A literatura é pródiga em bajuladores. São figuras que vivem de parasitar o poder. Seu método é consabido: explora a vaidade ou a fraqueza do regente.
O que as obras mostram é que puxa-sacos sempre têm sua própria agenda - o bajulado é só um meio. Vejamos alguns exemplos. 👇
@sensoinc Névoa nesse link pode conter spoilers. https://t.co/xuigcPwQ85 eu gostaria muito de um video falando desse livro quando você @sensoinc puder!
@sensoinc Um livro que li e que me deixou uma forte impressão, no qual os personagens são definidos mais por seus interesses do que por bajulação, foi "Metamorfose". Mais recentemente, o livro "Névoa" também se encaixa nessa descrição.
A solidão não é uma ausência. É uma forma de plenitude. Quase ninguém entende isso. Chamam-lhe vazio, esquecimento, frieza, colapso, até patologia. E é simplesmente uma linguagem, a mais antiga de todas. Falada por sábios, excêntricos, exilados, escritores e mulheres que saem de manhã com um livro debaixo do braço em vez de um acompanhante." Sofia Proneikos, "Caryatid - The Vital Threads of The Soul