Segundo a agência estatal iraniana de notícias, o acordo que Trump disse que está praticamente certo com o Irã envolverá o fim da guerra também no Líbano (Israel terá de sair do sul do Líbano e não poderá mais atacar o Hezbollah), os EUA terão de retirar bases militares de áreas próximas do Irã, terão de levantas todas as sanções ao petróleo iraniano e todos os bloqueios navais, Trump terá de entregar imediatamente (antes do início das negociações) $12 bilhões de dólares em fundos iranianos congelados, com outros $12 bilhões libertados após a assinatura do acordo, e deverá se comprometer com um plano prevendo até $300 bilhões para a reconstrução de estruturas iranianas destruídas na guerra.
Em troca, o Irã disse que não desenvolverá armas nucleares, mas a discussão sobre o urânio enriquecido ficaria para uma segunda fase.
Se esse acordo for mesmo real, será uma grande derrota para Trump, que será obrigado a retirar bases militares da região do Golfo Pérsico, entregar dezenas de bilhões de dólares para o Irã e ainda reconstruir aquilo que foi destruído na guerra.
#hojenomundomilitar
Momentos de desespero durante o forte sismo de ontem nas Filipinas. Com uma magnitude de 7,8, foi um dos mais fortes registrados na região. O número de mortos e feridos ainda está sendo contabilizado, mas estima-se em dezenas de mortos. Os danos materiais foram extensos.
#hojenomundomilitar
🇺🇸 O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, começa o dia se exercitando com as tropas do navio USS Boxer, ancorado em Singapura.
🇧🇷 Já os melancias do Brasil passam o dia batendo continência para bandido.
Tolerância de ponto para o IDUL’ADHÁ
O Ministério do Trabalho, Género e Acção Social autorizou tolerância de ponto para 27 de Maio de 2026, por ocasião das celebrações do IDUL’ADHÁ, abrangendo os trabalhadores que professam a religião muçulmana.
A suspensão do trabalho não se aplica a actividades que, pela sua natureza, não possam sofrer interrupção.
O Secretário de Estado Marco Rubio se dirigiu hoje diretamente ao povo cubano, denunciando o Partido Comunista cubano por se apropriar de toda a riqueza da ilha, enquanto a população vive na miséria.
🚨CURIOSIDADE: Há 43 anos, Michael Jackson entrava para a história ao fazer pela primeira vez o icônico moonwalk na TV, durante a apresentação de “Billie Jean”.
Coupe du Monde, Partie 3.
Un fierté immense de pouvoir une nouvelle fois représenter mon pays dans la plus grande des compétitions. On va essayer de vous rendre fiers.
🇫🇷🙏🏽💫 @equipedefrance
BREAKING: President Donald Trump announced on Tuesday that "Project Freedom," the operation in which the U.S. military would guide commercial vessels out of the Strait of Hormuz, would be paused for "a short period of time." The president said the blockade would remain in full force.
Combustíveis mais caros em Maio: Governo aponta guerra no Médio Oriente
O Governo anunciou que os preços dos combustíveis poderão ser reajustados no próximo mês de Maio, alegando o impacto do conflito no Médio Oriente sobre o custo de importação e transporte. Segundo a directora nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis, Felisbela Cunhete, Moçambique já está a importar combustíveis a preços mais altos, num contexto de agravamento da factura internacional.
O aumento do frete e da cotação dos produtos petrolíferos no mercado externo está entre os principais factores que pressionam os preços no país. A responsável explicou ainda que outros países da região também estão a proceder a ajustamentos, embora alguns tenham adoptado medidas de mitigação para reduzir o impacto sobre os consumidores.
Donald Trump, seguindo o seu já bem conhecido estilo, fez um post criticando a OTAN, dizendo que a aliança "não estava lá quando precisamos dela", e o seu post levou uma Nota de Comunidade, lembrando o presidente dos EUA que a aliança só pode ser acionada em caso de agressão contra um membro e que não há nenhum mecanismo que permita a sua ativação em guerras iniciadas por um dos membros.
Ao longo da sua existência a OTAN provou o seu valor, tanto em termos defensivos, quando foi ativada pelos EUA após os ataques de Setembro de 2001 (com a aliança entrando em uma guerra que se estendeu até 2021), como em termos ofensivos, quando os EUA se coordenaram com os seus parceiros da aliança para atacar a Iugoslávia, de Slobodan Milosevic.
#Gemini tira o 2.º lugar ao #Perplexity, mas #ChatGPT continua a esmagar no tráfego global de chatbots
O Google Gemini ultrapassou o Perplexity e assumiu, pela primeira vez, a posição de segunda maior fonte mundial de tráfego de referência gerado por chatbots de IA para sites. Em Março de 2026, o Gemini atingiu 8,65%, acima dos 7,07% do Perplexity. O ChatGPT mantém-se muito à frente, com 78,16% deste tráfego global.
Os restantes concorrentes ficaram bem abaixo: Microsoft Copilot com 3,19%, Claude com 2,91% e DeepSeek com apenas 0,02%.
Há, contudo, um detalhe importante: estes dados da Statcounter medem tráfego de referência enviado por chatbots para websites, e não necessariamente “quem tem mais utilizadores” no sentido geral do mercado de IA. Ou seja, o indicador mostra quem está a gerar mais visitas para sites, não quem é obrigatoriamente o chatbot mais usado em todos os contextos.
