@iguinho3k , será que bate o recorde ou hj é a vez da Globo?
Recorde de audiência simultânea
Jair Bolsonaro — Inteligência Ltda., 20 de outubro de 22* Mais de 1,75 milhão de espectadores simultâneos durante a transmissão.
Será que Lula bate esse recorde? Acompanhando audiência!
@ViLiMiGu_Tex O que ta acontecendo com a auriverde? Depois que Pitoli tentou enquadrar @BolsonaroSP , por conta da indicação dele do André do Padro ao senado , eu fiquei muito incomodada . Já não assisto mais como antes
Vi o vídeo de Lacombe. Mais de quarenta minutos de monólogo sobre Allan. Mais de quarenta minutos de meditação inquieta e as razões que o levaram a deixar a Timeline. Dois momentos, sobretudo, me prenderam a atenção, como faróis no nevoeiro da retórica. O primeiro foi o modo como pintou Allan de malaco. A palavra, aplicada assim, paira entre dois extremos: não chega à vileza pura do delinquente, mas tampouco alcança a acepção mais nobre do termo: a do sujeito vivido, astuto, cheio de manhas e de malícia, um tipo que navega o mundo com o radar sempre ligado. Lacombe, no entanto, escolheu as tintas mais baratas da paleta: nos fez imaginá-lo de bermuda de poliéster, cueca à mostra, corrente de prata balançando, gingando num híbrido grotesco de rap, hip-hop e funk, barrando caminhão na rodovia com o grito clássico do aqui não, moleque! Aqui não!.
Era, claro, mais do que suficiente para que gente de fina estampa torcesse o nariz. E a gente fina torceu. Gente fina saiu da sociedade. Direito dela, aliás. Elegante, Lacombe não disse que teve noje, mas, ainda que elegantemente, pintou um quadro onde aparece a pobreza do estereótipo; aparece uma redução caricatural que transforma um homem complexo numa figura de cordel suburbano.
O segundo ponto que me prendeu a atenção foi mais revelador. Lacombe descreveu um Allan sonhador, daqueles que param diante de um edifício ultramoderno, de linhas implacáveis, e murmuram, quase para si: isso é para mim. Sem querer, ou, quem sabe, querendo sem saber, o cronista elevou o rapaz ao panteão dos grandes ambiciosos brasileiros. Colocou-o, por instantes, ao lado de Assis Chateaubriand e Silvio Santos, esses dois titãs que olharam para o impossível e decidiram que o impossível lhes pertencia por direito natural.
Creio nos dois Allans que habitam o mesmo peito. Há, sim, algo de malandro nele. Malandro no sentido bom, o da inteligência viva que não se deixa engolir pela mediocridade ambiente. Mas há, sobretudo, algo de Chateaubriand: a fome desmedida, a convicção quase arrogante de que o mundo deve curvar-se ao seu projeto. Dêem-lhe maré e vento favorável, e ele surfará ondas tão altas quanto as que Silvio Santos surfou. Por tudo isso, quer Lacombe o tenha pretendido ou não, o vídeo só reforçou uma velha certeza minha: Allan é um tipo diferenciado. Gostemos ou não. E, em tempos de uniformidade medíocre, ser diferenciado já é quase um ato de coragem. Gostemos ou não, ele caminha por um caminho próprio, e nisso reside o seu mistério... e a sua beleza.
@RafaelFontana Entre Allan e Lacombe, fico com Allan, pq Lacombe passou o ano pedindo assinatura, teve programas que batiam recordes e …: simplesmente abandonou os assinante
Se não fosse o Allan, eu estaria pagando até hj a parcela da assinatura de Membro Fundador e sem ter acesso aos conteúdo
@TheInterceptBr O pagamento foi o que? Pão com mortadela, 50 reais, 10hs de picanha ou a manutenção do bolso imbecil!
Pq gritar: “ devolve o dinheiro do banco Master” , foi de cair o cu da bunda