Esqueceram dos 61 milhões que Flavio pediu a Vorcaro pro filme O Pangaré escuro;
Esqueceram os 470 mil encontrados na casa do Dep Sóstenes;
Esqueceram do Mario Frias;
Esqueceram do Ramagem
Esqueceram do Alfredo Gaspar, acusado de estupro;
Esqueceram do Artur Lira;
Esqueceram do Motta
Esqueceram da familicia e seus crimes.
Esqueceram das Leis, da moral e dos bons costumes
MELHOR VOTARMOS EM LULA ENTÃO.
O delegado que está por trás da investigação contra Lulinha é o mesmo que perseguiu Dona Marisa, levando-a ao óbito.
Hoje ele é assessor ESPECIAL de André Mendonça.
Quem comenta?
🚨VERGONHA! Júlia Zanatta DELIRA e DIZ que tudo sobre a pandemia é MENTIRA!
Agora ela quer PERSEGUIR conselheiros tutelares que defendem a vacinação infantil!
A EXTREMA-DIREITA NEGACIONISTA ATACA MAIS UMA VEZ! 🤡🤦♂️💉
Quando você mora numa mansão milionária, tem fundo partidário de quase 1 bilhão, recebe 61 milhões de Vorcaro/Master e quer passar a imagem de pobreza. Essa família é genial na picaretagem.
Vai empurrar com a barriga até o final das eleições, canalha, partidário e vai se ferrar porque será lembrado como um Juiz que blinda criminosos de alta periculosidade e isso marcará a vida dele no STF, como defensor do crime organizado!
🚨 Reinaldo Azevedo acabou de desmontar a farsa
Ele mostrou o que poucos têm coragem de falar.
O Lulinha foi jogado no meio do escândalo do INSS.
Quebraram sigilo.
Exporam a vida dele.
Sem nem tomar depoimento formal.
Resultado?
Não acharam nada ligando ele às fraudes.
Aí veio a mutação investigativa.
Como não deu no INSS,
agora vira “tráfico de influência”.
Agora é cannabis.
Agora é o que aparecer pra fisgar.
Quem segura a caneta?
André Mendonça.
O ministro indicado pelo Bolsonaro.
Pesca probatória com carimbo do STF.
Quando o alvo é o filho do Lula, a investigação muda de nome no meio do caminho.
Quando é do outro lado, vira “trabalho técnico”.
Nós vemos o método.
Eles chamam de justiça.
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Destaque no noticiário após doar R$ 1 milhão para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, o produtor rural Oscar Luiz Cervi foi autuado em fiscalização do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) realizada em junho por manter 35 trabalhadores em condições análogas à escravidão na lavoura do algodão na Fazenda Reata, em Campo Novo do Parecis (MT).