José Trajano no Posse de Bola, do Canal Uol:
"Não é privilégio argentino ter torcedores racistas. Nós temos o racismo aqui nas torcidas brasileiras também, nas ruas, na periferia, nos presídios, em todo lugar."
📽️@UOLEsporte
Sei que é calor do momento, mas a gente só tem esse momento de 4 em 4 anos: vendo TODOS os times das semi-finais, mas especialmente a Argentina, nossos jogadores parecem todos falsos, fabricados, artificiais. São influencers em campo e jogam com a superficialidade de influencers.
Trajano: "Não é privilégio argentino ter torcedores racistas. Nós temos o racismo aqui nas torcidas brasileiras também, nas ruas, na periferia, nos presídios, em todo lugar. Aí, tratam os jogadores argentinos, não se, não se posicionam contra o racismo. E os jogadores brasileiros, você viu alguém solidário ao Vini Jr durante os ataques que ele sofreu jogando pelo Real Madrid?"
Juca Kfouri: "Não, mas você viu o Robinho."
O obituário de Garrincha, falecido em 1983, foi publicado hoje no @nytimes, dentro da série Overlooked (Esquecidos), sobre pessoas notáveis cujas mortes, a partir de 1851, não foram noticiadas pelo jornal. https://t.co/oTIhjghC50
Los ingleses tienen 3 cosas de las que mostrarse orgullosos: el té, el whisky y un escritor como yo.
Pero resulta que el té es chino; el whisky, escocés; y yo soy irlandés.
Oscar Wilde
Tostão em sua coluna na Folha:
“Receio que no futuro, a história conte que havia um país do futebol que tinha um rei, Pelé, e um grande número de craques fenomenais que jogavam o futebol bonito, espetacular e eficiente.
O mundo parava para ver o Brasil jogar.
Porém, por conta da desorganização, ganância, incompetência, corrupção, dos otimistas prepotentes, da globalização e da evolução dos outros países, o futebol brasileiro tornou-se igual a tantos outros e abaixo das principais potências.
É preciso reagir. O futuro não é destino, futuro é o que será construído.”
Dito isso, é inaceitável que após a eliminação na copa do mundo, os jogadores juntamente com o treinador não voltem ao Brasil, para encarar a frustração do povo e pedir desculpas por mais um fracasso.
O futebol mexe com as paixões, é uma das poucas fontes de felicidade de um povo que vive em grande parte abaixo da linha da pobreza, que por vezes tira dinheiro de onde não tem para comprar uma camisa caríssima da seleção brasileira.
Abaixo da bandeira nacional, a camisa verde e amarela é o segundo patrimônio nacional, e por isso deve ser respeitada. Porque antes de ser das bets e dos conglomerados midiáticos e seleção deve ser do povo, porque sem o povo jamais haveria esse mercado bilionário da bola.
Eu tenho muita pena de quem acha que dá para discutir CR7 e Neymar com Messi. Entendam: os dois foram ou são grandes jogadores, mas a prateleira do Messi é diferente, assim como Ronaldo e Romário.
"Tu Dios es judío,
Tu música es negra,
Tu auto es japonés,
Tu pizza es italiana,
Tu gas es argelino,
Tu café es brasileño,
Tu democracia es griega,
Tus números son árabes, tus letras son latinas.
Soy tu vecino Y todavía me llamas extranjero?".
•Eduardo Galeano.
"El cazador de historias"
GUARDIOLA SOBRE EL RÉCORD DE MESSI
"La noticia no es que Leo haya batido otro récord. La noticia es que seguimos sorprendidos. Después de veinte años haciendo cosas extraordinarias, todavía consigue que el mundo del fútbol se detenga y diga: "¿Cómo puede hacerlo otra vez?"
"Convertirse en el máximo goleador de la historia de los Mundiales es algo gigantesco. Estamos hablando de la competición más difícil, la que juzga a los jugadores para siempre. Y aun así Leo ha encontrado la manera de dejar su nombre por encima de todos. Eso habla de talento, pero sobre todo habla de una longevidad y una mentalidad que nunca había visto".
"Cuando la gente analiza a Messi, suele contar goles. Yo creo que ese es el error. Los goles son la consecuencia. Lo verdaderamente único es que durante veinte años ha entendido el juego mejor que nadie. Hoy rompe un récord histórico, pero lo que me impresiona es que sigue viendo el fútbol unos segundos antes que el resto".
"Hay jugadores que marcan una época. Luego están Pelé, Maradona y algunos pocos más que marcan generaciones. Leo ha ido más allá. Ha marcado una era completa del fútbol mundial. Los niños que nacieron cuando él ya era una estrella hoy son adultos y siguen viéndolo romper récords".
"Lo más difícil en el deporte no es llegar. Es mantenerse. Y Leo no se ha mantenido; ha seguido evolucionando. Ha sido el mejor adolescente, el mejor jugador en su plenitud y ahora sigue siendo decisivo cuando muchos otros ya estarían retirados o viviendo de sus recuerdos".
"Este récord en los Mundiales tiene algo especial porque millones de personas entienden lo que significa esa camiseta, esa presión y ese escenario. Y aun así, cuando el partido se vuelve importante, el balón sigue encontrándolo a él".
"Muchas veces me preguntan qué hizo diferente Messi. La respuesta es sencilla: convirtió lo excepcional en rutina. Hoy todos hablan del máximo goleador de la historia de los Mundiales. Dentro de unos días parecerá normal. Y eso es exactamente lo que ha hecho Leo durante toda su carrera: normalizar lo imposible".
"Yo ya no tengo palabras nuevas para describirlo. Cada vez que creo que se acabaron los elogios, él inventa otro récord. Así que simplemente diré: gracias, Leo. Porque los entrenadores, los jugadores y los aficionados sabemos que estamos viendo algo que difícilmente volverá a repetirse".
Villani e o Roger fizeram bem em explicar pro espectador que não é pecado enaltecer Messi:
Villani: "O Messi fez história. Goste ou não da Argentina. Goste ou não do Messi, é dever reconhecer: ele é um gênio da raça. A rivalidade com a Argentina fica dentro do futebol. (cont.)
Eu sou um afortunado, definitivamente! Vi o fim de carreira do Zico e do Júnior. Vi o fim de carreira do Maradona. Vi Denner, Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Adriano e Kaká. Vi Zidane, Pirlo e agora eu consigo testemunhar o Messi. Que dia!