Eu gosto do Lito. Cheguei a emocionar e derramar lágrimas ouvindo a introdução feita pela esposa dele no vídeo. Mas não consegui continuar por muito tempo depois que ele começou a falar.
Lito é arrogante.
Deixei de segui-lo no YouTube quando ele chamou de vagabundos quem não tomou a vacina da COVID. Na época aquilo me era irrelevante. Porém, quando passou a repetir “eu sou bom”, “eu sempre estive certo” (ou “errei menos de 10%”), não aguentei mais ouvi-lo.
Esperava vê-lo diferente… e o encontrei pior do que eu imaginava.
Se ele ainda está convicto de que nós, que não tomamos as vacinas da COVID, somos vagabundos, precisa urgentemente revisar esses “10% de erros” que acredita ter cometido na vida. Esse, sem dúvida, é o maior de todos — e ele não o está contabilizando.
Talvez nunca saibamos por que essa doença surgiu no Lito. Pode ser obra do acaso, a que todos estamos sujeitos. Pode ser também consequência das cinco doses da Pfizer que ele tomou com orgulho.
Faltou-lhe a percepção de que o processo científico é feito por seres humanos e está atravessado por interesses econômicos e políticos.
Eu gostaria que ele ainda pudesse contribuir para quebrar a espiral de silêncio imposta às vítimas das vacinas da COVID e aos seus familiares. Seria mais um legado importante que ele poderia deixar.
Mas não vai.