L'épouse de Nelson Mandela et icône intouchable de la résistance anti-apartheid dirigeait en réalité un escadron de la mort dans les ghettos de Soweto.
Pendant que le monde libre célébrait son combat pour la dignité, Winnie Mandela faisait régner la terreur absolue sur les siens.
Dès le milieu des années quatre-vingt, elle s'entoure d'une milice cyniquement baptisée le Mandela United Football Club, chargée de kidnapper, torturer et liquider tout Sud-Africain noir refusant de se soumettre à son autorité.
En avril 1986, elle légitime publiquement le supplice du pneu enflammé en hurlant à la foule : avec nos boîtes d'allumettes et nos colliers, nous libérerons ce pays.
Cette méthode barbare garantissait une agonie hurlante de vingt minutes à des centaines de victimes brûlées vives pour asseoir son emprise locale.
Loin de regretter ces lynchages, elle assumera sa brutalité radicale en déclarant froidement lors d'interviews qu'elle n'était pas le produit de Nelson Mandela, mais le produit des masses et de son ennemi.
L'horreur culmine avec l'affaire Stompie Moeketsi, un enfant de quatorze ans enlevé et battu à mort sous de fausses accusations d'espionnage.
Lors des audiences post-apartheid, son propre chef de la sécurité, Jerry Richardson, a avoué l'assassinat en témoignant sous serment : j'ai tué Stompie sur les instructions de "Mami" (le surnom respectueux et terrifié que lui donnaient ses miliciens) car nous la craignions tous.
D'autres rescapés ont décrit devant les caméras les séances de torture à coups de fouets et de câbles électriques orchestrées directement dans l'arrière-cour de sa propre maison.
Une partie de l'intelligentsia progressiste continue pourtant de la vénérer comme une sainte laïque de l'émancipation.
Les auditions de la Commission de la vérité racontent plutôt l'histoire d'une baronne de sang qui a marché sur les cadavres de son propre peuple pour s'assurer le contrôle absolu des townships.
Você já ouviu falar dos seis graus de separação?
É a ideia de que quaisquer duas pessoas no mundo estão conectadas por, no máximo, seis intermediários.
Por exemplo: eu conheço Paulo Guedes, que conheceu Xi Jinping. Estou a um grau de separação do ditador chinês. Faça o exercício com qualquer pessoa e vai se surpreender.
Daniela Lima agora está brincando disso com André Mendonça: conheceu fulano, amigo de ciclano, parceiro de beltrano...
Tudo para amenizar o caso de um ministro cuja esposa recebeu milhões de um banqueiro bandido, que lhe mandava mensagens pedindo para “bloquear” e com quem mantinha encontros privados.
Que vergonha.
PESQUISA | Atlas/Estadão: 60,5% querem impeachment imediato de Toffoli, 49,8%, de Moraes, por caso Master > https://t.co/NdKThCPstT
Parcela da população considera já haver indícios suficientes para afastar imediatamente os magistrados de seus cargos
É preciso resgatar a República do abraço mortal do STF Leviatã. É preciso eleger senadores comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo.
https://t.co/tyqamrM4SO
EDITORIAL | O risco de anulação do caso Master – “O caso Master simplesmente não pode ter o mesmo fim trágico da Lava Jato”. Leia em https://t.co/xn3NfTqbbD (via @opiniao_estadao)
SUR-PRE-SA!! 🤡
“Em dezembro de 2024, numa troca de mensagem em que Vorcaro discute com seu diretor jurídico, Luiz Rennó, cobranças de atrasados que Dalide vinha fazendo, o auxiliar escreveu para o chefe: “Fala amigo! Aquele pagamento é para Dalide! Aqueles precatórios ! Ela é sócia do GM stf! O Leandro sócio dela é muito complicado e eles operam com o BTG. Autoriza esse.”
A pressão frequente por repasses a Dalide consta no acervo do celular de Vorcaro apreendido pela Polícia Federal (PF). Os diálogos, obtidos com exclusividade pela equipe do blog, tratam de um atraso na liberação de uma fatura de R$ 15 milhões à advogada. Nesse caso, além da proximidade com Gilmar Mendes, o GM, pesava também uma suposta associação com o BTG Pactual de André Esteves, concorrente que o ex-banqueiro tinha como principal rival.
Dalide deixou o IDP em 2016. Em Brasília circula a versão de que a advogada deixou a faculdade por desavenças com o ministro e sua família, mas a equipe da coluna apurou que ela e o decano são próximos até hoje e não se afastaram a despeito do desligamento do instituto.”
