já emerge uma ação cheia de contradições das fundações empresariais e de seus vocalizadores sobre o Novo Ensino Médio de Michel Temer. Via imprensa (hoje no Valor Econômico), sem contraditório, eles criticam o PL do MEC e, ao mesmo tempo, buscam se reconciliar com Camilo Santana. Contudo, sempre elogiam o texto de Mendoncinha, o fiel escudeiro do NEM. O Congresso Nacional pode até decidir o contrário, o que duvido, mas quem faz a Educação de verdade já deu seu veredito: o Novo Ensino Médio precisa ser revogado, substituindo o modelo. Vamos vencer.
Vitória da Educação Brasileira: retirada do PL 5230/2023 da pauta da Câmara dos Deputados representa a força da comunidade educacional e recuo de setores avessos ao direito à educação
#RevogaNEM
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Apesar da inação do MEC, e do sumiço do Ministro nas tratativas sobre o Novo Ensino Médio, na Câmara dos Deputados, hoje conseguimos uma grande vitória: o substitutivo do relator não será votado às pressas, como o mesmo queria. Votação adiada para março, após a CONAE!
#RevogaNEM
#RevogaNEM VITÓRIA!!!
ADIADA A VOTAÇÃO DA REFORMA DO ENSINO MÉDIO PARA MARÇO DE 2024.
Parabéns a todas e todos nós pela LUTA e a parlamentares comprometidos.
Nessa reta final, parabenizo e agradeço a parceria e a atuação de André Figueiredo (PDT-CE), Alice Portugal (PCdoB), Bacelar (PV-BA), Duda Salabert (PDT-MG), Idilvan Alencar (PDT-CE), Luiza Erundina (PSOL-SP), Glauber Braga (PSOL-RJ), Pedro Uczai (PR-SC), Sâmia Bomfim (PSOL-SP), Tadeu Veneri (PT-PR), Tarcísio Mota (PSOL-RJ) e Zeca Dirceu (PT-PR) por manterem contato e se articular com os membros do Coletivo em Defesa do Ensino Médio de Qualidade.
Nossa mobilização deu certo!
Feliz Natal com o presente da vitória após muita luta para retirada de pauta do PL do EM. Seguiremos em 2024 nessa luta. Agora é finalizar as demais agendas da semana e descansar.
Obrigada a @DanielCara e a @Cata_a_santos que nos representaram na Câmara hoje de manhã enquanto estávamos junto à presidência. E a todo o Coletivo em Defesa do Ensino Médio de Qualidade, que capilarizou, dividiu as tarefas, deu as mãos. Dividimos, unidos, e conquistamos.
Um obrigada especial a Deputada @Alice_Portugal , que não baixou a guarda nessa reta final e foi decisiva!
#RevogaNEM
#RevogaNEM Segundo a Unesco, 56% dos alunos se dizem insatisfeitos com o Novo Ensino Médio (NEM), o índice é de 76% entre professores e 66% entre gestores. A pesquisa ouviu 1.200 estudantes, 800 docentes e 400 gestores entre os dias 23 de junho e 6 de outubro, período em que a pauta viveu uma calmaria por decorrência da consulta pública.
Enquanto isso, Mendonça Filho deseja perpetuar o caos na educação brasileira com a reedição do NEM em seu relatório substitutivo ao PL 5230, afrontando a comunidade educacional. Contudo, Mendoncinha está articulado com as Fundações Empresariais e o Consed.
Apenas a vaidade e o descompromisso explica o comportamento do trio…