Segundo a própria Statcounter, a subida do Gemini reflecte o peso da integração do modelo no ecossistema da Google, enquanto o mercado começa a fragmentar-se mais, apesar da liderança ainda folgada do ChatGPT.
Fonte 🔗 https://t.co/pfpI0QQkxz
🚨URGENTE: Estamos cada vez mais perto da Lua.
Os astronautas da Artemis II estão realmente se aventurando no espaço profundo, e a Lua está se aproximando a cada hora.
Às 20h02 (horário de Brasília), eles atingirão o ponto mais próximo da Lua, a aproximadamente 6.500 km da superfície lunar. Será um momento emocionante e histórico! Bora ver juntinhos? Eu vou postar aqui para vocês esse momento exato. Ative as notificações e chama os amigos para vir acompanhar tudo aqui
Uganda confirma recepção de nacionais de países terceiros transferidos pelos EUA
O Governo do Uganda confirmou que aceitou a transferência de nacionais de países terceiros ao abrigo de um acordo bilateral com os Estados Unidos, assinado em Julho de 2025, para cooperação na análise de pedidos de protecção.
Segundo o comunicado oficial, o acordo aplica-se a pessoas de origem africana que não são cidadãs do Uganda nem dos EUA, e que poderão não obter asilo nos Estados Unidos ou têm receio de regressar aos seus países de origem.
Kampala diz que a iniciativa respeita as leis nacionais e as obrigações internacionais, incluindo o princípio de non-refoulement, que impede o retorno de pessoas para países onde possam enfrentar tortura ou tratamento cruel, desumano ou degradante.
O Uganda afirma ainda que, por ter sido considerado país terceiro seguro, aceitou cooperar com Washington na apreciação destes pedidos de protecção. No âmbito deste entendimento, oito pessoas chegaram ao Uganda vindas dos EUA em 1 de Abril de 2026, depois de os seus casos terem sido revistos e aprovados por um juiz de imigração norte-americano.
As autoridades ugandesas dizem que, por razões de privacidade, os detalhes destas pessoas não serão divulgados e reafirmam o compromisso do país em garantir dignidade, segurança e tratamento justo aos transferidos.
Sanções dos EUA ao Exército do Ruanda mostram que Washington olha mais para Kinshasa do que para Kigali
Os Estados Unidos parecem estar a redefinir a sua posição na região dos Grandes Lagos. Segundo o artigo do Egmont Institute, Washington, depois de anos de proximidade com Kigali, dá sinais de aproximação estratégica à RDC, algo visível no acordo de parceria assinado em 4 de Dezembro de 2025 e reforçado pelas sanções impostas em Março de 2026 contra a Rwanda Defence Force (RDF).
O texto sublinha que, em 2 de Março de 2026, o Departamento do Tesouro dos EUA sancionou quatro altos oficiais militares ruandeses e a própria RDF. Na prática, isso significa bloqueio de transacções em dólares e restrições severas ao uso do sistema financeiro internacional, incluindo o Swift, o que pode dificultar a aquisição de equipamento militar, logístico e outros meios essenciais.
A análise sustenta que o impacto pode ir muito além da esfera militar. A RDF é apresentada como um actor económico central no Ruanda, com influência em sectores como construção, agricultura, finanças, indústria, saúde, educação e formação. O artigo cita, entre as entidades ligadas directa ou indirectamente à estrutura militar ruandesa, empresas como a Horizon Construction, a Agro Processing Trust Corporation, a Zigama Credit and Savings Society e a Rwanda Engineering and Manufacturing Corporation.
O autor argumenta ainda que estas sanções podem provocar não só danos operacionais, mas também efeitos simbólicos e psicológicos, atingindo a imagem da RDF como pilar da identidade nacional ruandesa. Além disso, parceiros, bancos, fornecedores e empresas tendem a tornar-se mais cautelosos nas relações com Kigali, o que pode comprometer acordos de cooperação militar e actividades económicas associadas ao aparelho de defesa.
Na leitura do Egmont Institute, esta mudança norte-americana está ligada ao interesse estratégico dos EUA pelos minerais críticos da RDC, sobretudo cobre e cobalto, considerados muito mais importantes para Washington do que os interesses que mantém no Ruanda. O texto é explícito ao afirmar que os EUA têm interesses mais relevantes ligados aos critical raw materials (CRMs) na RDC do que no Ruanda, o que ajuda a explicar a inclinação crescente de Washington para Kinshasa.
O artigo acrescenta ainda outro ponto central: o Ruanda, pela sua dimensão e pelo seu valor estratégico mais reduzido, seria um alvo muito menos atractivo para o oportunismo das grandes potências do que Kinshasa. Ou seja, o temor de uma grande viragem geopolítica de Kigali para actores como Rússia, China ou Irão é apresentado como menos plausível do que um cenário semelhante na RDC.
O texto conclui, porém, que o desfecho continua incerto. Embora as sanções sejam descritas como sem precedentes e possam forçar uma retracção do apoio ruandês ao M23, o mapa futuro das alianças dos EUA na região ainda não está fechado, porque tudo dependerá tanto da evolução da guerra no leste da RDC como da implementação efectiva das parcerias assinadas por Washington com os dois países.
Fonte 🔗 https://t.co/d2zN7I8LTF
O Secretário do Tesouro Scott Bessent confirmou que a administração Trump suspendeu as sanções contra o petróleo iraniano já embarcado em navios. Através desse medida, o regime dos aiatolás embolsará cerca de $14 bilhões de dólares em receitas extras.