Da série: cria cuervos y te sacarán los ojos 👇
“O Supremo Tribunal Federal (STF) se desmoralizou perante a Nação de um jeito que nem o mais obstinado de seus detratores poderia desejar. Ao fim de uma longa sessão, marcada por bate-bocas, ofensas e graves acusações entre alguns ministros, a Corte encerrou o dia no ponto exato em que começou, vale dizer, sem decidir sobre a abertura de investigação do ministro Alexandre de Moraes pela suposta consultoria que ele teria prestado ao banqueiro vigarista Daniel Vorcaro. Foi uma vitória, muito bem arquitetada, da turma chicaneira pró-Moraes e contra a sociedade, personificada pelos ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, além do indigitado. (…)
Antes de Dino pedir vista a pretexto de serenar ânimos após um chilique teatral de Mendes e, assim, interromper o julgamento da questão principal por semanas ou meses, os chicaneiros se lançaram em enfadonhas perorações, de claro vezo procrastinatório, sobre questões preliminares minúsculas à luz da gravidade das suspeitas que pesam sobre o sr. Moraes. O propósito, evidentemente, era fugir, ao menos agora, da singela decisão de autorizar ou não a investigação – a mera investigação – do ministro.
Enquanto Alexandre de Moraes e André Mendonça discutiam sobre qual deles teria “mais medo” da Polícia Federal (PF) e se insinuava a existência de uma “PF paralela” monitorando ministros, Mendes e Dino, em jogral, atacaram a autoridade do presidente do STF, o ministro Edson Fachin. Ambos chegaram a dizer que Fachin teria se valido de um expediente da ditadura militar para avocar a relatoria da petição de investigação de Moraes – não só um absurdo jurídico-factual, como um insulto à decência e à história de vida do ministro presidente. Eis o nível da degradação da mais alta instância judicial do País, à beira do irrecuperável.
Tudo o que se viu hoje foi pura chicana. Nenhum dos ministros discutiu de fato o conteúdo das dezenas de mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro. Discutiram relatorias, ritos, objeto e outras filigranas.
Sobre a gravidade do que lhes apresenta o caso concreto, nem uma palavra de horror ou de vergonha, à exceção, como notamos, de Cármen Lúcia. Tal foi a bagunça, decerto deliberada, que o ministro Kassio Nunes Marques nem sequer se constrangeu ao cometer a barbaridade de se declarar “impedido” por sua jurisdição à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – como se a Constituição não autorizasse o acúmulo de função de ministro do TSE e do STF. Impassível, Marques levantou-se e foi embora.
Ao contrário do que alega Moraes, não está em curso um ataque de golpistas ressentidos com ele ou com a Corte. Foram ministros como o próprio Moraes que lançaram o Supremo nesse esgoto moral, um ultraje à memória de todos os ministros de genuína reputação ilibada que lá já tiveram assento. São amplos os segmentos da sociedade civil, de convicções democráticas insofismáveis, que não se conformam em ver o Supremo se suicidar como instituição republicana em nome da salvação pessoal de um ou outro de seus integrantes. Quando uma ministra da própria Corte se diz envergonhada pelo que viu acontecer diante de seus olhos, não há brecha para que alguns de seus colegas sigam tratando como zelo processual o que é blindagem pura e simples.
Se, ao fim de toda essa história escabrosa, o Supremo decidir não investigar Moraes, não será mais visto como um Poder da República, e sim como uma extensão do escritório de advocacia da família do ministro – e de sabe-se lá mais quem.
Caberá ao Senado, então, fazer o que a Corte não teve a decência de fazer e cassar o sr. Alexandre de Moraes. Nunca é demais lembrar que a força do Judiciário vem da legitimação cotidiana de seus juízes. E se o próprio Supremo vier a matá-la para que um dos seus possa escapar do escrutínio de suas atitudes, que a maioria dos senadores salve a Corte de si mesma.”
Malu Gaspar: delegados procuraram André Mendonça com medo de serem incluídos no Inquérito das Fake News. Segundo ela, eles foram chamados pela chefia e orientados a não fazer relatórios sobre Alexandre de Moraes sem falar com Fachin. Os delegados ainda entregaram a Mendonça um HD lacrado, como backup. “Fica evidente que tentaram fazer um bypass na chefia” e que a PF está “conflagrada”.
Um, Alexandre de Moraes, bota $131 milhões do Banco Master no bolso, destinado a comprar consciências.
Outro, André Mendonça, decide, de forma ousada, enfrentar o Diretor da PF, afastando-o do cargo.
E agora Gilmar Mendes e sua turma querem fazer equivalência entre os 2 ministros, como se ambos tivessem “errado”?!
E acham que somos trouxas?!